NOTÍCIAS DE ECONOMIA - Se Liga na Informação


NOTÍCIAS DE ECONOMIA




Metade dos brasileiros entre 30 e 39 anos no vermelho

Cinquenta e oito milhões de pessoas fecharam o ano inadimplentes

Empresa de crédito pessoal no centro de São Paulo (Roberto Setton/VEJA)

Dois anos seguidos de recessão deixaram um rastro de 58,3 milhões de brasileiros com as contas em atraso. É o que mostra a pesquisa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgada nesta terça (10). Assim, 2016 teve um incremento de 700 mil pessoas no cadastro de inadimplentes na comparação com o ano anterior.
A faixa etária mais atingida é a de adultos entre 30 e 39 anos. Em dezembro, quase metade da população nesta faixa etária (49,3%) tinha o nome inscrito em alguma lista de devedores – um total de 16,81 milhões de pessoas.

Fonte: Revista Veja

Adeus, 2016. Que venha 2017!

Não deixa saudade 2016. Escândalos de corrupção, impeachment presidencial, desemprego, déficit público recorde e queda substancial do PIB marcaram um ano muito duro para os brasileiros. No exterior não foi melhor: aumento da incerteza e ascensão de xenófobos e separatistas em países ricos. No entanto, no Brasil, abaixo da superfície, sementes de transformações potencialmente positivas foram plantadas.
A mais visível é o incipiente movimento de combate à corrupção que mobilizou a sociedade. Além disso, com o impeachment, vieram mudanças importantes na política econômica, fortalecendo a economia brasileira. A balança comercial registrou superávit recorde, os indicadores de confiança começaram a reagir e o País voltou a atrair capitais. Com isso, o dólar caiu, ajudando a baratear produtos estrangeiros. A queda do dólar e a fragilidade do consumo derrubaram a inflação. A queda da inflação permitiu que o Banco Central começasse a reduzir a taxa de juros, que deve continuar em queda em 2017 e 2018, salvo uma crise externa ou política. A redução dos juros permitirá a retomada do crédito. Com juros mais baixos e mais crédito, teremos mais consumo, investimentos, empregos e crescimento econômico.
Nada disso fará de 2017 um ano maravilhoso. Sondagem feita pelo Banco Central com mais de 100 economistas aponta expectativas de crescimento do PIB de apenas 1%. O ponto central, porém, é a inversão de tendência com relação aos últimos anos. Pela primeira vez em sete anos, as expectativas de crescimento para o período seguinte são maiores do que foram as expectativas para o ano que acaba. Mais do que isso, caso ocorra a aprovação da PEC dos gastos públicos e da Reforma da Previdência, teremos o ajuste das contas públicas. Aí, acabam os temores quanto à solvência brasileira e crescem investimentos, emprego e consumo, fazendo com que a melhora efetiva da economia seja ainda maior do que as atuais expectativas, como aconteceu nos anos Lula, com exceção de 2009, ano de uma crise internacional. Em resumo, 2017 será mais um ano difícil. No entanto, considerando-se que, nos últimos três anos, a economia brasileira viveu sua mais profunda depressão econômica desde 1900, os próximos tempos mostram-se muito mais promissores.
2017 será difícil. No entanto, considerando-se que, nos últimos três anos, a economia brasileira viveu sua mais profunda depressão econômica, os próximos tempos mostram-se promissores.

Fonte: Isto é

Reforma da Previdência trará economia em torno de R$ 678 bi entre 2018 e 2027




A reforma da previdência proposta pelo governo trará uma economia de cerca de R$ 678 bilhões em 10 anos para o INSS e os benefícios de assistência social. Em relação ao Regime Próprio de Previdência, que paga as aposentadorias dos servidores públicos, a economia será de cerca de R$ 60 bilhões em 10 anos. "A redução dos custos vai ocorrer com o passar do tempo. A economia vai aumentando", explicou o secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano. De acordo com o secretário, se a reforma for aprovada em 2017, a economia em 2018 será de R$ 4,6 bilhões. Em 2019, o valor passa a ser de R$ 14,6 bilhões, em 2020, de R$ 26,7 bilhões e, em 2021, R$ 39,7 bilhões. Para o regime próprio, a economia é entre R$ 5 bilhões a R$ 7 bilhões por ano. Os números são em valores correntes e serão reajustados pela inflação. Os números repassados pelo secretário se referem apenas à União ele afirmou não ter base para calcular o tamanho da economia de Estados e municípios com a reforma. O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda afirmou que os políticos terão regras de transição diferenciadas para as novas regras da Previdência (idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de contribuição de 25 anos). "Os políticos estão na mesma situação dos policiais militares, não temos como estabelecer regra de transição diferenciada. Cada ente vai estabelecer sua regra de transição", afirmou. No caso de deputados e senadores, a regra de transição será proposta pelo próprio Legislativo. Questionado sobre os "estímulos" que os parlamentares teriam em propor uma regra de transição para eles mesmos, o assessor especial da Casa Civil Bruno Bianco Leal disse que "o futuro vai nos dizer (quem vai apresentar)" e que "certamente terá" a proposta. "Quem já está no sistema pode ser que já esteja dentro (das novas regras), vai depender da regra de transição. Não podemos criar norma constitucional que trate dessas pessoas", afirmou Leal. No caso de políticos de outras esferas, caberá aos Legislativos estaduais e municipais regulamentar essa regra. Caetano reforçou que os políticos estarão no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), ou seja, vão respeitar as regras do INSS, inclusive o valor máximo de benefício. Caetano informou que a proposta de Reforma da Previdência determina que os Estados e municípios que têm regimes próprios de previdência criem suas próprias previdências complementares. O prazo para a criação é dois anos. Nos Estados e municípios que não têm o regime próprio, a aposentadoria dos servidores estará vinculada ao Regime Geral de Previdência Social. Ou seja, ganharão o teto do INSS. Quem quiser ganhar mais do que o teto terá que fazer sua previdência complementar. Os servidores da União já têm desde 2013 a previdência complementar. O secretário insistiu que a opção do governo pelo lado da arrecadação se fará pela via da revisão das renúncias previdenciárias e não por aumento de impostos. Marcelo Caetano procurou reagir com naturalidade em relação à rejeição da proposta de Reforma da Previdência pelas centrais sindicais. "Na democracia temos que conviver bem com ideias diferentes", argumentou o secretário. Na segunda-feira, depois da apresentação da proposta pelo presidente Michel Temer, representantes das centrais sindicais deixaram claro que a proposta do jeito que foi desenhada não passará no Congresso e acarretará uma "grande confusão" no País. "Ainda bem que a gente vive numa democracia. E eu gosto disso. E um dos pressupostos da democracia é termos nossa ideias e convivermos com ideias diferentes e que as pessoas possam se manifestar", afirmou. Ele disse que é natural a critica das propostas. O secretário não quis, porém, fazer comentários sobre os riscos das incertezas políticas, que cresceram na segunda com a saída do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado, atrapalharem a reforma. Para não comprometer as negociações da reforma da Previdência no Congresso Nacional, o secretário de Previdência Social não quis apontar quais pontos da reforma da Previdência o governo considera "inegociável". Questionado sobre o que não poderia ser mudado na proposta, o secretário disse apenas que, se o texto for muito alterado durante a tramitação no Congresso Nacional, será necessária uma nova reforma em um curto período de tempo. "Temos a alternativa de fazer uma reforma que dure algumas décadas, ou, caso venha a se perder muito, em 2019 terá outra entrevista coletiva, com outras pessoas, propondo coisas muito parecidas", afirmou. A tramitação da reforma deverá ser cercada de polêmica e já enfrenta resistência de representantes dos trabalhadores. Sindicalistas criticaram a proposta, principalmente a regra de transição, considerada por eles injusta para os trabalhadores que estão no mercado há muitos anos e ainda não teriam a idade mínima de transição (50 anos para homens e 45 anos para mulheres). Caetano disse que a "não-reforma" não é uma opção. "A não-reforma já ocorreu e aparece hoje em vários Estados, de não conseguir pagar (benefícios previdenciários). A previsão do governo é de que a reforma seja aprovada entre o fim do primeiro semestre e o começo do segundo. Caetano ponderou que a decisão será democrática, no Congresso Nacional. "Não vivemos em governo tecnocrático. O papel do Congresso é fundamental", afirmou. "Estamos olhando uma visão de longo prazo, de país."

Fonte: Bahia Notícias

Petrobras anuncia nova redução na gasolina e no diesel nas refinarias


Companhia diz que decisão pode reduzir o litro do diesel em 0,20 e o da gasolina em R$ 0,05


A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) que decidiu reduzir em 3,1% o preço da gasolina nas refinarias e o preço do diesel em 10,4%, a partir da meia-noite desta terça-feira (9).
Há 25 dias, a estatal decidiu reduzir o preço dos combustíveis em, respectivamente 2,7% e 3,2%. Na ocasião, a Petrobras anunciou que a decisão teria um impacto e 0,05 por litro no bolso do consumidor. A redução, no entanto, não foi repassada pelos postos.
Em comunicado, a estatal disse que a decisão aconteceu por conta da queda recente dos preços do petróleo nos mercados internacionais e pela redução da participação da empresa nas vendas no mercado interno.
— Essas variáveis justificaram uma correção maior nos preços do diesel que na gasolina.
No comunicado, a Petrobras repete que a metodologia definida pela empresa "prevê a revisão dos preços cobrados nas refinarias pelo menos uma vez por mês após análise do comitê formado pelo presidente da companhia, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relação com Investidores".
A decisão será detalhada na manhã de quarta-feira em entrevista coletiva do diretor de Refino e Gás Natural da Petrobras, Jorge Celestino, informou a companhia.

Com repatriação e PEC do teto, dólar cai para R$ 3,12




O dólar americano opera em baixa nesta segunda-feira (24), em reação à expectativa de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto dos gastos e pela aproximação do fim do prazo do programa de adesão ao programa de repatriação de recursos no exterior. No início desta segunda, a moeda americana opera em baixa de mais de 1% e caiu para o patamar de R$ 3,12. Caso encerre neste valor, pode ser a menor cotação desde julho de 2015.

FONTE: BAHIA NOTÍCIAS


Dólar cai mais de 2% e fecha abaixo de R$ 3,40 pela 1ª vez em quase 1 ano

Moeda recuou pela 6ª sessão, a R$ 3,36; em 2016, dólar perdeu 14,6%.
BC não agiu e mercado reagiu a declarações de futuro presidente do órgão.



O dólar fechou em forte queda nesta quarta-feira (8), abaixo de R$ 3,40 pela primeira vez em quase um ano. A queda acompanhou o ambiente favorável nos mercados do exterior. O Banco Central permitiu a baixa da moeda, e não fez intervenção pelo sexto dia de negócios seguido.
A moeda norte-americana fechou em baixa de 2,28%, cotada a R$ 3,3697 para venda. Veja a cotação do dólar hoje. É o menor valor desde o dia 29 de julho do ano passado, quando fechou a R$ 3,3293.
A última vez que o dólar foi cotado abaixo de R$ 3,40 foi no dia 30 de julho, a R$ 3,3710.
Na semana, a moeda dos EUA recuou 4,4%. No mês de junho, perdeu 6,7% e, no acumulado de 2016, o dólar teve desvalorização de 14,6% frente ao real.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, queda de 1,12%, a R$ 3,4101
Às 9h40, queda de 1,82%, a R$ 3,3857
Às 10h30, queda de 1,59%, a R$ 3,3993
Às 11h40, queda de 1,43%, a R$ 3,3992
Às 12h10, queda de 1,53%, a R$ 3,3957
Às 12h40, queda de 2,13%, a R$ 3,375
Às 13h20, queda de 2,09%, a R$ 3,3765
Às 13h30, queda de 1,91%, a R$ 3,3825
Às 14h45, queda de 1,74%, a R$ 3,3885
Às 15h55, queda de 2,15%, a R$ 3,3742
Declarações sobre o câmbio
Além do cenário externo positivo, também refletiram as declarações, na véspera, do indicado para a presidência do Banco Central,defendendo que a variação do dólar deve ser flutuante (sem o controle do BC). Isso fez o mercado entender que o futuro chefe do BC estaria confortável com o dólar abaixo de R$ 3,50 – patamar até então entendido como o "piso" permitido pelo órgão.
"Muita gente no mercado via um piso nos R$ 3,50 e as declarações do Ilan contrariaram essa tese", disse à Reuters o operador da corretora Ativa Arlindo Sá. "Aí o real veio com tudo [se fortaleceu], embalado também pelo cenário externo positivo". Sá disse haver espaço para o dólar recuar ainda mais, mas não estimou patamares.
Esse movimento de queda depende, porém, de uma trégua no cenário político, em meio a escândalos que vêm alimentando preocupações com a capacidade do governo de aprovar medidas de aperto econômico no Congresso Nacional. "Tem muita água para rolar ainda. O jogo só acaba quando termina", afirmou.
O dólar nesta quarta
O cenário externo foi favorável, com alta dos preços do petróleo, números positivos das importações na China e menores expectativas de alta dos juros nos EUA
Repercutiram as declarações de Ilan Goldfajn, novo presidente do Banco Central, em defesa do câmbio flutuante - sem a interferência do BC no dólar
O mercado seguiu atento ao cenário político, à espera da decisão de Teori Zavascki sobre o pedido de prisão de José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha
O mercado também ficou atento ao cenário político, à espera da decisão de Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, sobre o pedido de prisão de José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha, todos do PMDB.

Cenário externo
O dia no cenário internacional foi marcado por forte alta dos preços do petróleo, que atingiram o maior nível em 8 meses no terceiro dia de ganhos.

Além disso, números sobre as importações da China aumentaram expectativas de melhora na economia do país. As exportações chinesas caíram mais do que o esperado em maio devido à demanda fraca, mas as importações superaram as projeções, indicando melhora da demanda interna, segundo informações da Reuters.
Além disso, vêm enfraquecendo as apostas de alta de juros nos Estados Unidos no curto prazo, após dados fracos sobre o mercado de trabalho norte-americano e declarações da presidente do Federal Reserve, banco central norte-americano, Janet Yellen. Juros mais altos nos EUA atrairiam investidores para aquele país, aumentando assim uma tendência de alta sobre o real.
Bovespa
A bolsa paulista fechou em alta nesta quarta(8), puxada pela Petrobras e favorecida pela alta de commodities, após dados da balança comercial chinesa reforçarem estabilidade da segunda maior economia do mundo. O tom positivo também foi endossado pela ausência de novos ruídos no cenário político. O Ibovespa subiu 2,26%, aos 51.629 pontos.

Último fechamento
O dólar fechou em queda na terça-feira (7), pela quinta sessão seguida, após o indicado para a presidência do Banco Centra defender o câmbio flutuante durante sabatina no Senado. A moeda recuou 1,2%, a R$ 3,4486 na venda.

Fonte: G1

Ministério Público aponta fraudes de R$ 2,5 bilhões no Bolsa Família


Em Brasília


Um levantamento feito pelo Ministério Público Federal apontou suspeitas de fraudes no pagamento do programa Bolsa Família que podem chegar a R$ 2,5 bilhões e atingir 1,4 milhão de beneficiários.
Entre as possíveis irregularidades encontradas pelo órgão há saques realizados em nome de pessoas que já morreram, indivíduos sem CPF ou com CPFs múltiplos, além de pessoas que estariam recebendo o benefício sem ter direito, como servidores públicos e doadores de campanhas políticas.
Os dados foram levantados a partir do cruzamento de informações do cadastro de beneficiários com dados da Receita Federal, TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Tribunais de Contas.
Essas irregularidades foram identificadas em pagamentos feitos entre 2013 e 2014. O Ministério Público deu prazo de 30 dias para que o Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário informe quais providências serão tomadas diante de inconsistências identificadas.
O levantamento fez parte de um projeto lançado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em junho do ano passado, e tem como objetivo de combater as fraudes do programa.
Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário afirmou que "não ignora a possibilidade de irregularidades ocorridas na gestão anterior", isto é, da presidente afastada Dilma Rousseff.
O texto também diz que a "pasta está empenhada em aperfeiçoar o controle e os mecanismos de fiscalização dos beneficiários do Bolsa Família" e que integrantes do ministério entraram em contato com o Ministério Público Federal para tratar do assunto e criar um comitê de controle "para depurar e garantir que o Bolsa Família seja destinado para quem mais precisa".


Dívida pública sobe 1,8% em setembro, para R$ 2,73 trilhões

Informação foi divulgada nesta segunda-feira (26) pelo Tesouro Nacional.
Emissão líquida, despesa com juros e alta do dólar impulsionaram dívida.













A dívida pública federal, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, cresceu 1,8% em setembro deste ano, para R$ 2,73 trilhões, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (26) pela Secretaria do Tesouro Nacional. Em agosto, o endividamento público estava em R$ 2,68 trilhões.
VALOR DA DÍVIDA
em R$ trilhões
2,2472,3292,4412,4512,4962,5832,6032,6862,734Jan/15Fev/15Mar/15Abr/15Mai/15Jun/15Jul/15Ago/15Set/1500,511,522,53
Fonte: Tesouro
O aumento da dívida em setembro deste ano está relacionado com a emissão líquida de títulos públicos (emissões maiores do que vencimentos) em R$ 13,45 bilhões, à apropriação de juros, no valor de R$ 34,89 bilhões - que engloba a alta do dólar, responsável pelo aumento da dívida externa, cotada e moeda estrangeira.
Papéis da dívida
No mês passado, ainda segundo o Tesouro Nacional, foram emitidos R$ 75,45 bilhões em papéis da dívida federal (ou seja, o governo pegou emprestado), ao mesmo tempo em que foram resgatados (pagos) R$ 62 bilhões.
Com isso, a chamada emissão líquida (acima dos vencimentos) somou R$ 13,45 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas com juros totalizaram R$ 34,89 bilhões.
Somente a dívida externa subiu R$ 11,6 bilhões no mês passado, principalmente por causa da alta do dólar. Como a dívida no exterior é cotada em moeda estrangeira, principalmente o dólar, quando estas moedas sobem, consequentemente também aumenta o valor da dívida externa - que somou R$ 145 bilhões no fim de setembro, contra R$134 bilhões no fechamento de agosto.
Programação para 2015
No início deste ano, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que, após terminar 2014 em R$ 2,29 trilhões, a dívida pública pode chegar ao patamar máximo de R$ 2,6 trilhões no fechamento de 2015. As informações foram divulgadas por meio do Plano Anual de Financiamento (PAF). No mês passado, porém, revisou esse teto para R$ 2,8 trilhões. Ou seja, informou que a dívida subirá mais em 2015.
Compradores
Os números do Tesouro Nacional também revelam que a participação dos investidores estrangeiros na dívida pública interna voltou a recuar em setembro – após a perda do grau de investimento pela Standard & Poors. No mês passado, os não residentes detinham 18,85% do total da dívida interna (R$ 487 bilhões) contra 19,14% (R$ 488 bilhões) em agosto.
Com isso, os estrangeiros seguem na quarta colocação de principais detentores da dívida pública interna, atrás das instituições financeiras (25,36% do total, ou R$ 656 bilhões em agosto), dos fundos de previdência (20,88%, ou R$ 540 bilhões) e os fundos de investimento (20,08% do total, ou R$ 519 bilhões). No mês passado, os fundos de previdência passaram os fundos de investimentos na participação da dívida pública brasileira.
Perfil da dívida
O Tesouro Nacional informou ainda que o estoque de títulos prefixados (papéis que têm a correção determinada no momento do leilão) somou R$ 1,11 trilhão em setembro, ou 43,18% do total, contra R$ 1,10 trilhão, ou 43,26% do total, em agosto. O cálculo foi feito após a contabilização dos contratos de swap cambial.
Os títulos atrelados aos juros básicos da economia (os pós-fixados), por sua vez, tiveram sua participação diminuída em setembro. No fim do mês passado, estes títulos públicos representavam 6,9% do estoque total da dívida interna, ou R$ 179 bilhões, contra 7,5% do total (R$ 191 bilhões) em agosto.
A parcela da dívida atrelada aos índices de preços (inflação) somou 33,48% do total em setembro deste ano, ou R$ 866 bilhões, contra 33,67% do total em agosto de 2015 – o equivalente a também a R$ 859 bilhões.
Contratos de swap
Os ativos indexados à variação da taxa de câmbio, por sua vez, somaram 16,43% do total (R$ 425 bilhões) em setembro, contra R$ 397 bilhões (15,56% do total) em agosto deste ano. Trata-se da maior participação desde maio de 2004 - quando somou 16,58%.
O aumento da dívida atrelada ao dólar se deve à emissão de contratos de swap cambial – que funcionam como uma venda de dólares no mercado futuro (derivativos) para evitar uma alta maior na cotação do dólar.
Os swaps cambiais são contratos para troca de riscos. O Banco Central oferece um contrato de venda de dólares, com data de encerramento definida, mas não entrega a moeda. No vencimento deles, o BC se compromete a pagar uma taxa de juros sobre valor dos contratos e recebe do investidor a variação do dólar no mesmo período.
É uma forma de a instituição garantir a oferta da moeda norte-americana no mercado, mesmo que para o futuro, e controlar a alta da cotação.
O programa de oferta diária de swaps cambiais, que vigorava desde agosto de 2013, venceu no dia 31 de março. O Banco Central, no entanto, informou que iria renovar integralmente os contratos que vencem a partir de 1º de maio, "levando em consideração a demanda pelo instrumento e as condições de mercado".
Segundo a instituição, os leilões de venda de dólares com compromisso de recompra "continuarão a ser realizados em função das condições de liquidez do mercado de câmbio".

FONTE: G1

ECONOMIA

Dólar supera os R$ 4 e bate o maior valor desde o Plano Real


A cotação do dólar na manhã desta terça-feira (22) alcançou R$ 4 e é a mais alta, desde a criação do plano real, em 1994. Às 9h20, a cotação estava em R$ 4,0264. Ontem, apesar da intervenção do Banco Central (BC), a moeda norte-americana fechou o dia com alta de 0,57%, vendido a R$ 3,981. O recorde para o fechamento da moeda ocorreu em outubro de 2002, quando o dólar fechou o dia cotado em R$ 3,99.














http://p2.trrsf.com/image/fget/cf/460/0/images.terra.com/2015/09/21/Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Ontem (21), além de vender dólares no mercado futuro, por meio da rolagem (renovação) dos leilões de swap cambial, o Banco Central ofertou US$ 3 bilhões por meio de um leilão de venda com compromisso de recompra. Nessa modalidade, o BC vende dólares das reservas internacionais, mas adquire a divisa de volta algum tempo depois.
Para hoje, embora o BC não tenha anunciado, até o momento, novo leilão de venda com compromisso de recompra, a instituição fará mais um leilão de rolagem de swap cambial.
A cotação da moeda não tem caído nos últimos dias, apesar de o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, ter adiado o aumento da taxa básica de juros da maior economia do planeta, na reunião da última quinta-feira (17).
Desde o fim de 2008, os juros nos Estados Unidos estão entre 0% e 0,25% ao ano. Na época, o Fed cortou a taxa para estimular a economia americana em meio à crise no crédito imobiliário. A última elevação de juros nos EUA ocorreu em 2006.
Juros mais altos atraem capital para os títulos públicos americanos, considerados a aplicação mais segura do mundo. Os investidores retiram recursos de países emergentes, como o Brasil, pressionando a cotação do dólar.
Agência Brasil

Bahia tem a quinta gasolina mais cara do Brasil


O Estado da Bahia fica atrás apenas do Rio de Janeiro, que tem o preço máximo de R$ 4,519, Pará (R$ 4,180), Acre e Amazonas (R$ 4,100)


O Estado da Bahia fica atrás apenas do Rio de Janeiro, que tem o preço máximo de R$ 4,519, Pará (R$ 4,180), Acre e Amazonas (R$ 4,100)


Em dois postos de gasolina em Salvador, na Rua Djalma Dutra e no final da Rua dos Bandeirantes, no bairro de Brotas, o preço da gasolina estava custando, até ontem, R$ 3,340, bem abaixo do preço médio cobrado no Estado, de R$ 3,473, e mais distante ainda do preço máximo de R$ 3,909 cobrado no município de Porto Seguro, no Extremo Sul do Estado. O que acontece nos dois postos de combustíveis, contudo, é uma exceção no mercado consumidor, tanto de Salvador como no interior do Estado.
A gasolina na Bahia está entre as cinco mais caras do País, conforme relatório da Agência Nacional de Petróleo (ANP) divulgado entre os dias 24 e 30 de maio último. Enquanto o preço médio no Brasil estava custando R$ 3,455, em Salvador ela chega a custar R$ 3,590 no bairro da Pituba, e R$ 3,570 na Avenida Dorival Caymmi. O Estado da Bahia fica atrás apenas do Rio de Janeiro, que tem o preço máximo de R$ 4,519, Pará (R$ 4,180), Acre e Amazonas (R$ 4,100).
O Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniência do Estado da Bahia (Sindicombustível) culpa a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que alcança 30%,  colocando o Estado na segunda posição com maior taxa de impostos. Segundo o presidente do Sindicombustível, José Augusto Costa, “a Bahia tem a maior carga de impostos sobre a distribuição de gasolina no Brasil e os postos apenas cumprem uma lei de preços que não é ditada por eles”, diz.
Quando se verifica o preço mínimo cobrado nos postos fiscalizados pela ANP na Bahia, observa-se que a gasolina mais barata é vendida em Cadeias, na Região Metropolitana de Salvador,  a R$ 2,970 o litro. Já a mais cara é vendida em Porto Seguro, no Extremo Sul do estado, a R$ 3,990 o litro. A ANP fiscalizou os preços de combustíveis em postos de abastecimento em 34 dos 417 municípios da Bahia, entre 25 e 30 de Maio.
Não explica
Quem abastece o carro com freqüência em postos de Salvador, como o motorista Cláudio Silva, 42, morador de Cajazeiras, fica atento aos preços praticados e costuma esperar a oportunidade para encher o tanque. Na semana passada ele abastecia o veículo, um celta, no posto da Jaqueira do Carneiro, na saída de Salvador, na BR-324, pagando o preço de R$ 3,479 pelo litro. “Não entendo como um posto, que compra a gasolina no mesmo local, em Mataripe (Refinaria Landulpho Alves) consegue vender o produto a R$ 3,479 enquanto outro vende a R$ 3,590 (Pituba e Imbui)”, disse. 
O que ele não sabia anda é que em pelo menos dois outros postos, a mesma gasolina pode ser encontrada a R$ 3,340 o litro. “O preço é livre” contra argumenta o presidente do Sindicombustível, José Augusto Costa, justificando as margens de lucros de cada estabelecimento. Segundo argumentou, só a ANP pode explicar, por exemplo, porque sendo a refinaria Landuplho Alves, instalada a 50 quilômetros de Salvador, a única do Nordeste a fornecer gasolina para os estados da região, não consegue fazer chegar aos postos baianos um produto mais barato que nos outros estados do Nordeste.
Para ele a razão disso é que na Bahia a alíquota do ICMS chega a 30%, e o Estado tem a segunda carga tributária mais alta do país para os combustíveis. “O custo da gasolina na Bahia sai a R$ 2,85, quando agregados todos os impostos e a refinaria, que é onde todos compram, não explica o porquê do preço da gasolina ser diferenciado para os demais estados do Nordeste. A gente apenas compra e revende, não determinamos a política de preço”, justifica.
É também a mais cara do Nordeste
Para o Sindicombustível, o fato da maior ter a segunda maior alíquota do ICMS é um fator decisivo para que a nossa gasolina seja a quinta mais cara do Brasil e a mais cara da Região Nordeste. A Bahia cobra uma alíquota de 30% do ICMS, atrás apenas do Rio de Janeiro, cuja alíquota é de 31%. 
Paraná, Goiás e Minas Gerais cobram alíquota de 29%. O Pará cobra 28% e os estados de Alagoas, Ceará, Espírito Santo, maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe cobram 27% de ICMS. Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantis têm uma alíquota de 25% de ICMS.
Impostos são R$ 2,143 por litro
A pouco mais de 30 quilômetros de Salvador, o município de Candeias , na Região Metropolitana de Salvador,comercializa a gasolina mais barata da Bahia. Já Porto Seguro, a quase 800 quilômetros de distância, no Extremo Sul do estado, tem a gasolina mais cara. Em Salvador, a gasolina mais barata está nos bairros de Brotas e na Sete portas.; E as mais caras estão nos bairros da Pituba, Stella Maris e Imbuí.
À cada litro que a pessoa abastece na Bahia, está pagando R$ 2,143 de impostos. Os custos da gasolina na Bahia estão equiparados com o do Rio de Janeiro, fazendo com que o produto seja o que mais tem carga tributária. Quando somados os impostos e o preço praticado na refinaria, a gasolina chega ao posto de abastecimento a um custo de R$ 2,849 na Bahia e no Rio de Janeiro, contra R$ 2,569 em São Paulo, o menor custo no país.
Somente de taxa da  Cide (Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico) o baiano paga R$ 0, 73 por litro. Paga ainda R$ 0,29 de Cofins/Pis e mais R$ 1,041 do ICMS, totalizando R$ 2,143 do litro da gasolina. 

ATENÇÃO:
Ao entrar no Blog, deixe seu voto na Enquete de avaliação da Secretária de Educação de Inhambupe a frente da Pasta e Também qual o vereador mais atuante no primeiro semestre de 2015. Não se esqueça de votar.  A enquete fica do lado esquerdo do seu Monitor.  Blog Se Liga na Informação!!!

Petrobras cai de 30º para 416º lugar em lista de maiores do mundo


Ranking da Forbes reúne as 2.000 maiores companhias do mundo.
Itaú Unibanco é empresa brasileira melhor colocada, no 42ª posição.


Arte Petrobras lista Forbes (Foto: Editoria de Arte/G1)
Petrobras caiu quase 400 posições na lista das 2.000 maiores empresas do mundo publicada anualmente pela revista Forbes. A petroleira despencou da 30ª para a 416ª posição em relação ao ano passado. No ranking de 2013, a companhia ficou em 20º lugar. Em 2012, a gigante brasileira de petróleo aparecia no 10º lugar.
A revista destaca a Petrobras como uma das "maiores perdedoras de alto perfil" do ano, citando os "escândalos contábeis e de corrupção". Clique aqui para ver a lista completa
A estatal teve seus ativos avaliados em US$ 298,7 bilhões, ante a um valor de US$ 319,2 bilhões em 2014. Já o valor de mercado da companhia despencou em 1 ano de US$ 86,8 bilhões para US$ 44,4 bilhões.
O Brasil também diminuiu a sua participação na lista desse ano. O número de empresas brasileiras caiu de 25 para 24.
O Itaú Unibanco é empresa brasileira melhor colocada no ranking, aparecendo na 42ª posição. Na sequência, estão Banco Bradesco (61º lugar), Banco do Brasil (133º lugar) e Vale (413º lugar).
China lidera lista
As 4 primeiras colocadas do ranking são da China. O banco chinês ICBC é o primeiro da lista, com valor de mercado de US$ 278,3 bilhões, seguido pelo China Construction Bank, Agricultural Bank of China e Bank of China.
Na sequência, aparecem os bancos norte-americanos Berkshire Hathaway, JPMorgan Chase e a petroleira  Exxon Mobil.
Completam o top 10: PetroChina, General Electric e Wells Fargo.
Entre os destaques do ano, está o Facebook, que saltou mais de 200 posições, ficando em 280º lugar, devido ao aumento de receitas e lucros.
As 2 mil empresas da lista representam US$ 39 trilhões em faturamento, US$ 3 trilhões em lucros US$ 162 trilhões em ativos, com um valor de mercado em 2014 de US$ 48 trilhões, 9% a mais em relação ao ranking de 2013, segundo a Forbes.
Petrobras cai de 30ª para 416º lugar em lista de maiores do mundo (Foto: Reprodução?Forbes)Itaú Unibanco é a empresa brasileira melhor colocada na lista de maiores do mundo (Foto: Reprodução/Forbes)
FONTE: G1


ATENÇÃO:
Ao entrar no Blog, deixe seu voto na Enquete de avaliação da Secretária de Educação de Inhambupe a frente da Pasta. Não se esqueça de votar.  A enquete fica do lado esquerdo do seu Monitor.  Blog Se Liga na Informação!!!

Dívida pública tem maior aumento em quase cinco anos em março

No mês passado, dívida pública subiu 4,79%, para R$ 2,44 trilhões
Emissão líquida de dívida interna e apropriação de juros influenciam alta.


Dívida federal sobe para R$ 2,44 tri,
o maior aumento em quase 5 anos



A dívida pública federal, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, registrou aumento de 4,79% em março deste ano, para R$ 2,44 trilhões, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (27) pela Secretaria do Tesouro Nacional. Em fevereiro, o endividamento público estava em R$ 2,32 trilhões. Trata-se do maior crescimento mensal desde abril de 2010, quando a dívida avançou 6,02%, para R$ 1,58 trilhão.
Os números oficiais mostram que o aumento da dívida em março deste ano está relacionado, principalmente, com a emissão líquida (o governo emitiu mais dívidas do que pagou). No mês passado, foram emitidos R$ 147,15 bilhões em papéis da dívida federal, ao mesmo tempo em que foram resgatados (pagos) R$ 76,96 bilhões. Com isso, a emissão líquida somou R$ 70,19 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas com juros totalizaram R$ 41,39 bilhões.
Juros altos pagos pelo governo
Segundo o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Fernando Garrido, as emissões (R$ 147 bilhões) de papéis bateram recorde mensal em março deste ano. De acordo com ele, isso está relacionado com o forte volume de vencimentos do primeiro trimestre, além da remuneração paga pelo governo brasileiro. Em termos reais (após o abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses), os juros brasileiros são os maiores do mundo.
Ele informou que, em março, o Tesouro Nacional pagou juros entre 12,95% e 13,38% ao ano em papéis prefixados com vencimento em 2019 - ou seja, um valor acima dos juros básicos da economia, atualmente em 12,75% ao ano. Isso ocorre porque a percepção dos investidores de que haverá uma nova alta nos juros básicos das economia, de 12,75% para 13,25% ao ano nesta semana, já se reflete na curva futura de juros e, também, nos juros pedidos pelo mercado financeiro.
"As taxas de juros [pagas pelo Tesouro Nacional] refletem a percepção dos investidores. O Tesouro atua como tomador de taxas neste caso. As taxas futuras refletem as expectativas em relação aos juros. A gente não julga nível de taxas de juros, que são de mercado. Aparentemente, os investidores estão julgando que as taxas são interessantes", declarou Garrido, do Tesouro Nacional.
EVOLUÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA
Em R$ trilhões
2,082,052,122,22,172,162,182,152,22,292,242,322,44em R$ trimar/14abr/14mai/14jun/14jul/14ago/14set/14out/14nov/14dez/14jan/15fev/15mar/1522,12,22,32,42,5
Fonte: Tesouro
Programação para 2015
De acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida pública pode chegar ao patamar máximo de R$ 2,6 trilhões no fim deste ano – R$ 305 bilhões a mais em relação ao fechamento de 2014.
O Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública, feito pelo Tesouro Nacional, também estabelece um piso de R$ 2,45 trilhões para o débito público no fim deste ano, o que representaria uma alta de R$ 155 bilhões em comparação com dezembro do ano passado.
Em 2015, os vencimentos de títulos públicos previstos somam R$ 571 bilhões, ao mesmo tempo em que os encargos da dívida pública totalizam R$ 63 bilhões. O governo prevê, entretanto, o uso de R$ 147,1 bilhões em recursos orçamentários para pagar os vencimentos neste ano.
Perfil da dívida
Os números do governo federal, calculados após a contabilização dos contratos de "swap cambial", mostram que o estoque de títulos prefixados (papéis que têm a correção determinada no momento do leilão) somou R$ 989 bilhões em março, ou 42,7% do total, contra R$ 911 bilhões, ou 41,1% do total, em fevereiro.
Os títulos atrelados aos juros básicos da economia (os pós-fixados), por sua vez, tiveram sua participação reduzida em março. No fim do mês passado, estes títulos públicos representavam 4,69% do estoque total da dívida interna, ou R$ 108 bilhões, contra 6,6% do total (R$ 146 bilhões) em fevereiro.
A parcela da dívida atrelada aos índices de preços (inflação) somou 36,48% em março deste ano, ou R$ 845 bilhões, contra 37,11% do total em fevereiro de 2014 – o equivalente a R$ 821 bilhões.
Contratos de swap
Os ativos indexados à variação da taxa de câmbio, por sua vez, somaram 16,12% do total (R$ 373 bilhões) em março, contra R$ 334 bilhões, ou 15,09% do total, em fevereiro deste ano. O aumento da dívida atrelada ao dólar se deve à emissão de contratos de swap cambial – que funcionam como uma venda de dólares no mercado futuro (derivativos) para evitar uma alta maior na cotação do dólar.
Os swaps cambiais são contratos para troca de riscos. O Banco Central oferece um contrato de venda de dólares, com data de encerramento definida, mas não entrega a moeda norte-americana. No vencimento deles, o BC se compromete a pagar uma taxa de juros sobre valor dos contratos e recebe do investidor a variação do dólar no mesmo período. É uma forma de a instituição garantir a oferta da moeda norte-americana no mercado, mesmo que para o futuro, e controlar a alta da cotação.
No fim de fevereiro, o BC de que não iria renovar o programa de oferta diária de swaps cambiais (que funcionam como uma venda futura de dólares), que venceu no dia 31 de março. Acrescentou, porém, que vai renovar integralmente os contratos que vencem a partir de 1º de maio, "levando em consideração a demanda pelo instrumento e as condições de mercado". Segundo a instituição, os leilões de venda de dólares com compromisso de recompra "continuarão a ser realizados em função das condições de liquidez do mercado de câmbio".

FONTE: G1

Medicamentos deverão ter aumento de até 7,7%

Foi publicada nesta terça-feira (31), no Diário Oficial da União resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), a autorização para o aumento nos preços dos remédios que podem variar de 5% a 7,7%, de acordo com o tipo de medicamento.
Na lista para o reajuste estão produtos para tratamentos de doenças graves, antibióticos, anti-inflamatórios, diuréticos, vasodilatadores e ansiolíticos no total de 19 mil rótulos de medicações. Já os fitoterápicos e homeopáticos, por sua vez, têm preços liberados e não terão aumento. 
São três faixas de aumento — conforme a participação dos genéricos no faturamento — para o preço na saída das fábricas. O reajuste mais alto, de 7,7%, será para os medicamentos da classe em que a participação de genéricos no faturamento é igual ou superior a 20%. 

Fonte: Bocão News

Dólar fecha acima dos R$ 3 pela primeira vez desde 2004


A moeda norte-americana fechou R$ 3,0115, em alta de 1,03%.
Este é o maior valor desde 16 de agosto de 2004.




O dólar fechou acima dos R$ 3 na tarde desta quinta-feira (5). O mercado segue atento ao programa cambial do Banco Central e às incertezas quanto ao ajuste das contas públicas, depois que o presidente do Senado rejeitou a medida provisória que trata de desonerações tributárias.
A moeda norte-americana fechou R$ 3,0115, em alta de 1,03%. Veja cotação.
Este é o maior valor desde 16 de agosto de 2004, quando a moeda terminou o dia cotada a R$ 3,0146, segundo dados do Banco Central.

Nesta quinta, a moeda variou entre R$ 2,9798 e R$ 3,0231, segundo a Reuters. Nos últimos quatro dias, o dólar acumulou alta de 5,44%. No ano, há valorização de 13,27%.
A alta se acentuou mesmo após o Banco Central manter o ritmo do aperto monetário e elevar a Selic em 0,50 ponto percentual, deixando em aberto o próximo passo da taxa básica de juros.
"Os problemas ainda são os mesmos. A tendência no curto, médio e longo prazos é dólar para cima", disse à Reuters o gerente de câmbio da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo.
Escalada do dólar
Veja o valor de fechamento em R$ por data.
2,87882,87922,83342,86812,88522,8562,89512,9282,98073,0115cotação20/0223/0224/0225/0226/0227/0202/0303/0304/0305/032,82,852,92,9533,05
Gráfico elaborado em 05/03/2015
Ajuste nas contas públicas
Na terça-feira (3), o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) surpreendeu o Executivo aorejeitar a medida provisória 669, que reduzia a desoneração da folha de pagamentos das empresas.
Pouco depois, o governo enviou um projetode lei com urgência constitucional, assinado pela presidente Dilma Rousseff, para substituir a MP.
"A devolução da MP mostra que o governo vai ter mais dificuldade para fazer o ajuste fiscal e que vai ter barreiras políticas no caminho”, disse na quarta-feira (4) o economista da Tendências Rodolfo Oliveira.
A perspectiva de melhora da política fiscal vinha sendo uma luz no fim do túnel em meio ao cenário de contração econômica e inflação acima de 7%. À medida que se torna mais difícil para o governo cortar seus gastos, a pressão cambial também se intensifica.
"O dólar já estava em uma tendência de alta em função dos fundamentos [econômicos] deteriorados. Agora, há esse 'a mais', que é o cenário político conturbado dificultando a implementação do ajuste fiscal", disse na quarta-feira à Reuters o analista da WinTrade Bruno Gonçalves, que não tem expectativas de alívio no câmbio no curto prazo.
Com isso, cresce a ansiedade do mercado sobre o futuro do programa de intervenção do Banco Central no câmbio.
Segundo analistas, as expectativas de uma política fiscal mais contracionista eram o único fator amortecendo a pressão sobre o dólar pela deterioração dos dados econômicos. A inflação deve superar 7% no período mesmo com a provável contração da economia.
Cenário externo
A perspectiva de alta dos juros nos Estados Unidos, que poderia atrair para a maior economia do mundo recursos atualmente aplicados em países como o Brasil, também vem elevando as cotações do dólar globalmente.
Investidores buscarão mais sinais sobre quando isso de fato acontecerá no relatório de emprego do governo norte-americano, que será divulgado na sexta-feira.
Intervenções do BC
O atual programa de leilões diários de swap cambial (equivalente a oferta futura de dólares) está marcado para durar até pelo menos o fim deste mês, e a sinalização de que o BC pretende rolar apenas parcialmente os contratos que vencem em 1º de abril já injetou incerteza no mercado.
"Isso tudo dá mais fôlego para o mercado testar o BC", disse o operador de câmbio da corretora Intercam Glauber Romano. "Se não houvesse esta interferência do BC, o câmbio já deveria estar no patamar de R$ 2,90 há alguns meses", explicou o professor do Insper Otto Nogami.
Nesta manhã, o Banco Central dá continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio ofertando até 2 mil swaps cambiais, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de fevereiro de 2016.
O BC faz ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril, que equivalem a 9,964 bilhões de dólares, com oferta de até 7,4 mil contratos. Até agora, o Banco Central rolou cerca de 11% do lote total.

FONTE: G1

Gasolina pode chegar a R$ 4,25 na Bahia a partir de domingo


Gasolina pode chegar a R$ 4,25 na Bahia a partir de domingo
Foto: Reprodução / Bold Ride
A partir deste domingo (1), entra em vigor o reajuste sobre a gasolina, o etanol e o diesel, que deve elevar em R$ 0,40 o litro da gasolina. Segundo informações do jornal A Tarde, em Salvador, os postos comercializavam a gasolina entre R$ 3,14 e R$ 3,29. Em alguns municípios do Sul do estado, o combustível era comercializado por até R$ 3,85. Com o reajuste, o valor pode chegar a R$ 4,25. "É um dos maiores aumentos da história dos combustíveis no Brasil. Tenho posto desde 1994 e nunca vi o governo promover uma alta deste nível nos preços de venda aos postos, penalizando empresários e consumidores", afirmou ao A Tarde o presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis do Estado da Bahia (Sindicombustíveis), José Augusto Costa. Pelos cálculos do sindicato dos postos, o aumento é formado por um conjunto de fatores:  o aumento do preço do álcool anidro, que é misturado à gasolina, representa impacto de até R$ 0,07 no preço final; o aumento na quantidade do produto na mistura com a gasolina, passando de 25% para 27% na composição final, gerando impacto de até R$ 0,06 no valor das bombas. O maior peso vem das mudanças previstas no PIS/Cofins que, segundo o Sindicombustíveis, impacta em R$ 0,22 no preço. Os demais R$ 0,05 são do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os aumentos anteriores.

Fonte: Bahia Notícias

Atenção:

Ao entrar no Blog, deixe o seu voto na Pesquisa de quem você votaria para Prefeito de Inhambupe em 2016. A Enquete está situada no lado esquerdo de seu MONITOR. Não Esqueça!! Depois divulgaremos os Resultados.  Agradece o Blog Se Liga na Informação!!

Real é a 4ª moeda com maior desvalorização

O dólar já acumulava alta de 6,6% no ano em relação ao real, conforme levantamento feito pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado






















Dólar subiu muito em relação ao Real
Foto: R7

Após certa acomodação em janeiro, o dólar mostrou forte aceleração em relação ao real nas duas primeiras semanas de fevereiro. O movimento foi tão intenso que o real passou a ser a quarta divisa que, no acumulado de 2015, mais perdeu valor em comparação ao dólar, considerando um total de 47 moedas negociadas no mercado à vista de Forex (câmbio internacional). No fim de janeiro, a moeda brasileira era apenas a 23ª no ranking de perdas ante o dólar.
Até sexta-feira, 13, o dólar já acumulava alta de 6,6% no ano em relação ao real, conforme levantamento feito pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Esta valorização só é inferior à registrada pelo dólar ante a naira da Nigéria (+11,46%), a coroa da Suécia (+7,48%) e o dólar do Canadá (+7,14%). Ontem, o dólar à vista negociado no balcão subiu 0,32%, aos R$ 2,8440, no sétimo avanço dos últimos dez dias úteis.
Nos últimos dias, o que mudou foi a percepção em relação ao Brasil. Em 30 de janeiro, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deu a largada no movimento mais intenso de valorização do dólar ante o real ao afirmar que não tem a intenção de manter o câmbio "artificialmente valorizado". Na visão de boa parte dos investidores, o comentário foi uma indicação de que o governo pretende deixar o câmbio livre e pode até acabar com o programa de leilões diários de swap (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro) depois de março.
As notícias que saíram nas duas primeiras semanas de fevereiro não foram favoráveis e elevaram o pessimismo em relação ao País. Do risco de racionamento de água e luz à desconfiança sobre a capacidade de o governo cumprir a meta para as contas públicas em 2015, tudo serviu de motivo para que os investidores buscassem a segurança do dólar.
"Após um início de ano que indicava um período de calmaria no câmbio, o cenário mudou", afirma Silvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria. De acordo com ele, várias ações do governo também pesaram para a desvalorização do real. As escolhas de Aldemir Bendine e de Miriam Belchior para a presidência da Petrobrás e da Caixa, respectivamente, passaram um sinal contraditório, diz Silvio. "Esses dois nomes são muito alinhados com a política econômica do primeiro mandato, o que colocou um pouco de dúvida sobre a disposição do governo de mudar a economia." Além disso, houve uma deterioração do quadro político com a eleição de Eduardo Cunha (PMDB) para a presidência da Câmara dos Deputados, o que tende a dificultar a relação do governo com o Congresso.
Tendência
Entre os profissionais ouvidos pelo Broadcast há consenso de que a tendência para o dólar é de alta. E poucos se arriscavam a dizer em qual nível a moeda americana vai se estabilizar. Um dólar a R$ 3,00 já era projetado por alguns para o meio do ano, assim como uma moeda a R$ 3,20 no fim de 2015.
A tendência mais geral para o dólar deve vir dos Estados Unidos. Se o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) der a partida em seu processo de alta dos juros, o mercado global de moedas tende a passar por mais ajustes de alta para o dólar. Colaborou Luiz Guilherme Gerbelli. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Atenção:

Ao entrar no Blog, deixe o seu voto na Pesquisa de quem você votaria para Prefeito de Inhambupe em 2016. A Enquete está situada no lado esquerdo de seu MONITOR. Não Esqueça!! Depois divulgaremos os Resultados.  Agradece o Blog Se Liga na Informação!!


Bahia - Litro da gasolina custará mais de R$ 4 na Bahia a partir deste domingo


Gasolina fica R$ 0,40 mais cara neste domingo na Bahia


  • Margarida Neide | Ag. A TARDE
    Percentual da nova mistura não está definido e vai depender dos resultados dos testes
Hoje é o último dia para os proprietários de veículos tentarem comprar combustíveis pelos preços atuais. A partir deste domngo, 1º, entra em vigor o novo pacote de reajuste sobre a gasolina, etanol e diesel. As medidas devem elevar, em cerca de  R$ 0,40, o litro da gasolina, por exemplo, conforme estima o sindicato dos postos de combustíveis do estado da Bahia (Sindicombustívies).
"É um dos maiores aumentos da história dos combustívies no Brasil", afirma o presidente da entidade, José Augusto Costa. "Tenho posto desde 1994 e nunca vi o governo promover uma alta deste nível nos preços de venda aos postos, penalizando empresários e consumidores", completa.
Até esta sexta, 30, os postos comercializavam gasolina em Salvador entre R$ 3,14 e R$ 3,29. No interior, os preços variavam entre R$ 2,97 e R$ 3,85. Com a alta de cerca de R$ 0,40, os preços em Salvador podem saltar para até R$ 3,69. Em municípios do sul do estado, onde os postos comercializam o litro do roduto por até R$ 3,85, o valor pode ultrapassar os R$ 4, chegando a até R$ 4,25 -  conforme levantamento do sindicato.
Fazendo caixa
De acordo com o presidente da entidade, a princípio, o aumento só deveria ser repassado para as bombas na segunda-feira, 2, "mas só que muitos empresários já vão ter que fazer caixa para ter de comprar o produto com o aumento na segunda", como justifica Costa.
Nesta sexta, o sindicato recomendou aos postos baianos que, assim que receberem as notas fiscais das distribuidoras, que afixem nos postos seus valores de compra, "para quando o consumidor reclamar, achando que é usura do empresário, quando na verdade também somos prejudicados com tantos aumentos na carga tributária", frisou.
Pelos cálculos do sindicato dos postos, o aumento de cerca de R$ 0,40  no preço da gasolina será formado por um conjunto de fatores: o preço do álcool anidro, que é misturado à gasolina, vai aumentar, representando um impacto de até R$ 0,7 no preço final para o consumidor; também haverá aumento da quantidade do produto na mistura com a gasolina, passando de 25% para 27% na composição final, o que vai representar um impacto de até R$ 0,6 no valor nas bombas.
O maior peso, entretanto, vem das mudanças previstas no PIS/Cofins, o que, segundo o Sindicato, vai impactar o preço em R$ 0,22. Os R$ 0,05 restantes viriam da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os aumentos já citados. 
Etanol e diesel
Costa explica que, no caso do etanol, a alta se dará por conta do reajuste da pauta de tributação (preço do litro considerado para a cobrança do ICMS pelo governo). Atualmente, a pauta é R$ 2,25, mas vai aumentar para R$ 2,45. "Em cima disso, aplica-se a alíquota de 27%", explica o empresário. A alta do etanol para o consumidor final deve, por tanto, ficar em R$ 0,20.
No caso do diesel, o Sindicombustíveis prevê que o aumento nas bombas seja de R$ 0,15. "Haverá aumento do biodiesel, que é misturado ao produto, além da incidência dos 17% do ICMS", explica Costa.
O presidente do sindicatos dos postos  ainda lembra o aumento previsto, somente na Bahia, da alíquota do ICMS para a gasolina, a partir de abril: de 27% para 30%: "Mais R$ 0,12 ou R$ 0,23  no preço final". O diretor do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas da Bahia, Dagmar Martins, lamenta os aumentos e diz temer os reflexos nas negociações salariais.

FONTE: A TARDE

Atenção:
Ao entrar no Blog, deixe o seu voto na Pesquisa de Avaliação do Vereador mais atuante de Inhambupe em 2014 e Também se você concorda ou não com o vereador Querido ser o Presidente da Câmara Municipal. A Enquete está situada no lado esquerdo de seu MONITOR. Não Esqueça!! Depois divulgaremos os Resultados.  Agradece o Blog Se Liga na Informação!

Para Serra, política econômica de militares é exemplo


Segundo o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o tucano José Serra está correto porque o que falta, desde 1964, é planejamento de longo prazo e reformas estruturais
























Ex-governador José Serra (PSDB)  foi eleito, em 2014, senador por São Paulo
30-Set2014/Divulgação
Ex-governador José Serra (PSDB) foi eleito, em 2014, senador por São Paulo

O senador José Serra (PSDB-SP) acredita que falta ao Brasil uma discussão sobre os rumos da economia, inclusive por parte de seus pares. Para o tucano, "a oposição precisa passar da crítica para a discussão de rumos" e o país carece de um planejamento de longo prazo, como teve o governo militar.
"Um exemplo: 1964, golpe militar. A inflação estava 100% ao ano. Fizeram políticas de curto prazo, com série de medidas e reformas, mas havia um projeto de curto e longo prazo que funcionou", ressaltou Serra.
Após uma breve palestra sobre a economia brasileira, o político disse, em conferência telefônica com jornalistas nesta quinta-feira (22), que as medidas adotadas pela nova equipe econômica (corte de gastos e aumentos de impostos) são para o curto prazo e citou como exemplo o governo militar (1964-1985).
"Dilma está fazendo o que disse que não faria: corrigindo seus erros. Estou surpreso com o pacote de medidas, que é bem-sucedido no sentido de dar sinais positivos ao mercado. Mas eu não quero ficar elogiando a Dilma", disse Serra. Apesar desse breve elogio, Serra classificou as medidas de ineptas porque atuam apenas no curto prazo.
O economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzzo concorda com Serra, mas corrige o índice de inflação informado por ele. Segundo o economista, em 1964, a inflação era de 84% ao ano.
"Estamos [Belluzzo e Serra] em lados opostos, mas ele está correto. O governo militar pensou a economia no longo prazo ao criar o Plano de Ação Econômica do Governo [PAEG], do Roberto Campos [ministro do Planejamento do governo Castello Branco]. Fizeram reforma tributária, fiscal, tarifária e reforçaram a capacidade industrial. Mas é preciso lembrar que naquele momento a economia internacional vivia anos de ouro [1948 até meados de 1970] e o governo soube aproveitar. Hoje, o momento é outro, de dificuldades para todos", explica o economista.
Belluzzo dá exemplos atuais de países que trabalham a economia com planejamento estrutural de longo prazo. "Coreia do Sul e China são bem-sucedidos, mesmo estando em lados opostos. As políticas deles são estruturais e o desepenho econômico muito bom."
Para Serra, o ajuste fiscal anunciado por Joaquim Levy, ministro da Fazenda, espanta por sua modéstia. "A questão fiscal estava deteriorando as condições do País, o que levaria a queda do grau de investimento e a uma maior dificuldade em buscar recursos paro estado. Há um imenso apoio da indústria, especialmente do mercado financeiro", avaliou Serra.
Belluzzo discorda nesse ponto. "O problema é que quem manda no Brasil são os macroeconomistas. Perdemos a cultura de debater as políticas públicas, as reformas necessárias. Estão entregando o poder de comandar a economia para o mercado financeiro, infelizmente."
José Serra foi ministro do Planejamento e da Saúde do governo Fernando Henrique Cardoso (de 1995 até 2012).
Luiz Gonzaga Belluzzo é economista e foi consultor pessoal de economia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff no início do primeiro mandato. Belluzzo também foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda durante o governo de José Sarney.
Veja como são as medidas anunciada por Levy
O minstro Joaquim Levy anunciou dia 19 de janeiro quatro medidas para compor o prometido ajuste fiscal. Segundo ele, o objetivo dessas medidas é aumentar a confiança na economia. Elas devem gerar um aumento da arrecadação em R$ 20,6 bilhões. 
Uma delas equipara por decreto o atacadista ao industrial para o efeito de incidência no IPI no setor de cosméticos. (Com efeito da medida de junho a dezembro de 2015 e incremento de R$ 381 milhões na arrecadação.) A outra, é o reajuste da alíquota do PIS/Cofins sobre a importação, de 9,25% para 11,75%. (O impacto a partir de junho deste ano deve ser de R$ 700 milhões.)
Por último, decreto altera a incidência do PIS/Cofins e Cide sobre combustíveis: o aumento das duas alíquotas juntas será de R$ 0,22 para gasolina e de R$ 0,15 para o diesel. Os efeitos financeiros estão na ordem de R$ 2,2 bilhões na arrecadação.
Em dezembro, o governo anunciou a alteração, por meio de Medida Provisória, de benefício previdenciários, como o seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença, abono salarial e auxílio-defeso (para trabalhadores que fazem pesca artesanal). As mudanças economizariam R$ 18 bilhões, segundo o governo.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Atenção:
Ao entrar no Blog, deixe o seu voto na Pesquisa de Avaliação do Vereador mais atuante de Inhambupe em 2014 e Também se você concorda ou não com o vereador Querido ser o Presidente da Câmara Municipal. A Enquete está situada no lado esquerdo de seu MONITOR. Não Esqueça!! Depois divulgaremos os Resultados.  Agradece o Blog Se Liga na Informação!


Câmbio

Dólar sobe a R$ 2,64, maior patamar em quase 10 anos


A moeda americana subiu 1,34% e alcançou a máxima de fechamento desde 1º de abril de 2005, quando ficou em 2,66 reais

Dólares
Dólar: maior patamar desde abril de 2005 (Divulgação/VEJA)
O dólar fechou em alta de mais de 1% nesta quinta-feira, encerrando a 2,64 reais pela primeira vez em quase dez anos, impulsionado por dúvidas sobre o futuro do programa de intervenções do Banco Central no câmbio e o ambiente externo mais desfavorável.
A moeda americana subiu 1,34%, a 2,6476 reais na venda, máxima de fechamento desde 1º de abril de 2005, quando ficou em 2,660 reais. Segundo dados da BM&FBovespa, o giro financeiro ficou em torno de 1,5 bilhão de dólares. 
Uma rodada de dados fortes sobre a economia dos Estados Unidos, incluindo vendas no varejo, deixou investidores agitados uma semana antes da reunião do Federal Reserve, banco central americano. Os agentes financeiros temem que o Fed abandone a promessa de manter os juros quase zerados por um "tempo considerável", o que tenderia a impulsionar o dólar.
Segundo operadores de importantes casas de câmbio, operações automáticas de compra de divisa foram ativadas quando o dólar atingiu cotações próximas de 2,63 reais. Investidores vendidos em dólares haviam montado essas operações ("stop-loss") para limitar suas perdas.
O avanço aumentou a pressão sobre o mercado de câmbio, que já vive as incertezas sobre a continuidade do programa de atuações diárias do BC no câmbio. "O mercado está ansioso em relação a essa questão das atuações diárias e há incerteza sobre como vai ser a política econômica. O ambiente ainda não está tranquilo", resumiu o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.
Atualmente, o Banco Central oferta diariamente até 4.000 contratos de swap cambial tradicional, equivalentes à venda futura de dólares, em programa marcado para durar até pelo menos o fim deste ano. O presidente do BC, Alexandre Tombini, tem dito que o atual estoque de contratos, de cerca de 100 bilhões de dólares, dá conta da demanda por proteção cambial, alimentando expectativas de que a atuação pode perder força ano que vem.
Investidores têm as atenções voltadas também para a nova equipe econômica, encabeçada por Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa no Planejamento e Alexandre Tombini no BC. Os três têm sinalizado uma política econômica mais ortodoxa, o que tem agradado o mercado, mas os agentes financeiros querem ver agora quais medidas concretas serão tomadas.
(Com agência Reuters)

Atenção:
Ao entrar no Blog, deixe o seu voto na Pesquisa de Avaliação dos Dois anos do Vereador Fabrício Mateus a Frente da Presidência da Câmara. E também na a avaliação do segundo ano de governo Benoni em Inhambupe. A Enquete está situada no lado esquerdo de seu MONITOR. Não Esqueça!! Depois divulgaremos os Resultados.  Agradece o Blog Se Liga na Informação!

Petrobras lesada em 1 bilhão de dólares


Petrobras lesada em 1 bilhão de dólares
É da obrigação do Palácio do Planalto e da Petrobras explicar, de forma clara, o  que aconteceu com a principal empresa brasileira ao ser engabelada e comprado a refinaria de Pasadena, no Texas, por 1,18 bilhões de dólares quando, um ano antes, a empresa belga que se tornou “sócia” da Petrobras a adquiriu por apenas 46 milhões de dólares. A própria presidente Dilma, então presidente do Conselho da Petrobras aprovou a compra e ontem emitiu, provavelmente do próprio punho, uma nota que não explica nada - fala em contrato tecnicamente “falho” -  o que só faz piorar a situação. Como assinar um contrato tecnicamente “falho”? Como permitir que a principal empresa brasileira, hoje peteca política nas mãos do governo, tenha tido um prejuízo de um bilhão de dólares numa negociação em que os acionistas não tomaram conhecimento, pelo contrário, a história só veio à luz há cerca de dois anos? O que aconteceu com a gestora Dilma Rousseff para entrar numa fria dessa ordem? Hoje veio à tona que todo o contrato estava à disposição da Petrobrás. Comprou porque quis (porque quis?) e o Conselho aprovou com Dilma comandando-o na condição de presidente. O prejuízo que causou ao País não foi pequeno. Isso vai render, e muito. É preciso que tudo seja explicado de forma clara, ou será que esta negociação entraria no rol de “operação” lesa-pátria?


Fonte: Bahia Notícias

Das 10 empresas que mais perderam valor de mercado em um ano, 4 são brasileiras; Petrobras caiu 34%


Imagem: Reprodução/iG
O mau momento da Bolsa e a perda de valor do real levaram as empresas brasileiras a liderar as perdas entre as maiores companhias do mundo, perdendo espaço entre as gigantes globais. 



Das 10 empresas (entre as 500 maiores do mundo) que mais perderam valor de mercado nos últimos 12 meses, 4 são brasileiras. Valor de mercado é calculado de acordo com o preço da ação da empresa multiplicado pelo total de papéis dela que são negociados e é um indicador que aponta a confiança do investidor sobre a companhia. 



O pior resultado é o da Petrobras, que perdeu 34% do seu valor em Bolsa, queda que só não é maior que a da banco espanhol Bankia (51%), um símbolo da crise espanhola, salvo da falência pelo governo local em 2012. 



A companhia brasileira, que cinco anos atrás figurava entre as dez maiores do mundo, hoje está na 121ª posição, avaliada em US$ 74 bilhões, um terço da rival PetroChina. 



O crescente endividamento, a imposição do governo de segurar os preços dos combustíveis no mercado interno e o risco de seus títulos perderem a nota de "grau de investimento" são motivos que levam os investidores a acreditar que a estatal valha quase US$ 100 bilhões menos que a americana Amazon, que lucrou US$ 274 milhões no ano passado --enquanto a Petrobras lucrou US$ 11 bilhões. 



A estatal não é, porém, a única que sofre na Bolsa: Vale, Banco do Brasil e Bradesco figuram entre as dez com maior perda de valor, com quedas entre 25% em 30%. 



A consequência é que atualmente há apenas seis empresas do país entre as 500 maiores do mundo, quatro a menos que nessa mesma época em 2013 (Souza Cruz, Itaúsa, Santander e Telefônica deixaram o ranking ao longo do ano passado) e seis em relação a 2012 (OGX e Cielo também estavam na lista). 



Para Andrew Campbell, estrategista de Equity Research para a América Latina do Credit Suisse, a queda das empresas brasileiras reflete o desempenho do mercado acionário local. 



"O último ano foi especialmente ruim para mercados emergentes. Enquanto o Brasil caiu 26% [pelo IBr X 100, índice que mede cem ações brasileiras], os emergentes caíram 8%. Nesse mesmo período, a Bolsa americana ganhou mais de 22%." 



Para ele, os maus resultados são reflexo o baixo crescimento da economia brasileira (o Credit Suisse estima alta de 1,8% do PIB neste ano, após o avanço de 2,3% em 2013) e da política do banco central americano (Fed) de retirada de parte dos estímulos adotados em 2012, o que tem pressionado as moedas dos países emergentes. 



Com perda de 16% do seu valor ante o dólar, o real é a quarta moeda que mais se desvalorizou nos últimos 12 meses (entre 31 divisas). Como o ranking é medido em dólar, as flutuações do câmbio também têm impacto na lista. "Sem considerar qualquer outro fator, as empresas de cara perderam 16%", afirmou Campbell.


ÁLVARO FAGUNDES, EDITOR-ADJUNTO DE "MERCADO"
MARIANA BARBOSA DE SÃO PAULO
Folha de S. Paulo


Brasil tem a 11ª tarifa de energia mais cara

  • Joá Souza | Ag. A TARDE
    Boletos energia elétrica
Mesmo com o pacote de 2012 para reduzir o custo da eletricidade, o Brasil ainda tem a 11ª tarifa mais elevada do mundo, mostra levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O valor é 8,8% superior à média de uma lista de 28 países selecionados pela entidade, que mantém uma espécie de "custômetro" da energia, permanentemente atualizado. Antes das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff, o Brasil estava na quarta posição.
A tributação responde por boa parte do problema. Segundo a entidade, impostos e contribuições federais e estaduais, mais os encargos setoriais, que são taxas específicas cobradas junto com a conta, respondem por 36,6% da tarifa. Questionado, o Ministério de Minas e Energia não respondeu.
Existe uma explicação para o aumento do peso tributário nas contas de luz. "O consumidor de energia elétrica não tem para onde correr", resume o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. Todo mundo consome e os tributos são "insonegáveis".
Como consequência, os governos federal e estaduais pesam a mão na hora de cobrar impostos do setor, de forma que hoje as empresas suportam uma carga desproporcional à sua fatia na economia. Pelos cálculos do Acende Brasil, o setor elétrico responde por 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Ao mesmo tempo, é responsável por 5,2% do PIS-Cofins e por 8,7% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Desconto
Se esses dois tributos fossem cortados à metade, as tarifas poderiam ter uma redução de 10%, estima Sales. Porém, as possibilidades de isso ocorrer são mínimas.
Há forte resistência dos Estados em abrir mão do ICMS que recolhem na conta de luz. Entre outras coisas, a arrecadação sobre a eletricidade, ao lado das contas de telefone e de combustível, sustenta as receitas estaduais e, em alguns casos, dá fôlego à prática da chamada guerra fiscal. A discussão sobre redução do ICMS estadual, que ganhou algum alento no ano passado, agora se encontra parada no Congresso Nacional.
Do lado federal, tampouco há perspectiva de redução do PIS-Cofins. Pelo contrário, a área técnica do Ministério da Fazenda propôs uma total reforma desses tributos, considerados extremamente complexos, mas a discussão parou por causa do impacto que a mudança teria na arrecadação.
A simplificação traria perdas, algo difícil de acomodar num momento em que o governo considera até cortar investimentos para melhorar o resultado de suas contas.
Aumento
O que está no horizonte, ao contrário de uma redução, é o aumento dos encargos setoriais. O pacote de redução da energia elétrica aumentou a lista de itens a serem bancados com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), cuja arrecadação é insuficiente para fazer frente às obrigações.
No ano passado, as fontes de receita do CDE geraram R$ 1,9 bilhão. As despesas, por sua vez, atingiram R$ 16,8 bilhões. O Tesouro Nacional precisou injetar recursos para fechar a conta. Para este ano, as estimativas apontam para R$ 18 bilhões em gastos.
A CDE cobre, entre outras coisas, o custo de funcionamento das usinas térmicas, que têm energia cara e foram acionadas por mais tempo do que o esperado por causa da falta de chuvas.
A discussão do momento entre os Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia é quanto ficará a conta das térmicas e quem a pagará: se o consumidor, na conta, ou se o contribuinte, por meio de tributos para ajudar o Tesouro a equilibrar as despesas.
Além desse aumento da CDE, existem no Congresso propostas de novas despesas a serem bancadas pelos encargos. O Acende Brasil detectou pelo menos sete projetos de lei criando novos programas, como conceder tarifas subsidiadas para entidades filantrópicas, para agricultores e empreendedores no Polígono das Secas, para usuários de balão de oxigênio e para a aquicultura. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Facebook compra WhatsApp por US$ 19 bilhões


  • Aquisição será feita com US$ 4 bilhões em dinheiro e US$ 12 bilhões em ações, além de US$ 3 bilhões em ações restritas aos fundadores e funcionários do WhatsApp




























  • MENLO PARK e RIO — O Facebook anunciou na noite desta quarta-feira a aquisição do WhatsApp por US$ 19 bilhões, sendo US$ 4 bilhões em dinheiro e US$ 12 bilhões em ações da rede social. Além disso, o WhatsApp — definido no comunicado do Facebook como “companhia de mensagens móveis em várias plataformas com rápido crescimento” — terá direito a mais US$ 3 bilhões em “ações restritas” a serem distribuídas aos fundadores do aplicativo e seus funcionários ao longo de quatro anos a partir do fechamento do negócio. É a maior aquisição do mercado de tecnologia desde 2001, quando a AOL comprou a Time Warner por US$ 124 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg.
    — O WhatsApp está a caminho de conectar 1 bilhão de pessoas — disse Mark Zuckerberg ao anunciar a compra. — Todo serviço que atinge uma marca como essa tem um valor incrível. Conheço Jan Koum, fundador e diretor executivo do WhatsApp há muito tempo e estou muito animado por me tornar parceiro de sua equipe, a fim de tornar o mundo mais aberto e conectado.
    Por sua vez, o diretor executivo do WhatsApp comentou que a força do aplicativo está na simplicidade das mensagens, que geram “rápido engajamento” dos usuários.
    — É uma honra me juntar a Mark e ao Facebook à medida que levamos nosso produto a mais e mais pessoas no mundo — disse Koum.
    Nada muda para os usuários
    O executivo também fez um post no site do WhatsApp explicando que a operação dará ao aplicativo a flexibilidade para se expandir, enquanto permite que os funcionários se concentrem no coração de seu negócio, as mensagens. “Eis o que vai mudar para vocês, nossos usuários: nada”, garantiu, frisando que a empresa continuará autônoma e operando com independência. “Vocês poderão continuar a usar o serviço por uma taxa nominal, não importa onde estejam ou que smartphones usem”.
    Esta é a 44ª aquisição feita pelo Facebook em seus 10 anos de operação, que aliás foram completados no dia 4 fevereiro deste ano. A maior de todas elas até agora foi a do Instagram, em abril de 2012, adquirido por US$ 1 bilhão em ações, sendo finalizada por algo em torno de US$ 750 milhões.
    — As empresas que trabalham com internet têm que estar sempre atentas às mudanças do mercado — diz Haroldo Korte, diretor executivo da gestora de fundos de venture capital Atomico, que movimenta cerca de US$ 500 milhões no setor. — Quando o Facebok percebeu que o compartilhamento de fotos agregava grande valor e engajava mais internautas, não perdeu tempo, comprou o Instagram. O mesmo fez a Microsoft, que após lançar sucessivas versões do Messenger comprou o Skype em maio de 2011 por US$ 8,5 bilhões.
    Em se tratando de empresas de internet, o valor foi considerado alto por analistas (como termo de comparação, a Google comprou a Motorola, fabricante de smartphones, por US$ 12,5 bilhões em 2011 — se bem que esta acabou vendida à Lenovo por US$ 2,9 bilhões recentemente).
    O negócio bilionário coloca foco nos aplicativos de troca de mensagem via web, que substituíram o SMS nos smartphones. No início da semana, o similar Viber foi comprado por US$ 900 milhões pela japonesa Rakuten. Em 2011, a Microsoft adquiriu o Skype por US$ 8,5 bilhões. Para João Moretti, diretor geral da empresa especializada em aplicativos móveis MobilePeople, aquisições como essa não são raras, mas o valor impressiona.
    — O WhatsApp se popularizou muito rápido, é difícil encontrar alguém que tenha smartphone e não faça uso dele. Mas o valor da negociação é surpreendente – diz.
    A maior interrogação é sobre o modelo de negócio do aplicativo, que cobra US$ 1 por ano de parte dos seus 450 milhões de usuários.
    — Não sei como eles vão rentabilizar o negócio, mas é possível que aconteçam mudanças. Nesse mercado é comum empresas comprarem outras pela base de usuários, mas quem usa o WhatsApp também está no Facebook — diz Moretti.
    Apesar de Koun afirmar que não haverá mudanças no WhatsApp, a inclusão de anúncios na ferramenta não seria de se estranhar, diz o especialista, já que esse é o foco principal do Facebook desde que a companhia estreou na Bolsa de Valores. Em seu último balanço trimestral, a rede social destacou que anúncios em celulares e tablets representaram 53% do faturamento total com publicidade, o que representa US$ 1,24 bilhão.
    Ter uma boa ferramenta de troca de mensagens era quase uma obsessão para o Facebook. No ano passado, a empresa anunciou o “Facebook Phone”, uma espécie de roupagem no sistema Android que facilitava as conversas entre os usuários. A rede social também lançou o aplicativo Facebook Messenger para iOS e Android, que funciona de forma independente ao app do Facebook. No fim do ano, a companhia tentou adquirir o Snapchat por US$ 3 bilhões, mas a proposta foi recusada.
    — Com o WhatsApp, eles compraram um líder no mercado de troca de mensagens por celular com uma massiva base de usuários e com forte e constante crescimento — disse Benedict Evans, analista da Andreessen Horowitz em entrevista ao “Financial Times”. — O ponto fundamental é que o mercado de dispositivos móveis se tornou muito maior que o de desktops e as mudanças acontecem de forma muito mais rápida.

Fonte: O Globo

Sem corrupção, o brasileiro poderia ser até 27% mais rico


corrupcaoPropina, mensalão, superfaturamento, dinheiro na meia ou na cueca. Tudo isso faz o Brasil perder, por ano, entre R$ 41,5 bilhões e R$ 69,1 bilhões, segundo estudo do departamento de competitividade e tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Numa escala de zero a 10 feita pela ONG Transparência Internacional – pela qual quanto menor a pontuação, maior é o índice de corrupção – o país tem 3,7 pontos. Se tivesse a mesma pontuação das nações menos corruptas (7,45), o brasileiro poderia ser 15,5% mais rico.
O levantamento mostra que, hoje, cada brasileiro recebe em média R$ 14,47 mil por ano, e passaria a receber R$ 16,71 mil, ou seja, 4,4 salários mínimos a mais. Se a corrupção não existisse, o aumento da renda per capita (R$ 18.388) seria de 27%, o equivalente a quase oito salários mínimos a mais.
“Se o nível de corrupção no país diminuísse, mais recursos seriam liberados para as atividades produtivas, o que poderia gerar mais empregos, mais infraestrutura e um maior crescimento econômico, o que se traduz em ganhos de competitividade”, afirma o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz.
Na opinião do professor da área de administração pública do Ibmec, Miguel Augusto Barbosa Dianese, a produtividade é totalmente afetada, uma vez que os recursos desviados deixam de ser aplicados em melhorias para a população. Simulações feitas pela Fiesp mostram que, com os R$ 69,1 bilhões perdidos com a corrupção, o governo poderia ampliar o número de alunos matriculados na rede pública em 47%, ou elevar a quantidade de leitos para internação do SUS em 89%.
Dianese destaca que, quanto maior o índice de corrupção, pior fica a imagem do país no mercado internacional e menor será a captação de investimentos estrangeiros. De acordo com ele, uma das soluções para reduzir a ação de corruptos é acabar com a prática da carta-convite. Por esse modelo, em vez de realizar uma licitação, o governo tem a opção de convidar três empresas a apresentarem propostas para o serviço a ser contratado.
“É o gestor que escolhe quem convidar. Se fosse pelo processo de licitação, com a publicação de editais em jornais de grande circulação, a competitividade seria maior e seria mais fácil evitar favorecimentos”, avalia.
Por Queila Ariadne – Portal O Tempo

PETROBRAS VAI INVESTIGAR PROPINA NA GESTÃO GABRIELLI

Divulgação: Gabrielli, Petrobras, Graça Foster, Guido, royalties
A Petrobras anunciou que "vai tomar providências cabíveis" para "averiguar a veracidade" de denúncia feita por um autointitulado ex-funcionário do grupo holandês SBM Offshore, de quem aluga pelo menos oito plataformas marítimas, duas em construção, sobre suposto esquema de suborno pago à estatal brasileira e outras firmas de mais oito países. Segundo o homem misterioso, a SBM destinou em propinas cerca de US$ 139 milhões entre 2006 e 2011, período em que a estatal brasileira era presidida pelo petista José Sérgio Gabrielli

Fora dos holofotes desde sua saída da disputa interna do PT para representar o partido na sucessão do governador Jaques Wagner, o titular da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), José Sérgio Gabrielli, deve voltar ao cenário de forma negativa.
Petista pode ter seu nome incluso em novo caso de pagamento de propina por empresa estrangeira a estatais brasileiras.
Depois dos escândalos que revelaram relações ilícitas entre os conglomerados Siemens e Alstom e companhias de transporte e energia de São Paulo e Santa Catarina, a Petrobras anunciou que "vai tomar providências cabíveis" para "averiguar a veracidade" de denúncia feita por um autointitulado ex-funcionário do grupo holandês SBM Offshore, de quem aluga pelo menos oito plataformas marítimas, duas em construção.
Em publicação no site Wikipedia em outubro de 2013, o homem, cujo nome não é revelado, relata detalhes sobre suposto esquema de suborno pago à estatal brasileira e outras firmas de mais oito países.
Segundo ele, a SBM destinou em propinas cerca de US$ 139 milhões entre 2006 e 2011, período em que a principal petroleira do Brasil era presidida por Gabrielli.
De acordo com o jornal Valor Econômico, investigações sobre o caso já foram abertas nos Estados Unidos, Inglaterra e Holanda.
A Petrobras disse em matéria no jornal Folha de São Paulo que não foi notificada pela Justiça dos países citados ou por órgãos de controle do Brasil. Gabrielli, por sua vez, disse que não vai comentar.


ATENÇÃO: Ao entrar no Blog deixe seu voto nas ENQUETES:  A primeira é Você votaria o Vice Prefeito Nena para Dep Estadual em 2014? a Segunda e a Terceira enquete quer saber Como você avalia a Gestão Governador da Bahia Wagner e da Presidente Dilma Russeff? As ENQUETES estão do lado esquerdo de seu monitor Veja e vote. Em breve divulgaremos os Resultados.


Agradecimentos: Blog Se Liga na Informação


Economia conspira contra a reeleição de Dilma


Cesar Maia 
1. Quando a economia vai muito bem (digamos nota de 8 a 10), quase garante a reeleição dos governos. Quando vai muito mal (digamos nota de 0 a 3), quase inviabiliza a reeleição. Entre 4 e 7 a campanha vai decidir o jogo.

2. Mas há nuances. Uma economia pode ter nota 3 e não afetar a chance de reeleição do governante. Mas para se medir a probabilidade de sucesso nas diversas notas de 3 a 7, há que se analisar duas coisas. A primeira é a curva para se chegar a estas notas. A nota 3 a 7 vem de uma curva ascendente? Por exemplo, veio de 0 para 3? Ou numa curva descendente? Veio de 10 para 7?

3. Quando Carville cunhou a frase “é a economia, estúpido”, naquele ponto, a economia dos EUA estaria numa nota média de 6. Mas o problema é que ela havia chegado a uma nota 10 e vinha mergulhando. A curva era descendente. Curvas descendentes criam incômodos, desconfortos. Ao contrário, as curvas ascendentes criam conforto e expectativas positivas quanto ao futuro.

4. A segunda coisa é quando a economia fica situada horizontalmente, ou seja, flutuando em torno de uma nota. Mesmo que a nota seja 3 ou 7, ela precisa ser analisada dentro dela mesma para se projetar conclusões.

5. Que nota se daria para a situação econômica do Brasil, hoje, sem se fazer qualquer tipo de análise dos fundamentos macroeconômicos, ou coisas no estilo. Uma porcentagem de crescimento econômico, ou de inflação ou outro parâmetro é uma média entre setores ou entre valores. Não é a mesma coisa que todos os setores da economia ou todos os preços estejam crescendo numa mesma taxa ou variando e flutuando muito entre setores e preços. Uma situação cria sensação de previsibilidade. Outra, de imprevisibilidade, de insegurança, de desconforto.

6. Chegando ao Brasil, digamos que a nota dada pela percepção média seja 5. Mas que 5 é esse? Nos últimos 3 anos o crescimento flutuou perto de 2%. Mas veio de 7,5%. A indústria vem caindo e a agricultura e serviços flutuaram. A inflação cresceu em relação a 2010 e os preços relativos flutuaram muito. Isso sem falar nos preços chamados neste verão de SurReal. A balança comercial vem numa curva fortemente decrescente. Os juros – base – oscilaram pela política monetária do governo. Passaram de 11% para 7,5% e voltaram a crescer para o patamar anterior.

7. O câmbio cresceu muito, de 1,70 para 2,40 nos últimos meses, afetando o preço dos bens importados e do turismo da classe média. A baixa taxa de desemprego que o governo alardeia, vista por dentro, mostra uma alta proporção de emprego sem qualificação. Sem o emprego precário, os quase 6% de taxa de desocupação iriam para perto de 20%. Com as taxas maiores entre os jovens. E pior: a taxa de rotatividade é altíssima e a tendência ao se conseguir um novo emprego é que este seja de um nível salarial inferior e com menor exigência de qualificação.

8. Com isso tudo se pode garantir que a situação econômica atual produz desconforto e pessimismo quanto ao futuro, mesmo que aparentemente estabilizada num certo patamar. Garantidamente não será trunfo do governo, podendo ser da oposição, desde que essa saiba fazer a crítica colando-a ao cotidiano das pessoas e não as análises macroeconômicas.

9. E nem se precisa ir muito longe. Pesquisa Ibope-CNI do final de 2013. Taxas de Desaprovação: política contra desemprego 49%; Impostos 71%, Inflação 63%, e juros 65%.

10. Resumindo: a economia conspira contra a reeleição de Dilma.
Título e Texto: Cesar Maia, 06-02-2014

ATENÇÃO: Ao entrar no Blog deixe seu voto nas ENQUETES:  A primeira é Você votaria o Vice Prefeito Nena para Dep Estadual em 2014? a Segunda e a Terceira enquete quer saber Como você avalia a Gestão Governador da Bahia Wagner e da Presidente Dilma Russeff? As ENQUETES estão do lado esquerdo de seu monitor Veja e vote. Em breve divulgaremos os Resultados.


Agradecimentos: Blog Se Liga na Informação


MEC anuncia reajuste de 8,32% no piso salarial dos professores em 2014

Piso nacional dos professores de educação básica deverá ser fixado este ano em R$ 1.697,39, para uma jornada de 40 horas. Foto: Divulgação
O piso nacional dos professores de educação básica deverá ser fixado este ano em R$ 1.697,39, para uma jornada de 40 horas. O valor é calculado com base na comparação da previsão de custo por aluno anunciada em dezembro de 2012 (R$ 1.867,15) com a de dezembro do ano passado (R$ 2.022,51). A portaria com o novo valor ainda não foi publicada, mas, segundo o Ministério da Educação (MEC), isso deve acontecer ainda neste mês.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) diz que o reajuste ficou aquém do esperado - a entidade estimava o aumento em 15%. Em nota, a CNTE argumenou que "dados já consolidados do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], até novembro de 2013, apontam crescimento dovalor mínimo de aproximadamente 15%".
Mesmo com o percentual inferior ao esperado pelos trabalhadores, a Confederação Nacional de Municípios estima que, para o reajuste de 8,32%, haverá aumento de R$ 4,151 bilhões no pagamento do magistério. Com isso, a média do comprometimento das receitas do Fundeb com salários dos professores irá para 79,7%. Isso significa que quase todos os recursos voltados para a manutenção do ensino nos municípios estarão sendo gastas com pagamento dos salários dos professores.
Segundo a CNM, em mais de mil municípios, o comprometimento ultrapassa 100% do Fundeb. "Isso é insustentável, o piso do magistério vai liquidar a educação básica", diz o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Ele lembra que o fundo deve ser usado também na construção e manutenção de escolas, laboratórios, bibliotecas. "Não adianta valorizar o piso e acabar com o resto".
O Fundeb é formado por recursos provenientes dos impostos e transferências de estados, do Distrito Federal e dos municípios, além de uma complementação federal, quando o valor da arrecadação não atinge o investimento mínimo por aluno estabelecido nacionalmente. A União faz a complementação em nove estados. Segundo, Ziulkoski, os repasses deveriam ser maiores e feitos a mais estados.
A presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, diz que a situação é preocupante. "O professor tem direito ao reajuste do piso, mas voltamos à preocupação da participação de estados, municípios e União [nos gastos com educação]".
O MEC diz que "compreende a dificuldade dos municípios com a folha de pagamento e tem tentado promover o diálogo entre prefeitos, governadores e CNTE. Segundo a assessoria de imprensa do ministério, o debate continua em 2014, com o incentivo às mesas de negociação. O MEC destaca que a complementação aos estados tem crescido ano a ano. O valor destinado aos estados passou de R$ 1,1 bilhão, em 2000, para R$ 10,7 bilhões, no ano passado. "Além disso, outros programas reforçam o apoio da União aos estados e municípios, como os de transporte escolar, merenda, construção de creches e de quadras, livros didáticos, e o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE)".
O MEC explica também que o valor mínimo nacional por aluno/ano pode variar, não apenas de um exercício para outro, mas dentro do próprio exercício, o que aconteceu em 2013. O cálculo apoia-se em estimativas anuais das receitas formadoras do Fundeb, "as quais, não raramente, requerem revisão das projeções pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, em decorrência do comportamento da arrecadação, por sua vez dependente da política fiscal e do comportamento da própria atividade econômico-financeira do país".
O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451 e, a partir de fevereiro de 2013, passou para R$ 1.567. O maior reajuste foi o de 2012: 22,22%. (Agência Brasil)

ATENÇÃO: Ao entrar no Blog deixe seu voto nas ENQUETES:  A primeira é Você votaria o Vice Prefeito Nena para Dep Estadual em 2014? a Segunda e a Terceira enquete quer saber Como você avalia a Gestão Governador da Bahia Wagner e da Presidente Dilma Russeff? As ENQUETES estão do lado esquerdo de seu monitor Veja e vote. Em breve divulgaremos os Resultados.


Agradecimentos: Blog Se Liga na Informação


Rombo alcança US$ 81,4 bi e bate recorde



Rio




O Brasil registrou, em 2013, um rombo de US$ 81,4 bilhões nas suas transações com o exterior, que incluem desde vendas e compras de bens e produtos a prestação de serviços.

O valor é 50% maior do que no ano anterior e um recorde, equivalente a 3,66% de toda produção nacional medida pelo PIB (Produto Interno Bruto).

- O déficit foi causado fundamentalmente pelo menor superávit comercial no ano. Para 2014, deve ocorrer uma redução do déficit, num cenário de maior crescimento da economia mundial e com câmbio mais depreciado, o que deve contribuir para aumentar a demanda externa e o crescimento da economia - justificou Fernando Rocha, chefe-adjunto do Departamento Econômico.

Após computar exportações e importações, o país registrou em 2013 um superávit de apenas US$ 2,56 bilhões ante US$ 19,4 bilhões em 2012.

Também houve piora na conta de serviços. O déficit anual aumentou de US$ 41,04 bilhões em 2012 para US$ 47,52 bilhões no ano passado.

Apesar da alta do câmbio no ano passado, os gastos de brasileiros em viagens ao exterior subiram de US$ 22,23 bilhões em 2012 para US$ 25,34 bilhões em 2013, contribuindo para essa elevação. Na outra ponta, as despesas de turistas estrangeiros no Brasil permaneceram praticamente estáveis. Em 2012, eles deixaram aqui US$ 6,64 bilhões e, no ano seguinte, US$ 6,71 bilhões.

As despesas com juros e as remessas de lucros e dividendos das subsidiárias estrangeiras que operam no Brasil também cresceram em 2013: US$ 24,11 bilhões para US$ 26,04 bilhões. Em dezembro especificamente, o déficit nas transações correntes foi de US$ 8,68 bilhões. Para 2014, o BC projeta um déficit de US$ 78 bilhões em transações correntes, equivalente a 3,53% do PIB.

Investimento estrangeiro no ano foi de US$ 64,05 bilhões, quase US$ 15 bilhões abaixo do que esperava o Banco Central. Em dezembro, os investimentos somaram US$ 6,5 bilhões.

Visão otimista

Apesar da piora no desempenho das contas externas, que registrou um rombo histórico de US$ 81,4 bilhões no ano passado, o Banco Central acredita que a situação é "favorável".

O valor é 50% maior do que no ano anterior e um recorde, equivalente a 3,66% de toda produção nacional medida pelo PIB (Produto Interno Bruto). Em 2012, a proporção havia sido de 2,41%. Segundo Fernando Rocha, chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, a estimativa é que neste ano, o saldo negativo recue, fechando em US$ 78 bilhões. Com isso, o governo espera afastar as críticas de uma trajetória de deterioração crescente.

Já os investimentos estrangeiros diretos, que cobrem parte do déficit, deverão ficar em US$ 63 bilhões em 2014, abaixo do patamar verificado em 2013 (US$ 64 bilhões) e 2012 (US$ 65 bilhões). No cenário do BC, porém, as perspectivas são positivas pela combinação da melhora no saldo da balança comercial, fruto de um maior crescimento no mundo e também da desvalorização do real ante ao dólar.

Além disso, Rocha explica que os gastos com juros devem recuar de US$ 14,2 bilhões para US$ 12,9 bilhões e a conta de viagens internacionais deve reduzir o ritmo de crescimento por conta, sobretudo, de um aumento nas receitas em função da Copa do Mundo.

No ano passado, mesmo com a desvalorização média de 10,5% do real frente ao dólar, os brasileiros continuaram com gastos elevados, enquanto as receitas com turistas estrangeiros praticamente não cresceram. Apuradas receitas e despesas, o saldo na conta de viagens internacionais foi um déficit de US$ 18,6 bilhões ante US$ 15,6 bilhões em 2012. Para 2014, Rocha prevê um resultado negativo de US$ 19 bilhões.






ATENÇÃO: Ao entrar no Blog deixe seu voto nas ENQUETES:  A primeira é Você votaria o Vice Prefeito Nena para Dep Estadual em 2014? a Segunda e a Terceira enquete quer saber Como você avalia a Gestão Governador da Bahia Wagner e da Presidente Dilma Russeff? As ENQUETES estão do lado esquerdo de seu monitor Veja e vote. Em breve divulgaremos os Resultados.


Agradecimentos: Blog Se Liga na Informação


Carga tributária brasileira é 2ª maior da América Latina, mostra OCDE

Impostos e tributos pagos no país em 2012 somaram 36,3% do PIB.
Guatemaltecos são os que pagam menos tributos na região




O Brasil tem a segunda maior carga tributária entre os países da América Latina, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (20) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No ranking, que compreende 18 países, o país aparece atrás apenas daArgentina.
Segundo o levantamento, os impostos e tributos pagos pelos brasileiros e pelas empresas no país correspondem a 36,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Na Argentina, essa proporção é de 37,3%. No Uruguai, terceiro no ranking, a carga tributária é de 26,3%.
Na outra ponta, Guatemala, República Dominicana e Venezuela são os países onde a "mordida" dos impostos é mais leve: 12,3%, 13,5% e 13,7% do PIB, respectivamente. Os dados são referentes a 2012, os mais atuais da entidade.
Em média, a carga tributária da região ficou em 20,7% do PIB em 2012, segundo a OCDE, acima da taxa de 20,1% do ano anterior.
A entidade aponta, no entanto, que a taxa ainda está abaixo da registrada entre os países que fazem parte da organização, de 34,6%. Trinta e quatro países – em sua maioria desenvolvidos – compõem a OCDE. Nesse grupo, a maior carga tributária é a da Dinamarca, de 48% do PIB.
Crescendo
Os dados também mostram que a carga tributária brasileira como proporção do PIB vem crescendo desde 2010. A última redução aconteceu em 2009, quando o PIB teve um forte crescimento, de 7,5%, o que fez com que os impostos passassem a representar uma fatia menor da economia. 
Carga tributária (% do PIB)
Argentina - 37,3%
Brasil - 36,3%
Uruguai - 26,3%
Bolívia - 26,0%
Costa Rica - 21,0%
Chile - 20,8%
Equador - 20,2%
México - 19,6%
Colômbia - 19,6%
Nicarágua - 19,5%
Panamá - 18,5%
Peru - 18,1%
Paraguai - 17,6%
Honduras - 17,5%
El Salvador - 15,7%
Venezuela - 13,7%
República Dominicana - 13,5%
Guatemala - 12,3%
América Latina - 20,7%
OCDE - 34,6%

Fonte: G1

IBGE: Bahia cai do 6ª para o 8º lugar na economia


  • Bahia também perde no PIB per capita para Sergipe e Pernambuco no Nordeste
A Bahia caiu do sexto lugar, em 2010, para o oitavo entre as economias brasileiras. É o que aponta a pesquisa Contas Regionais 2011 , divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, 22.
Quando se analisa o PIB per Capita, o baque também é grande. No Nordeste, a Bahia (R$ 11 340,18)  tem números menores que Sergipe (R$ 12 536,45) e Pernambuco (R$ 11 776,10). A média nordestina é de R$ 10 379,55.
Cinco estados brasileiros concentraram 65,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2011, segundo as  Na liderança está São Paulo, que deteve 32,6% do PIB brasileiro naquele ano. O segundo lugar ficou com o Rio de Janeiro, com 11,2% do PIB, seguido por Minas Gerais, com uma fatia de 9,3%, pelo Rio Grande do Sul, com 6,4%, e Paraná, com 5,8%.

Saiba mais

1370668.pdf | 566.24KB
Ao longo de uma década, essa concentração teve ligeira melhora. Em 2002, o grupo concentrava 68% do PIB do País, 2,8 pontos porcentuais a mais, ressaltou o IBGE. Na passagem de 2010 para 2011, a região Sudeste manteve sua fatia de 55,4%. No entanto, houve redistribuição na participação dos Estados. São Paulo ainda lidera a geração de riqueza, mas perdeu 0,5 ponto porcentual de participação, ao passar de uma fatia de 33,1% em 2010 para 32,6% em 2011.
Houve avanço na participação do Rio de Janeiro (de 10,8% para 11,2%, um ganho de 0,4 ponto porcentual) e Espírito Santo (de 2,2% para 2,4%, aumento de 0,2 ponto porcentual). O Estado de Minas Gerais manteve sua fatia em 9,3%.
* Com Agência Estado
ATENÇÃO: Ao entrar no Blog deixe seu voto nas ENQUETES:  A primeira é de avaliação da gestão do Prefeito Benoni Leys e a segunda é de qual o vereador mais atuante de 2013. As ENQUETES estão do lado esquerdo de seu monitor Veja e vote.

Petrobrás já deve R$ 332 bilhões. PT acabou com a maior empresa do povo brasileiro e não existe saída





































dilma-rousseff-e-lula
 

O endividamento da Petrobrás, depois de mais de 10 anos de gestão do Partido dos Trabalhadores, chegou à estratosférica fábula de R$ 332 bilhões (soma do passivo circulante e não circulante da companhia, contabilizado no primeiro trimestre deste ano) e, segundo os maiores especialistas da área energética e financeira, não tem como ser resolvido.
Houve uma série de erros graves na gestão da estatal brasileira do petróleo, a partir dos Governos do PT. E a retenção dos aumentos dos preços dos combustíveis, com o objetivo de segurar os índices de inflação, é apenas um deles – lógico, um dos mais graves.
A corrupção também está incluída na lista de motivos que levaram à decadência da Petrobrás. Em 2006, uma empresa belga comprou uma refinaria falida, no Texas, Estados Unidos, por U$ 42 milhões de dólares. Poucos meses depois, essa empresa vendeu a refinaria para a Petrobrás por U$ 1,2 bilhão de dólares. E mais: nos anos seguintes, a estatal brasileira gastou mais U$ 450 milhões de dólares com a refinaria– sem nenhum lucro.
A autossuficiência na produção de petróleo, cantada em prosa e verso na época do presidente Lula, também não passou de uma farsa. Ineficiente, a Petrobrás produz cada vez menos e somente em 2012 importou U$ 15 bilhões de dólares em derivados de petróleo, inclusive gasolina.


Abismo entre o orçamento e a realidade

Nas três esferas públicas, há dificuldades para aplicação dos recursos do orçamento, principalmente, no que se refere a investimentos. Mas por que isso acontece?


ILUSTRAÇÃO CARLUS CAMPOS
Dos R$ 962,4 milhões previstos para serem investidos em diversos projetos pela Prefeitura de Fortaleza em 2013 - inicialmente, o orçamentomunicipal previa R$ 941,8 milhões -, estão empenhados R$ 142,6 milhões. Esse é o valor de contrato fechado, o último passo antes de ser pago, e representa cerca de 14,8% do dotado para este ano. O que foi executado, R$ 93,8 milhões, é 9,7% do total. Para serem investidos em quatro meses e meio, restam ainda R$ 726 milhões.

Os dados revelados ao O POVO pelo secretário de Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Philipe Nottingham, apontam a dificuldade que os entes públicos, nas três esferas, têm de executar o orçamento, principalmente, no que se refere aos investimentos, considerados por analistas econômicos no mundo inteiro como os pilares para crescer e desenvolver uma cidade, estado ou país.

Philipe Nottingham alega as limitações da máquina pública e aponta uma série de desafios a serem enfrentados, historicamente, pelas gestões. “Uma grande parte (dos problemas) está na organização, que começa na elaboração dos projetos. Passa pelo processo de desapropriação, que é complexa. Existe a questão de acompanhar de perto o mecanismo de liberação dos recursos federais e operações de crédito, porque há condições a serem cumpridas. É preciso cuidado para o dinheiro seja liberado”.

Dobrar o investimento
A Prefeitura de Fortaleza tem que apresentar até o final deste mês o Plano Plurianual (PPA). O titular da Sepog adiantou ao O POVO que a meta será de, pelo menos, dobrar o índice de investimento em Fortaleza, para 10%, podendo chegar a 15%. “Gostaríamos de fechar este ano com algo acima dos 6% que ocorram em 2012”, ressaltou Philipe.

O desempenho vai depender da capacidade da Prefeitura de executar os recursos, já que, conforme o secretário, estão sendo tomadas medidas para pagar uma dívida anterior de R$ 375 milhões e reduzir o custeio, que são gastos com pessoal, material de consumo, serviços de terceiros e obras de manutenção. “Conseguimos reduzir o custeio em cerca de 20%, quase R$ 200 milhões a menos”. afirmou o secretário.

Números

962 milhões de reais Foi o que a Prefeitura previu investir em 2013

4,6 bilhões de reais Foio o que o Governo do Estado previu em investimentos para 2013

PÚBLICO E PRIVADO

O investimento público e privado em todo o País alcançou 18% do PIB no primeiro trimestre. O índice é baixo. Na América-latina, a média é de 22% 

CAUSAS
Corrupção e falta de projetos são apontados por especialistas como alguns dos empecilhos para os investimentos no Brasil.

Fonte: O Povo

Eike Batista deixa de ser bilionário

Eike Batista tem R$ 4,06 bilhões em dívidas pessoais
empresário Eike Batista não é mais bilionário, segundo a Bloomberg, agência de notícias que mede diariamente a variação do patrimônio dos homens mais ricos do mundo.
Segundo a empresa, Eike, que já chegou a possuir uma fortuna de R$ 70,3 bilhões em março de 2012, acumulou pelo menos R$ 4,06 bilhões em dívidas pessoais. Hoje, o empresário tem um patrimônio líquido de cerca de R$ 447,9 milhões.
De acordo com a Bloomberg, Eike agora deve R$ 3,03 bilhões ao fundo Mubadala, de Abu Dhabi, que fez uma restruturação dos R$ 4,06 bilhões de investimentos que tinha no grupo EBX. As informações foram passadas à agência, sob condição de anonimato, por três pessoas com conhecimento das negociações.
O empresário passa por uma crise de credibilidade entre investidores nos últimos meses devido à promessas não concretizadas. Suas seis empresas com capital aberto na bolsa de valores chegaram a perder 92% de valor de mercado.
O caso mais problemático é o da petroleira OGX, que suspendeuprodução em poços e tem alto endividamento. A companhia é investigada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por possíveis erros e omissões na comunicação com investidores, o que provocou revolta entre acionistas minoritários.
No ranking da revista 'Forbes', entretanto, o empresário continua a ser listado como um dos cinco bilionários brasileiros, com uma fortuna de US$ 10,6 bilhões.
Apesar do número da Bloomberg, a situação financeira de Eike ainda permitiria certos luxos. Com os R$ 447,9 milhões que sobraram no bolso, o empresário poderia comprar 21.990 veículos do modelo Uno Mille, o mais barato hoje no País. Se decidisse manter o padrão dos tempos de bilionário, teria dinheiro suficiente para levar para casa 320 Ferraris California. Ou poderia ter uma frota de 213 Mercedes-Benz SLR McLaren – o mesmo modelo estacionado na sala de sua mansão de 3.500 metros quadrados no bairro carioca do Jardim Botânico.
Mais rico do mundo em 2015
Em janeiro de 2012, Eike prometera em entrevista a uma rede de TV se tornar o homem mais rico do mundo até 2015 ou, no máximo, 2016. Questionado se o prazo era demasiado curto, respondeu:
“Você acha rápido? É muito tempo".
O declínio logo depois da promessa de passar para trás bilionários como o mexicano Carlos Slim e o americano Bil Gates. A OGX, um dos principais patrimônios do império X, tornou-se cada vez mais um peso morto. Em junho de 2012, as ações da petroleira chegaram a cair 25%; resultado de uma produção abaixo do esperado pelo mercado.
Em 1º de julho de 2013, a OGX anunciou que quatro campos de exploração arrematados pela empresa (Tubarão Azul, Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia) não eram economicamente viáveis. A informação fez os papéis da empresa perderem praticamente todo o seu valor em questão de dias. 
A desvalorização da petroleira afetou as outras empresas do império X. Algumas delas, como o estaleiro OSX, tinham seu sucesso diretamente atrelado à OGX. Outras, como a MMX, foram contaminadas pela perda de confiança do mercado na capacidade empreendedora de Eike.
No último dia 19, o empresário quebrou o silêncio em um artigo publicado nos jornais 'Valor Econômico' e 'O Globo'. Nele, afirma ter sido o principal prejudicado com o esfarelamento do império, e diz estar arrependido de ter aberto o capital das empresas.
"Hoje, se pudesse voltar no tempo, não teria recorrido ao mercado de ações. Eu teria estruturado um private equity que me permitisse criar do zero e desenvolver ao longo de pelo menos dez anos cada companhia. E todas permaneceriam fechadas até que eu estivesse seguro de que havia chegado o momento de abrir o capital", escreveu Eike. "Quem mais perdeu com a derrocada no valor da OGX foi um acionista: Eike Batista. Ninguém perdeu tanto quanto eu, e é justo que assim seja"
Mas se o dia foi difícil para o prestígio do empresário, o mesmo não se pode dizer sobre o desempenho de duas das suas principais empresas listadas na Bolsa. No pregão desta quinta-feira (25), as ações da MMX tiveram a maior alta, de 11,25%. Já a OGX subiu 3,70%.

FONTE: TRIBUNA DA BAHIA

Desemprego sobe para 6% em junho, mostra IBGE

Em maio, taxa de desocupação ficara em 5,8%.
População desocupada somou 1,5 milhão de pessoas.


Evolução do desemprego (Foto: Editoria de Arte/G1)
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 6% em junho, após registrar 5,8% no mês anterior, segundo indica a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quarta-feira (24). Em junho de 2012, taxa ficara em 5,9%.
A taxa de desocupação de 6% de junho é a maior desde abril de 2012, quando foi também de 6%, mas Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento doIBGE, diz que a comparação pode não ter muita relevância uma vez que não foram consideradas as circunstâncias sazonais, o que não acontece quando se compara o mês como o mesmo mês de anos anteriores. Ele afirma ainda que o aumento de 5,8% de maio para 6% em junho em termos de estatística significa que o emprego ficou estável.
Há 40 meses a variação do desemprego vinha marcando taxas negativas na comparação mês contra mesmo mês do ano anterior. Pela primeira vez nessa comparação a taxa aumenta, ainda que signifique estabilidade, de 6% em junho contra 5,9% em junho de 2012.
A população desocupada somou 1,5 milhão de pessoas, registrando estabilidade tanto em relação a maio quanto a junho de 2012. A população ocupada atingiu 23,0 milhões e também não teve variação significativa nas comparações mensal e anual.
De acordo com a pesquisa, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado somou 11,5 milhões e ficou estável sobre maio. Já na comparação com o mesmo período do ano anterior, foi verificada alta de 3,2%.
Na análise regional, a taxa de desocupação não registrou variação significativa em nenhuma das regiões metropolitanas pesquisadas nem comparação com o mês anterior nem na anual. A quantidade de desocupados, no confronto com junho de 2012, subiu apenas em Salvador (23,5%).
O salário médio real dos trabalhadores ocupados ficou em R$ 1.869,20, não variando sobre maio, e registrando alta de 0,8% frente a junho.
O valor dos rendimentos subiu, sobre maio, no Recife (3,3%), em Porto Alegre (3,2%) e em Salvador (0,9%). Ficou estável no Rio de Janeiro e caiu em Belo Horizonte (4,0%) e em São Paulo (0,6%). Já na comparação com junho, houve queda em Belo Horizonte (5,1%), Salvador (4,5%) e no Recife (3,2%). Altas foram verificadas em Porto Alegre (6,3%), no Rio de Janeiro (3,6%) e em São Paulo (1,3%).
Quanto ao tipo de atividade, o maior aumento no salário em relação a maio foi verificado no grupamento construção (1,6%) e a maior queda na indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (-1,7%). Na comparação anual, foi registrado aumento de 4,4% na construção e queda no grupamento de outros serviços (-2,7%).
Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em comparação com junho do ano anterior foi visto entre os empregados sem carteira no setor privado (4,2%).

Fonte: G1


Governo FHC transformou setor de transportes e logística

Foto George Gianni/PSDBBrasília – O governo de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 2002, realizou investimentos que levaram o Brasil a um novo patamar em termos de infraestrutura e mobilidade urbana. As ações contemplaram áreas como metrô, estradas, hidrovias e ferrovias, o que trouxe ganhos em termos de emprego, segurança e crescimento econômico.
Um número revela a prioridade destinada ao setor: em 2001, o governo federal aplicou R$ 3,3 bilhões em transporte no Brasil. O montante destinado em 1994 foi de apenas R$ 783 milhões.
Em sete capitais, o governo investiu fortemente na construção do metrô: Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. As aplicações em Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador foram da ordem de US$ 1,14 bilhão.
A ligação do Brasil com os outros países do continente foi visada em obras como a pavimentação da rodovia BR-156, que liga Macapá e Oiapoque, e posteriormente segue para a Guiana Francesa, firmada com o governo francês em 1997. Outro exemplo é o corredor que liga Manaus à fronteira com a Venezuela, cujo asfaltamento foi concluído em 1998.
O programa Desestatização dos Portos, lançado em 1996, trouxe competitividade e novos investimentos para o setor. Entre os resultados, está o aumento da movimentação de carga: 531 milhões de toneladas em 2002 contra apenas 360 milhões de toneladas em 1994.
Desempenho similar foi identificado com as ferrovias: investimentos no setor fizeram com que, entre 1996 a 2001, o transporte de carga por ferrovia aumentasse 17%, o índice de acidentes caísse 34% e a velocidade média dos trens crescesse 31%. O transporte de cargas (insumos e produtos siderúrgicos, grãos, cimento e derivados de petróleo), medido em tonelagem-útil, passou de 256 milhões, em 1994, para 306 milhões, em 2001.

Fonte: http://www.psdb.org.br

Inflação e Plano Real: a incompetência do PT e de Guido Mantega vem de longe

o Plano Real faz 19 anos. Para quem não sabe, e muitos que hoje lêem este site nem haviam nascido em 1994, foi o plano que estabilizou nossa economia, acabando com a inflação galopante que vinha de dois governos (Sarney e Collor – ambos hoje aliados do governo petista).

dilma mantega Inflação e Plano Real: a incompetência do PT e de Guido Mantega vem de longe
os fera
O PT foi contra o Plano Real mesmo ANTES de seu lançamento (ocorreria no dia 01/07/1994). E o principal opositor era ninguém menos que Guido Mantega, atualmente Ministro da Fazenda. Vejam que graça (como estão no arquivo da FSP, é preciso ser assinante para acessar o conteúdo integral):
Folha de São Paulo, 29/03/1994, texto assinado por Guido Mantega e Aloízio Mercadante:
Os dilemas do real – O ministro Fernando Henrique Cardoso até que tentou inovar, apresentando o Plano Real com bastante antecedência e não se furtando a aparições públicas para explicá-lo, a despeito das indefinições e muitas dúvidas que deixou no ar, sobretudo em relação à chamada fase três. Entretanto foi um diálogo de surdos, sem consequências práticas, que não levou a nenhuma alteração do plano e muito menos ao engajamento de setores sociais expressivos na sua implementação. O presidente da Força Sindical, Luiz Antônio de Medeiros, entrou de gaiato, chegou a esboçar simpatia pelo plano, mas acabou precipitando uma greve da sua categoria, tão logo se deu conta das consequências sobre o bolso dos trabalhadores. Um eventual apoio dos trabalhadores ficou comprometido quando tomou-se conhecimento de que havia uma regra de conversão para a URV sob medida para os salários, consolidando as perdas de uma política salarial impingida pelo próprio ministro da Fazenda (que dava menos 10% da inflação do mês ao longo do quadrimestre), sob ameaça de demissão, enquanto os preços ficariam livres para reinar no mercado (…) Outra teria sido a trajetória do plano caso o governo tivesse-se discutido as regras de conversão com as centrais sindicais, com o patronato, funcionalismo público, obtido um acordo e, no mínimo, aplicado a mesma metodologia para salários, preços, contratos, mensalidades, planos de saúde e, não esqueçamos, tarifas, que continuam subindo acima da inflação (…) A dolarização é hoje uma saída fácil que prescinde de negociações e de controle social de preços, com alguns resultados favoráveis no curto prazo e efeitos desastrosos no futuro, criando um clima propício para mais um estelionato eleitoral.” (grifos nossos)
Basicamente, chamaram o Plano Real de ESTELIONATO ELEITORAL. O texto é imenso, várias laudas, dois economistas tidos como sumidades do PT explicando detalhadamente um fracasso que nunca houve.
Merece leitura em retrospecto a coluna de Clovis Rossi de junho de 1994:
Com real, PT e PMDB gritarão “estelionato” – Os dois principais adversários da candidatura de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), suposto beneficiário de uma inflação baixa, já preparam o grito de “estelionato eleitoral”. “É evidente que para nós é estelionato”, antecipa-se Marco Aurélio Garcia, coordenador do programa de governo do PT. “É um conto-do-vigário e o criminoso não pode nem vai se beneficiar do crime”, ecoa Orestes Quércia (…) “Não podemos nos limitar ao índice de inflação. É preciso ver também o desemprego e a capacidade de consumo da população”, diz Mântega. O economista do PT admite que o estancamento do processo inflacionário “sempre causa uma recomposição para os salários”, mas desconfia que ela não será suficiente para dar um empurrão decisivo na candidatura FHC. Motivo: “A capacidade de consumo da população entra no real em um patamar muito baixo, que se agravará ainda mais nos 15 dias finais de junho”, calcula Mântega.” (grifos nossos)
Marco Aurélio Cunha, Quércia e Guido Mantega enfáticos e objetivos numa previsão que se mostrou furada. Mas Guido, o infatigável, voltaria à carga em julho de 1994, também atacando o Plano Real com suas previsões malucas. Vejam que graça:
As fantasias do real – Diga-se o que quiser do Plano Real, pelo menos num aspecto ele foi bem sucedido. Conseguiu excitar a imaginação popular e passar a impressão de algo novo e diferente dos planos anteriores. Os arquitetos do real não pouparam sua imaginação para lançar velhas idéias com aparência de novas, como o Comitê da Moeda, Banco Central independente, ou a dolarização com conversibilidade, mesmo que nada disso tenha sido utilizado. Chegaram ao ponto de reinventar os reis ou reais, uma nova moeda fantasiada do dólar e garantida por um lastro que não exerce nenhum papel prático, uma vez que o real não é conversível, a não ser o de dar a impressão de que o real vale tanto quanto a moeda norte-americana. E todo esse barulho para quê. Para vestir com roupagens sofisticadas e muitos truques de ilusão, mais um ajuste tradicional, calcado no corte de gastos sociais, numa contração dos salários, num congelamento do câmbio e outros ativos e, sobretudo, num forte aperto monetário com taxas de juros estratosféricas (…) Portanto, mais do que um plano eficiente e bem concebido, o real é um jogo de aparências, que pode durar enquanto não ficar evidente que as contas do governo não vão fechar por causa dos juros altos, que o mercado sozinho não é capaz de conter os preços dos oligopólios sem uma coordenação das expectativas por parte do governo, que os salários não manterão o poder aquisitivo por muito tempo, que o real não vale tanto quanto o dólar. Mas não se deve subestimar a eficiência das aparências e dos jogos de prestigiação nas artimanhas eleitorais. As remarcações preventivas dos preços, junto com os congelamentos, permitirão uma inflação moderada em julho e, talvez, uma ainda menor em agosto, numa repetição da trajetória dos preços por ocasião da implantação da URV, que subiram muito em fevereiro, na véspera da fase dois, elevando os índices de inflação de março, e depois caíram em abril e só voltaram a subir em maio e junho. A questão é saber em quanto tempo o grosso da população irá perceber que uma inflação moderada por si só, acompanhada por um aperto monetário e recessão, não melhora sua situação, não cria empregos e, na ausência de uma lei salarial e correções automáticas, pode ser tão deletéria quanto uma inflação de 30% a 40% com indexação.” (grifos nossos)
O Plano Real, para Guido Mantega, seria uma fantasia, ideia velha com roupagem nova, moeda fantasiada de dólar, ajuste tradicional com truque de ilusão, jogo de aparências. Ainda classifica como artimanha eleitoral.
Esse é o gênio que agora comanda nossa economia. Sua capacidade analítica já era invejável em 1994, são quase duas décadas de intelecto economicamente irrepreensível – como deixa clara a inflação atual alarmante.
Guido retornou em agosto, sempre descendo o sarrafo no plano que estabilizou nossa economia:
Estabilização sem arrocho – É possível baixar a inflação e elevar salários ao mesmo tempo? Os economistas ortodoxos e neoliberais acham impossível. E tanto insistiram nessa tecla, que tem conseguido convencer não só os desavisados, como também algumas mentes mais esclarecidas. Em artigo na página dois desta Folha (“Infelizmente uma mentira” de 31/07/94), o jornalista Gilberto Dimenstein reconhece que o Plano Real “não passa de um remendo”, no que estamos plenamente de acordo (…) É fácil perceber porque essa estratégia neoliberal de controle da inflação, além de ser burra e ineficiente, é socialmente perversa (…) Entretanto, existem sim alternativas mais eficientes de combate a inflação, que além de não serem recessivas, ainda permitem o aumento da renda dos trabalhadores (…) Teríamos a queda da inflação desde o dia em que esse grande acordo nacional fosse articulado. Uma queda concomitante de preços em vários setores chave da economia provocaria uma grande deflação, mesmo com o consumo em alta, uma vez que o aumento da produção é perfeitamente possível dadas as altas taxas de ociosidade hoje existentes na economia brasileira, entre 20% a 50%, dependendo do setor. E a redução dos juros estimularia o aumento dos investimentos, aumentando a capacidade produtiva” (grifos nossos)
Sim, você não leu errado. Mantega qualificando o plano de “burro”, mais uma vez fazendo análise furada e, agora pior ainda, mostrando que sabe como se controla a inflação sem medidas “neoliberais”.
Então porque não o faz hoje, já que ocupa o Ministério da Fazenda? Porque não sabe. Porque não é eficiente. Outra curiosidade é Gilberto Dimenstein atacando o Plano Real. A regra não falha: se Gilberto Dimenstein ataca algo ou alguém, é preciso dar uma chance a isso. Se ele é contra, sinto-me obrigado a descobrir que há de tão bom nessa coisa para ele não gostar. Raramente falha.
E essa patacoada de Guido Mantega obviamente foi cobrada pelo partido, pois Lula levou um sarrafo de FHC logo no primeiro turno (levaria outro em 1998, também de primeira). Diante das críticas, nosso herói veio novamente à FSP, no início de dezembro daquele ano, trazer seu sempre iluminado ponto de vista, agora com Jorge Mattoso:
O PT, o Plano Real e as eleições – O Plano Real colocou o PT e a candidatura Lula numa sinuca de bico. Não pelas razões que alguns mais afoitos ou desejosos de capitalizar a derrota eleitoral têm apontado, mas porque deslocou o eixo da campanha para um terreno favorável ao candidato governista, dando a ele o benefício de apresentar resultados práticos, contra o discurso de mudança e os projetos para o futuro defendidos pelo PT. A adesão ao real foi rápida e emocional, descartando maiores reflexões sobre a eficácia do plano e suas consequências futuras. O forte esquema de mídia da candidatura oficial amplificou e consolidou as emoções, condicionando o eleitor a considerar as críticas ao plano obras de inimigo do real e ameaça aos sonhos de estabilização. Em contrapartida, elogiar o plano, ignorando seu caráter eleitoreiro além de enganoso reforçaria a idéia, difundida pelos adversários, de que FHC era o homem indicado para alcançar a estabilidade. Não é verdade que o PT subestimou seus adversários ou a eficácia do Plano Real no curto prazo, como querem crer Eduardo Suplicy e Paulo Nogueira Batista Jr. em artigo nesta Folha (…) O PT não se contenta com uma mera contraposição ao Real, onde ao monetarismo dolarizante deles opuséssemos um monetarismo nacional, ao lastro em dólar um lastro em ativos de empresas, ao Banco Central autônomo um “comitê de emissão” independente. Tampouco serão choques unilaterais ou projetos acadêmicos que darão conta da diversidade e dimensão dos problemas macroeconômicos nacionais. O Plano Real ainda não assumiu plenamente sua alma dolarizante por encontrar resistências geradas por uma economia de dimensão continental. Apesar de seu caráter precário deixa claro o (des) caminho futuro. A estratégia adotada reprimiu artificialmente a inflação através da valorização do câmbio, da abertura indiscriminada das importações, ancorada nas reservas disponíveis e na eventual entrada de capitais. Esta política mostrou seus limites na Argentina e no México, que vivem sob ameaça de desvalorização cambial e consequente explosão de preços, com desindustrialização, déficits da balança comercial, dependência do ingresso de recursos externos e efeitos perversos sobre o mercado de trabalho. Não é isso que o PT deseja para o Brasil!” (grifos nossos)
Como todos podem ver, Mantega insistiu e muito nesse ponto de vista sem pé nem cabeça. Não foi uma frase fora de contexto ou desabafo em momento de emoção, mas sim vários artigos analisando um colapso que não houve. E não deixa de causar espanto o fato de que Suplicy tenha sido, àquela altura, a voz da sabedoria na campanha petista. Não que diga muito sobre ele, mas definitivamente diz tudo sobre Guido Mantega (e hoje sabemos o que o PT deseja para o Brasil).
A briga entre as duas correntes continuou, como consta desta reportagem do final de dezembro de 1994:
Aliado de Mercadante ataca livro de Suplicy; PT tenta abafar polêmica – O economista Guido Mantega, membro da equipe que formulou o programa econômico do PT, classificou de “intriga inoportuna” o livro assinado por cinco economistas do partido que atribui aos erros de avaliação sobre o Real um papel decisivo na derrota de Lula. Ligado ao deputado Aloizio Mercadante, principal alvo do livro, Mantega alega que os autores estão “forçando a barra ao fazer acusações pessoais a pretexto de estabelecer um debate no partido”. O livro, intitulado “‘Combate à Inflação, Plano Real e Campanha Eleitoral”, é assinado pelo senador Eduardo Suplicy, pelos economistas Paulo Nogueira Batista Jr. e João Machado, pelo vereador Odilon Guedes, pelo diretor da FGV de São Paulo, Luiz Carlos Merege. Segundo Mantega, os autores do livro “tentaram apresentar uma alternativa de estabilização tão liberal quanto o Plano Real durante a campanha e foram derrotados internamente pela maioria”. Para evitar que as divergências entre o grupo de Mercadante e seus críticos se transforme numa crise interna, a direção do PT iniciou ontem uma operação para abafar a repercussão do livro. “A direção do PT vai aconselhar o Aloizio para que não entre neste debate agora, com a cabeça quente”, disse o secretário-geral do partido, Gilberto Carvalho. “Não é hora de culpabilizar ninguém pela derrota de Lula e não parece ser este o propósito dos autores”, justificou Carvalho. O grupo de economistas ligados a Mercadante, entre os quais Mantega e Jorge Mattoso, já preparam uma resposta dura ao livro.” (grifos nossos)
Que coisa. Estavam todos aí já em 1994: Suplicy, Mantega, Mercadante, Gilberto Carvalho. E hoje os três últimos estão no governo – o primeiro exerce aquele período de oito anos cantando rap no plenário do Senado de vez em quando.
Não estamos a caminho do buraco de graça. A incompetência nunca foi minimamente escondida por esses sujeitos. Agora Dilma Rousseff tem um problema e tanto: acabar com o avanço da inflação e, ao mesmo tempo, apresentar as mudanças requeridas pela sociedade nas manifestações (que demandam investimento público e, assim, não permitirão medidas de estabilização econômica).
O que fará o governo? Uma pista: Guido Mantega é Ministro da Fazenda. Boa sorte a todos nós, vamos precisar de muita.

Ações da Petrobras caem ao menor valor em quase 8 anos



Petrolífera ajudou a puxar queda da Bovespa nesta sexta; papéis da empresa caíram mais de 6% na semana

02092008P00012.image media horizontal 507x338 Ações da Petrobras caem ao menor valor em quase 8 anos
Notícia do portal G1:
As ações ordinárias da Petrobras fecharam nesta sexta-feira (5) no menor valor em quase oito anos, desde novembro de 2005, segundo levantamento da consultoria Economatica.
A queda das ações ocorreram por temores de que o governo reduza o imposto de importação para uma série de produtos.
A Petrobras foi uma das ações que mais puxaram a queda da Bovespa nesta sexta, que fechou com desvalorização de 1,21%. A bolsa fechou com perdas de quase 5% na semana, após dados melhores que o esperado de emprego dos Estados Unidos reacenderem preocupações de que o Federal Reserve (Fed), banco central do país, pode começar em breve a reduzir seu programa de compra de ativos.
Os papéis da estatal caíram 6,11%, para R$ 13,68. Este é o menor valor das ações da empresa desde 14 de novembro de 2005, quando fecharam valendo R$ 13,46.
Já as ações preferenciais da empresa caíram ao menor patamar em quase cinco anos, fechando no menor valor desde dezembro de 2008, quando valiam R$ 14,82. Nesta sexta, as preferenciais fecharam a R$ 15,15, com queda de 5,08%.
(…)
(SE LIGA NA INFORMAÇÃO)


Dilma Libera a Compra do Banco A.J. Renner S.A.pelo Bispo Edir Marcedo Quatro anos depois, governo confirma compra de banco por Edir Macedo

Dilma autorizou que Edir Macedo e esposa sejam donos de 49% do banco Renner, de Porto Alegre; negócio foi anunciado em 2009, mas dependia de decreto presidencial

dilmaprincipal 0 475x338 Quatro anos depois, governo confirma compra de banco por Edir Macedo
Informação do UOL Economia:
Quatro anos depois do anúncio do negócio, o governo confirmou a compra de parte de um banco pelo bispo Edir Macedo, da Igreja Universal.
Decreto da presidente Dilma Rousseff, do início da semana passada, liberou a compra de 49% do banco Renner, de Porto Alegre (RS), pelo grupo Record (emissora de TV de propriedade da Universal).
Figuram como compradores do banco o bispo Edir Macedo e sua mulher. Segundo o Banco Central, os dois têm domicílio no exterior. Por isso o decreto de Dilma autoriza “participação estrangeira” na operação. Os “estrangeiros” são Macedo e sua mulher.
“Os controladores do Banco A.J. Renner S.A., com sede em Porto Alegre, negociaram parte de suas ações com a empresa B.A. Empreendimentos e Participações Ltda., que é controlada pela empresa Rádio e Televisão Record S.A., cujos sócios, Sr. Edir Macedo Bezerra e esposa, têm domicilio no exterior”, informa nota do BC.
As regras determinam que a Presidência da República se manifeste antes da aprovação do negócio pelo BC, no caso de participação de estrangeiros no sistema financeiro nacional.
O controle acionário do banco continua com a família Renner. Em 2009, o anúncio foi que a Record compraria 40% do banco, mas o BC disse que houve “ajustes” entre as partes e, por isso, o percentual passou a 49%.
(SE LIGA NA INFORMAÇÃO)


Globo nega dívida com receita federal

nova era da mídia: globo versus cafezinho

:  
Com a fragmentação dos meios de comunicação, a poderosa Globo se vê forçada a responder, no site G1, a acusações do site “O Cafezinho”, que revelou suposta sonegação fiscal da empresa relacionada à Copa de 2002 no valor de R$ 615 milhões; Globo nega dívida, mas pede apuração do vazamento de dados confidencias; protesto contra a emissora está sendo convocado para a próxima quarta-feira

1 DE JULHO DE 2013 ÀS 18:20













































247 - Os tempos são outros: blog ‘O Cafezinho‘, de Miguel do Rosário, denunciou… e as Organizações Globo responderam. De acordo com reportagem publicada no Cafezinho na quinta-feira, a emissora de José Roberto Marinho disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002 como investimentos em participação societária no exterior, o que teria resultado na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores não atualizados. Somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro soberia a R$ 615 milhões (leia mais).
No sábado, a Globo Comunicação e Participações confirmou que pagou multa de mais de R$ 270 milhões à Receita Federal em 2006, mas negou que tenha cometido sonegação no caso, que levou à convocação um protesto na porta da sede da emissora, no Rio de Janeiro, para a próxima quarta-feira (saiba mais). Assim como os manifestantes, que reuniram perto de 2 mil confirmações no Facebook, Miguel do Rosário desafia a emissora a mostrar o DARF (recibo) do pagamento. Diante da denúncia, que se espalhou pela internet, as Organizações Globo publicaram nota no início da noite em seu portal, o G1. Leia:
Copas do Mundo: Globo nega dívida com a Receita
As Organizações Globo divulgaram nota oficial nesta segunda-feira (1º) em que desmentem de forma categórica notícias falsas que vêm sendo divulgadas na internet sobre dívida que teriam com a Receita Federal pela compra de direitos para a transmissão de Copas do Mundo. A nota informa que as cobranças relativas à aquisição desses direitos já foram pagas.
A íntegra da nota é a seguinte:
“Ao contrário do que vem sendo divulgado por alguns sites, as Organizações Globo não têm qualquer dívida em aberto com a Receita Federal ou outros entes arrecadadores de tributos. Como ocorre com qualquer grande empresa, há cobranças de tributos sendo discutidas nos Conselhos de Contribuintes (via administrativa) ou na Justiça (sempre seguindo os procedimentos previstos em lei). No entanto, podemos afirmar que nenhuma dessas cobranças refere-se à aquisição de direitos de Copas do Mundo. Como já informado, os valores relativos a tal cobrança já foram pagos.
Quanto à publicação de documentos confidenciais, protegidos por sigilo legal, acreditamos que o assunto será apurado pelos órgãos competentes.
Organizações Globo”

Petrobras bate recorde de produção no pré-sal em maio


Petrobras bate recorde de produção no pré-sal em maio
A Petrobras bateu, no último dia 18 de maio, novo recorde de produção no pré-sal, com 322 mil e 100 barris de petróleo por dia (BPD). O volume foi 11 mil barris por dia a mais ao recorde anterior, alcançado em 17 de abril, quando a produção atingiu a marca de 311 mil e 500 BPD. Além dos números do pré-sal, a estatal também bateu recorde, em maio, na produção da companhia no Espírito Santo, que atingiu a média mensal de 322 mil e 700 BPD, superando o recorde anterior, ocorrido em dezembro de 2011. Segundo informações da Agência Brasil, a produção total (petróleo e gás natural) dos campos nacionais, em maio, foi 2 milhões 267 mil barris de óleo equivalente por dia, volume 2,1% menor que o extraído no mês anterior.

Fonte: Bahia Notícias

Plano Real faz 19 anos com tomate 1.716% mais caro

Famoso por ter conquistado a tão sonhada estabilização da economia brasileira, o Plano Real completa 19 anos nesta segunda-feira, dia 1. Criado em 1994 pela equipe do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, durante o governo Itamar Franco, a nova moeda conseguiu o que vários outros planos econômicos não alcançaram: debelar a hiperinflação.
Segundo o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Leonardo Weller, especialista em História Econômica, o êxito do Real se deve a três questões principais: liberalização comercial, câmbio estável e desindexação.
A liberalização comercial foi basicamente uma grande abertura do país ao capital estrangeiro. A medida veio acompanhada de uma taxa de câmbio estável, aumentou a concorrência aos produtos brasileiros e pressionou os preços para baixo.
Já a desindexação da economia consistiu em reduzir mecanismos de repasse automático da inflação, como os gatilhos salariais, que não permitiam que os preços se estabilizassem.
A inflação chegou a 916,46% no ano de 1994 e foi estabilizada em níveis baixos nos anos seguintes, mas não deixou de existir.
Entre 1994 e 2013, a taxa acumulada, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 332,33%. Alguns produtos, como o tomate, que se causou polêmica nas listas de compras no início deste ano, está no topo da lista dos produtos que mais subiram de preço: segundo o IBGE, o aumento acumulado é de 1.716,2% nos últimos 19 anos.
O preço das tarifas de ônibus urbano foi outro grande vilão, com alta de 684%. Em São Paulo, a tarifa subiu de R$ 0,50 em 1994 para R$ 3 atualmente.
Nem um dos componentes principais da dieta dos brasileiros subiu menos que a inflação. O feijão-carioca teve variação de 785,9% desde a criação do plano Real. Neste período, o salário mínimo subiu de R$ 64,79 para R$ 678, uma elevação de 1046,45%. Para Weller, mesmo com as recentes altas da inflação, o país não corre mais o risco de passar por uma nova hiperinflação. Isso porque a economia do País está mais inserida no conceito de economia de mercado.
Entretanto, o economista assinala que os protestos que têm tomado ruas recentemente são o primeiro sintoma de perda da "ilusão monetária".
"As pessoas perceberam que o ganho do salário nominal (sem descontar a inflação) nos últimos anos está sendo corroído pela inflação. Houve uma queda no salário real. E isso foi percebido rapidamente", afirma.

Fonte: Estadão




CÂMARA DESTINA 75% DOS ROYALTIES PARA EDUCAÇÃO E 25% PARA SAÚDE




A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que destina 75% dos recursos obtidos por União, estados e municípios com os royalties do petróleo e do gás natural  royalties do petróleo para a educação e os 25% restantes para a área da saúde na madrugada desta quarta-feira (26).

A presidente Dilma propunha que 100% dos royalties fossem destinados a educação, mas um acordo entre a base aliada e a oposição alterou a proposta original do governo sendo aprovada a emenda que dividia os recursos entre educação e saúde sugerida pela liderança do DEM. A mudanças foram feito no substitutivo do deputado André Figueiredo do PDT.

Foi aprovado também emenda com o novo critério de  distribuição que ampliou o valor a ser investido nessas áreas com recursos de parte dos contratos em vigor. O Planalto, entretanto, pretendia destinar somente recursos de contratos futuros, mas o relator do projeto modificou essa previsão, obrigando inclusive o repasse de recursos oriundos de contratos anteriores – desde que esses campos tenham entrado em operação comercial depois de 3 de dezembro de 2012.

A emenda obrigando que 50% dos recursos recebidos pelo Fundo Social – uma espécie de poupança formada por recursos que a União recebe na produção do petróleo da camada pré-sal – sejam destinados para a educação também foi aprovada.

O relator afirma que os critérios aprovados pela Câmara devem assegurar cerca de R$ 280 bilhões para Educação e Saúde, dez vezes mais do que propunha o governo.  na próxima década.

O setor da educação receberá  esses recursos até que sejam atingidos os 10% do PIB, meta do PNE (Plano Nacional de Educação) que tramita no Senado. O projeto de Lei segue agora para apreciação no Senado.

Fonte: Bahia Economica


Dívida "estratosférica" pode quebrar Petrobras, diz Procuradoria

Impedida de importar e exportar petróleo há uma semana em razão de uma dívida de R$ 7,3 bilhões, a Petrobras pode "quebrar" e gerar "caos" o mercado de ações caso pague o débito "estratosférico", segundo o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro. 

Na quinta-feira, a estatal tentou, sem sucesso, levar o caso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para recuperar a certidão negativa de débitos que lhe permite importar, exportar e até participar de rodadas do pré-sal. 

O próprio governo federal, por meio da Procuradoria da Fazenda Nacional, cancelou essa certidão no dia 7 de junho devido à dívida bilionária da estatal. 

No parecer, de abril de 2012, o Ministério Público Federal opina em favor da Petrobras. À época, o valor calculado da dívida estava na casa dos R$ 6 bilhões e, segundo a procuradoria, esse débito "estratosférico" deve ser suspenso para evitar a falência da estatal. 

"Vale salientar que no caso em tela, a agravante [Petrobras] não poderia promover o deposito judicial para suspender a exigibilidade do credito, tendo em vista seu valor estratosférico na casa dos R$ 6.000.000.000,00 (seis bilhões de reais)", diz o documento. 

E a procuradoria ainda destacou: "O valor é seis bilhões e não seis milhões de reais, que se depositado quebraria a Petrobras e levaria de roldão a Bolsa de Valores de São Paulo gerando o caos no mercado acionário brasileiro". 

Alvo de uma briga judicial desde 2003, a empresa reconhecia em seus balanços uma exposição máxima de R$ 4,5 bilhões. Atualmente, o valor calculado do débito é de R$ 7,3 bilhões, uma diferença de R$ 2,8 bilhões para o montante previsto no balanço. 

A dívida que motivou o cancelamento da certidão da Petrobras está relacionada ao não recolhimento do Imposto de Renda retido na fonte sobre remessas para o exterior em pagamento de plataformas petrolíferas móveis, no período de 1999 a 2002. 

A empresa foi autuada em 2003 e, desde então, questiona na Justiça a cobrança da dívida. A Petrobras tenta a suspensão da exigibilidade de crédito tributário do IR. 

No processo levado ao STJ, os advogados da Petrobras citam que o valor da dívida é "vultuoso". Afirmam ainda que a empresa enfrenta "falta de disponibilidade de caixa", o que a levou a reduzir o próprio orçamento relativo aos investimentos do pré-sal e a forçou a captar recursos no exterior para honrar o plano de investimentos.

Fonte: http://www.regiaonoroeste.com/

Rica, Mara Maravilha quer pai fora de sua herança. Entenda regra dos testamentos


Especialistas apontam soluções para que a grana não acabe com quem não deveria
AnteriorSeparada e sem filhos, Mara Maravilha, 45, corre o risco de ter que deixar sua fortuna para seu pai biológico, que “não a criou”. Fragilizada com a morte da mãe, a cantora acha “injusto” entregar seu patrimônio “para quem não ajudou a construí-lo”. Em entrevista exclusiva ao R7, a baiana conta que fugiu de “oportunistas”, detalha como multiplicou seus bens, que inclui uma cobertura milionária, outros apês, empresa e direitos autorais de sua obra e, ainda, fala da nova profissão: corretora de imóveis!A reportagem localizou o pai, o comerciante aposentado Eliezer Aguiar Silveira, 76, em Itororó, município pobre a 293 km de Salvador, para mostrar por que ele não abre mão do direito à fortuna e ouviu especialistas para ajudar mais brasileiros alvos de casos que envolvem dinheiro, mágoa, amor e... JustiçaReportagem e entrevistas: Gleyson Pereira, do R7Fotografia: Eduardo Enomoto Maquiagem e cabelo: Alex Espíndola Figurino: Cleonice OliveiraPróxima
Separada e sem filhos, Mara Maravilha, 45, corre o risco de ter que deixar sua fortuna para seu pai biológico, que “não a criou”. Fragilizada com a morte da mãe, a cantora acha “injusto” entregar seu patrimônio “para quem não ajudou a construí-lo”. Em entrevista exclusiva ao R7, a baiana conta que fugiu de “oportunistas”, detalha como multiplicou seus bens, que inclui uma cobertura milionária, outros apês, empresa e direitos autorais de sua obra e, ainda, fala da novaprofissão: corretora de imóveis!

A reportagem localizou o pai, o comerciante aposentado Eliezer Aguiar Silveira, 76, em Itororó, município pobre a 293 km de Salvador, para mostrar por que ele não abre mão do direito à fortuna e ouviu especialistas para ajudar mais brasileiros alvos de casos que envolvem dinheiro, mágoa, amor e... Justiça

Reportagem e entrevistas: Gleyson Pereira, do R7


FT diz que sensação de bem-estar no Brasil é ‘fachada’ e critica estilo ‘mandão’ de Dilma

dilma_UesleiMarcelinoReuters2.jpg
Fernando Nakagawa, correspondente da Agência Estado
LONDRES – O Brasil precisa correr para aproveitar o capital internacional existente, que atualmente é barato e abundante, para aumentar o investimento na economia. A sugestão é do jornal “Financial Times”. Em editorial publicado nesta segunda-feira, a publicação diz que a sensação de que tudo corre bem no Brasil é apenas uma “fachada” e diz que o estilo “mandão” de Dilma Rousseff é bom para evitar a corrupção, mas estaria atrasando a economia, especialmente o investimento. O texto critica ainda a escolha do governo: em vez de reformas amplas, apoia setores “mimados”, como as montadoras.
O editorial diz que o Brasil “corre o risco, mais uma vez, de frustrar imensas expectativas”. “A aparente sensação de bem-estar do Brasil é uma fachada. O crescimento da economia no ano passado foi de menos de 1%, pouco melhor que a zona do euro. Este ano, o Brasil está crescendo menos que o Japão. A inflação está corroendo a confiança do consumidor e há uma sensação de mal-estar. A causa é o abrandamento do investimento, tendência que começou em meados de 2011 e continua. Mais investimento é exatamente o que o Brasil precisa para manter os empregos e tornar-se a potência global a que aspira ser.”
O texto lembra que o investimento brasileiro equivale a 18% do Produto Interno Bruto (PIB), bem menos que os 24% destinados pelos vizinhos latino-americanos e os quase 30% dos países da Ásia. A culpa, diz o FT, é dos governantes e o problema não vem de hoje. “Brasília deve ter grande parte dessa culpa. A extravagância do modelo econômico impulsionado pelo consumo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se esgotou. O modelo Dilma, apesar dos primeiros sinais promissores, está provando (apenas) ser um pouco melhor”, diz o texto.
“O estilo ‘mandão’ dela não é adequado para a persuasão colaborativa exigida pelo tipo particular de política de coalizão do Brasil. A tomada de decisão tem sido centralizada, o que evita a corrupção, mas retarda o processo. Dilma também tem evitado consistentemente as reformas orientadas para o mercado em favor do protecionismo de alguns setores preferidos e seus lobbies, como as mimadas montadoras”, critica o texto.
Para o FT, outro exemplo dessa falta de foco do governo brasileiro está na infraestrutura. “O Brasil quer captar bilhões de dólares para a construção de novos portos, aeroportos, viadutos e estradas. Existe o interesse e o compromisso firme dos investidores. No entanto, surpreendentemente, o marco regulatório em vigor não é apropriado para permitir a construção dessa nova infraestrutura. Odinheiro está sendo deixado sobre a mesa desnecessariamente”, diz o texto.
“O Brasil precisa desesperadamente de mais investimento. O baixo nível da poupança interna significa que grande parte desse financiamento deve vir do exterior. O capital está barato no momento, mas não será para sempre. O Brasil tem uma grande janela de oportunidade. Dilma Rousseff e seu governo precisam fazer as coisas acontecerem enquanto essa janela segue aberta”, diz o editorial.

Fonte: Estadão

Dívida da Odebrecht vai a R$ 62 bi

Débito dobrou em dois anos e provocou um prejuízo de R$ 1,58 bilhão ao grupo no ano passado; empresa diz que se não tivesse ocorrido variação cambial teria obtido lucro e que a dívida aumentou para bancar investimentos em novos negócios

Depois de se firmar como a maior empreiteira do País, dominar o setor petroquímico com a Braskem e espalhar sua marca por áreas tão diferentes quanto a produção de etanol e a construção de submarinos, a Odebrecht começa a encarar a conta dessa trajetória fulminante nos últimos anos: a dívida do grupo disparou e atingiu R$ 62 bilhões, com bancos e investidores que compraram suas debêntures.
Essa dívida está espalhada por várias empresas - e praticamente dobrou desde 2010. O débito cresceu 36% apenas em 2012, segundo o balanço consolidado do ano. As demonstrações foram publicadas no dia 25 de abril no Diário Oficial da Bahia e em um jornal daquele Estado, onde fica o conselho de administração da Odebrecht.
Uma das consequências imediatas do aumento no endividamento foi um prejuízo consolidado de R$ 1,58 bilhão em 2012. No conjunto, as empresas da Odebrecht até tiveram lucro operacional de R$ 4,6 bilhões. Mas esse desempenho foi todo comido pelo crescimento das despesas financeiras decorrentes da dívida e virou prejuízo. O grupo pagou R$ 3,3 bilhões em juros e seu balanço ainda sofreu impacto negativo de R$ 3,5 bilhões, consequência da valorização do dólar em sua dívida. "Sem a variação cambial, teríamos dado lucro", afirma Felipe Jens, vice-presidente de Finanças do grupo.
Embora a receita tenha crescido 22%, totalizando R$ 76 bilhões no ano passado, a dívida equivale hoje a pouco mais de 3,5 vezes o patrimônio líquido de R$ 17 bilhões da Odebrecht. O vice de Finanças reconhece que o tamanho do passivo pode assustar quem olha de fora. Mas Jens diz que a companhia está acostumada a trabalhar alavancada em empréstimos e que internamente a avaliação é de que o risco está bem calculado e a dívida segue sob controle.
Este ano, vencem compromissos de R$ 9,2 bilhões - 15% da dívida total. O restante são compromissos de longo prazo. Segundo Jens, o endividamento vem aumentando principalmente para bancar investimentos nos novos negócios do grupo. "É dívida para fazer investimento, com prazo de maturação compatível com a capacidade de geração de receita, custo adequado e na moeda correta", afirma o executivo. "A dívida está crescendo porque a companhia investe, não é para cobrir buraco de empresa."
Investimentos
Pelo balanço, o grupo investiu R$ 12 bilhões no ano passado. Boa parte dos negócios ainda está em fase pré-operacional ou devem começar a gerar receitas a partir de agora, como a Odebrecht Oil & Gas, ou novas divisões de concessões de serviços da Odebrecht Ambiental. "Quando começarem a gerar receita, a situação se reverte. Nosso desafio é ‘performar’ para pagar as dívidas. E isso esta empresa sabe fazer", afirma o vice de Finanças.
De acordo com o executivo, a situação hoje é muito diferente do que ocorreu entre o fim dos anos 90 e o começo dos 2000. Naquela fase, o grupo investiu pesado em novas áreas, como papel e celulose e concessões de rodovias. Acabou se endividando além do suportável e precisou se desfazer de vários ativos, como as participações na indústria de celulose Veracel e na concessionária CCR.
"O momento é completamente diferente", afirma Felipe Jens. "Grande parte daquela dívida era fruto de aquisições. Agora, temos muitos projetos que começam do zero e os financiamentos estão atrelados a projetos estruturados e a composição de risco é outra."
Os negócios da Odebrecht só cresceram desde então. Suas operações se espalham da Argentina aos Estados Unidos, da África à Europa e à Ásia.
A Construtora Norberto Odebrecht, que deu origem ao grupo, partiu da Bahia para o Sudeste nos anos 80. E deixou para trás construtoras tradicionais no ramo de obras públicas como Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Mendes Júnior. O plano já traçado para os próximos três anos prevê investimentos de R$ 47,5 bilhões, no Brasil e no exterior. "Com dívida", diz o vice de Finanças. "Faz parte do espírito empreendedor das Organizações Odebrecht."


Fonte: Estadão

Desemprego sobe a 5,7% em março, segundo IBGE

A taxa de desemprego brasileiro aumentou ligeiramente no mês passado, a 5,7%, ante 5,6%  em fevereiro
A taxa de desemprego brasileiro aumentou ligeiramente no mês passado, a 5,7%, ante 5,6% em fevereiro
A taxa de desemprego brasileiro aumentou ligeiramente no mês passado, a 5,7%, ante 5,6%  em fevereiro, mas trata-se da menor nível histórico para março, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
O resultado ficou abaixo do esperado em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters e igualou a menor projeção. A mediana das previsões de 25 analistas apontava para alta a 5,9%, com as estimativas variando de 5,7%  a 6,1%.
Apesar de ser o menor resultado para março, a taxa de desemprego foi a maior leitura registrada desde junho do ano passado (5,9%).
O desemprego atingiu no fim do ano passado 4,6%, menor patamar desde o início da série histórica, em 2002. Normalmente, a taxa sobe no início do ano, quando os temporários contratados para a época das festas são dispensados.
O IBGE informou ainda que rendimento médio da população ocupada caiu 0,2%  no mês passado ante fevereiro, ao atingir R$ 1.855,40, o que representou ainda alta de 0,6%  sobre março de 2012.
Já a população ocupada recuou 0,2%  em março na comparação com fevereiro e cresceu 1,2%  ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 22,922 milhões de pessoas nas seis regiões metropolitanas avaliadas.
A população desocupada, ainda segundo o IBGE, chegou a 1,373 milhão de pessoas em março, alta de 1,2%  ante fevereiro, mas queda de 8,5%  sobre um ano antes. Os desocupados incluem tanto os empregados temporários dispensados quanto desempregados em busca de uma chance no mercado de trabalho.
O desemprego se mantém em nível baixo no país, evidenciando que a recuperação frágil da economia vem tendo pouco impacto sobre o mercado de trabalho, que ajuda a manter a pressão sobre os preços num momento de forte preocupação com a inflação.
Na semana passada, o Banco Central destacou o nível elevado de inflação e a dispersão dos aumentos de preços ao decidir elevar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 7,50%, dando início a um ciclo de aperto monetário.
O mercado de trabalho formal abriu, em março, 112.450 vagas, mas isso foi insuficiente para conter forte queda de 31 por cento do emprego no primeiro trimestre, registrando o pior desempenho em quatro anos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Fonte: Correio do Brasil

Seis décadas após ter se instalado no país, a VW do Brasil se tornou uma peça fundamental da estratégia do Grupo Volkswagen de se tornar o maior fabricante de veículos do mundo em 2018.
A história da Volkswagen no Brasil já começou com um grande sucesso: os 30 primeiros Fuscas que chegaram ao porto de Santos, em setembro de 1950, logo foram comercializados – e pelo triplo do preço de avaliação. O modelo importado era o "Brezel" ou "Split Window", com vidro traseiro dividido.

Três anos mais tarde, em 23 de março de 1953, a Volkswagen do Brasil se instalava, com apenas 12 funcionários, num pequeno armazém alugado no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Dali saíram, de 1953 a 1957, os primeiros Fuscas e Kombis com peças importadas da Alemanha, que foram aos poucos substituídas por componentes nacionais.

Após 60 anos de atividades no país, a marca já produziu mais de 20 milhões de veículos no Brasil e não deixa de colecionar superlativos: maior fabricante de veículos do país, maior exportadora do setor automotivo, sendo também a marca de veículos mais lembrada pelo público em geral.

Segundo a VW do Brasil, no entanto, a sua história no país teve início já em 1949, quando pesquisas realizadas no mercado latino-americano apontaram o Brasil como "local mais adequado para receber a primeira fábrica da marca fora da Alemanha."
Inauguração oficial da Volkswagen com a presença do então presidente Juscelino Kubitschek
Política de nacionalização

Desde a década de 1920, a importação de automóveis era uma rotina bastante conhecida. Em 1919, a Ford do Brasil iniciou a montagem do Ford "T" em São Paulo. Em 1925, a General Motors passou a fazer o mesmo. No início da Segunda Guerra Mundial, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Detran), o Brasil possuía ao todo cerca de 250 mil veículos – entre importados e montados no Brasil.

Mas, durante a guerra, esses automóveis ficaram sem peças de reposição. Entre 1939 a 1945, surgiram então pequenas oficinas que, aos poucos, se transformaram em fábricas. No fim da guerra, o Brasil já possuía um modesto parque industrial de autopeças.

Mas quando a importação foi normalizada, no início da década de 1950, a fome por veículos passou a ser uma ameaça à balança comercial do país. Nos primeiros anos da década de 1950, o país importava 100 mil veículos por ano, além das autopeças.
Em 1951, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a importação de veículos representava 15,1% dos 1,1 bilhão de dólares que o país gastava no mercado externo.

Foi aí que a ideia de montar um parque industrial automobilístico brasileiro tornou-se mais concreta. Seguindo a política de nacionalização, o então presidente Getúlio Vargas limitou a importação de autopeças em agosto de 1952. Em março do ano seguinte, foi proibida a entrada de veículos inteiros.
Fábrica da VW em São Bernardo do Campo possui área total de 1,2 milhão de metros quadrados
Primeira fábrica

O dia 16 de junho de 1956 é considerado um marco da indústria automotiva nacional. Nesse dia, o governo brasileiro criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia), que estabeleceu condições para instalar a indústria automobilística no Brasil e fixou a base do rápido desenvolvimento do setor. Naquele ano, foi instalada a Mercedes-Benz do Brasil e a fabricante Vermag produziu a primeira camioneta DKW. A VW decidiu então construir uma primeira fábrica na rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP) – a primeira unidade da VW fora da Alemanha.

Em 2 de setembro de 1957, saía desta linha de produção o primeiro veículo produzido pela marca no Brasil: a Kombi, com 50% dos seus componentes já fabricados no país.

Em 1959, o então presidente Juscelino Kubitschek assistiu ao lançamento do primeiro Fusca nacional, passeando pela fábrica de São Bernardo a bordo de um Fusca conversível. O carismático Fusquinha viria a se tornar o primeiro automóvel de baixo custo, responsável pela motorização de milhões de brasileiros.
Fusca de 1995: modelo não pôde mais competir com outras marcas
Fusca e Kombi

O Fusca foi um dos modelos da Volkswagen de maior sucesso. Foram mais de três milhões de unidades produzidas no país. O modelo conquistou a preferência do consumidor brasileiro e ganhou até uma data comemorativa: o dia 20 de janeiro foi instituído como dia nacional do Fusca. No Brasil, o Fusca foi construído até 1986.

Em 1993, para incentivar a fabricação de carros populares, o então presidente Itamar Franco reinaugurou a linha de montagem do Fusca em São Bernardo do Campo. No entanto, os tempos eram outros e o espartano Fusca não pôde mais concorrer com modelos de outras marcas surgidas na década de 1990, com preços semelhantes e acabamento e espaço interno melhores que os do Fusca. Em 1996, a sua produção foi definitivamente encerrada no Brasil.

O ano de 2013 deverá também trazer o encerramento da produção de outro grande caso de sucesso e longevidade da indústria automotiva nacional: por não atender ao cumprimento de normas de segurança (freios ABS, airbags, crash-tests), a produção da Kombi será encerrada no Brasil no final deste ano, informou o presidente da VW do Brasil, Thomas Schmall.

Passados mais de 55 anos, a Kombi – do alemão Kombinationsfahrzeug (veículo combinado) – é a versão brasileira do VW Bus T2. Em 2011, a Kombi atingiu o marco de 1,5 milhão de unidades fabricadas no Brasil. A Volkswagen, no entanto, pretende modernizar sua frota. E o atual modelo brasileiro se baseia na segunda geração de VW Bus, produzida na Alemanha entre 1967 e 1979.
Kombi foi o primeiro automóvel da VW produzido no Brasil
Modelos de sucesso

Lançado em 1980, o Gol é o modelo de maior sucesso da marca no Brasil, com 7 milhões de unidades produzidas e com 26 anos consecutivos na liderança de vendas do mercado brasileiro, informou a VW. Entre os modelos de maior volume de produção na trajetória da marca no Brasil, está também o Fusca, que até 1986 atingiu 3,3 milhões de unidades fabricadas e vendidas no país. Na década de 1970, a Brasília também foi um modelo de grande sucesso, alcançando cerca de 950 mil unidades produzidas nos nove anos em que esteve no mercado.

Ao longo de sua história no Brasil, a Volkswagen projetou e desenvolveu uma série de modelos nacionais de grande sucesso, como o Gol, o Fox, a Variant, o Karmann Ghia e o esportivo SP2. No entanto, o primeiro veículo totalmente projetado e desenvolvido pela VW no Brasil foi a Brasília, lançada em 1973.

Entre os modelos exportados, uma curiosidade é o Passat, que até hoje é visto nas ruas do Iraque. Um total de 170 mil veículos foram exportados entre 1983 e 1988. Conhecidos no Iraque como "Brazili", os veículos traziam no vidro traseiro os dizeres Made in Brazil. Os carros eram oferecidos como prêmio aos combatentes da guerra contra o Irã e foram pagos com petróleo.
Clássicos modelos de sucesso da Volkswagen do Brasil
Recordes, inflação e Autolatina

Segundo a Volkswagen do Brasil, suas exportações começaram em 1970 para países da América do Sul e México. No mesmo ano, a empresa atingia os primeiros recordes de produção e vendas, alcançando o primeiro milhão de veículos vendidos. Em março de 1972, o Fusca completava o primeiro milhão de unidades vendidas no país. E, em 1976, a VW inaugurava em Taubaté (SP) a sua segunda fábrica no Brasil, responsável pela produção dos modelos Gol e Voyage.

No final da década de 1980, com o parque automobilístico brasileiro consolidado, a Volkswagen iniciou a produção da série que se tornaria o maior sucesso de vendas da indústria, dando origem aos modelos Gol, Parati, Saveiro, Voyage e Fox.

No final dos anos 1980, a economia brasileira estava assolada pela inflação e pela estagnação. Entre 1987 e 1993, a inflação anual pulou de 416% para 2.709%. Na tentativa de reduzir custos e obter um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, a Volkswagen do Brasil juntou-se à Ford para formar a Autolatina. Com a abertura da economia e o aquecimento do mercado interno, em 1994, as duas marcas decidiram separar as operações.

Em 1996, a fábrica de motores da Volkswagen do Brasil iniciou suas atividades em São Carlos (SP) e, em janeiro de 1999, a marca inaugurava sua quarta fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais, no Paraná. Com um total de 24 mil empregados em suas quatro fábricas no país, a Volkswagen do Brasil é uma das maiores empregadoras da indústria automotiva brasileira.
Em 2003, a Volkswagen inovou ao introduzir a tecnologia Total Flex
Ao longo de sua história, a Volkswagen do Brasil foi responsável também por importantes inovações tecnológicas. Em 2003, ao completar 50 anos no país, foi a primeira a lançar a tecnologia Total Flex, que permite o uso de etanol, um combustível renovável, e/ou gasolina em qualquer proporção. A tecnologia marcou uma mudança de paradigma na indústria automobilística brasileira, diz a empresa.

Estratégia 2018 e sustentabilidade

Desde então, a VW continuou sua trajetória de sucesso com um total de mais de 20 milhões de veículos produzidos no Brasil. A empresa também é líder em exportações, tendo vendido mais de 3 milhões de veículos para 147 países. Tudo isso faz da Volkswagen do Brasil "uma peça fundamental da Estratégia 2018" – estratégia da empresa alemã de se tornar a montadora número 1 do mundo em 2018 –, como afirmou o presidente da Volkswagen, Martin Winterkorn, na abertura do Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado.

Após a China, o Brasil é o maior mercado de carros da Volkswagen. Em apenas cinco anos, as vendas da empresa aumentaram 40% no país, contrabalançando a queda de vendas na Europa em crise. Segundo o responsável pelo setor de produção do Grupo, Michael Macht, até 2018, o mercado automotivo brasileiro deverá crescer 45%, chegando a 8 milhões de veículos vendidos anualmente.

Em 2012, a Volkswagen do Brasil alcançou o maior volume de vendas de sua história (768.395 unidades) e recorde no volume de produção anual, com 852.086 unidades, consolidando o posto de maior fabricante de veículos do país.
Localizada no rio Sapucaí, PCH Anhaguera recebeu Certificado de Emissões Reduzidas (CER)
A VW pretende manter o ritmo de investimentos no país e informou que, até 2016, a empresa deverá investir R$ 8,7 bilhões em novos produtos e na ampliação da capacidade das fábricas brasileiras. Entre os investimentos, estão uma segunda Pequena Central Hidrelétrica (PCH), no estado de São Paulo.

Inaugurada em 2010, a PCH Anhanguera, primeira Pequena Central Hidrelétrica da Volkswagen do Brasil, recebeu no início de 2012 o Certificado de Emissões Reduzidas (CER), também conhecido como Créditos de Carbono, aprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Juntas, as duas usinas deverão suprir 40% da demanda energética das unidades da Volkswagen no Brasil.

Autor: Carlos Albuquerque
Revisão: Roselaine Wandscheer

DW.DE

Nenhum comentário:

Postar um comentário







Zattini













































Não deseja mais receber nossas mensagens? Acesse esse link.



























































As ofertas anunciadas neste e-mail são válidas até 25/03/2019 ou enquanto durarem os estoques.



Preços e condições

Preços e condições válidos somente para compra por meio desta mensagem.

Caso haja diferença de preço ou descrição do produto entre este e-mail e o site, a condição válida e praticada será a do site.

Compras feitas com cartões podem ser parceladas em até 10x sem juros, respeitando-se o valor da parcela mínima de R$ 25,00.



Promoções

As promoções na Zattini não são cumulativas.

As promoções classificadas como "Só Hoje" são válidas somente na data de disparo deste e-mail

Trata-se de um aviso informativo, não significa que você está comprando este produto nem tenha feito uma reserva de compra deste item.

As imagens encontradas no e-mail são meramente ilustrativas.

Para esclarecer dúvidas ou enviar sugestões, acesse nossa central de relacionamento, escreva para sac@zattini.com.br ou ligue (11) 3028-5353.

Nosso endereço: Rua Vergueiro, 943 - Liberdade - CEP 01504-000 - São Paulo - SP - Brasil







Não deseja mais receber nossas mensagens? Acesse esse link.