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Trump corta financiamento de clínicas de aborto

Presidente cumpre promessas “pró vida” feita durante sua campanha  


Havia muita expectativa nos Estados Unidos se o presidente Donald Trump cumpriria todas as promessas que fez quando era candidato. Com uma agenda conservadora, ele falou várias vezes sobre cortar o financiamento público de clínicas de aborto, sobretudo da ONG Planned Paranthood, que era uma importante apoiadora de Hillary Clinton.
Nesta segunda-feira (23), Trump, assinou uma ordem executiva para limitar a ajuda financeira a ONGs que realizam abortos. Em cerimônia do Salão Oval, ele começou a mostrar que está disposto a levar a cabo todas as medidas que prometeu, mesmo que sejam impopulares.
Nos Estados Unidos, o aborto é praticado livremente desde a década de 1970. Ontem fez 44 anos que foi dada a sentença do famoso caso “Roe v. Wade”, que legalizou o aborto na prática.
A decisão de Trump não torna o aborto ilegal, mas diminuirá sua incidência como um todo. O que o novo presidente fez, na verdade, foi reeditar uma medida estabelecida pelo presidente republicano Ronald Reagan em 1984. Ela bloqueia o repasse de verba federal a organizações internacionais que promovem o aborto ou o realizam em suas clínicas.
O democrata Barack Obama havia rescindido a medida logo que tomou posse, em 2009. Seu partido, hoje na oposição, já se manifestou e criticou Trump pelo que chamam de “uma perigosa obsessão em provocar retrocessos nos direitos reprodutivos”.
maioria dos slogans da “Marcha das Mulheres”, que ocorreu em Washington e diversas outras cidades americanas no último final de semana era justamente em favor do aborto.
Os discursos de Trump durante a campanha sempre foram “pró-vida” e isso lhe garantiu o apoio de vários segmentos religiosos, em especial de evangélicos. Em uma ocasião, o bilionário afirmou que as mulheres que recorrem ao procedimento deveriam ser “banidas”.
Outra vitória dos conservadores foi a decisão de Trump nomear à Supremo Corte um juiz ferozmente contrário ao aborto. Esse assunto gerou grande expectativa, uma vez que o vice-presidente, Mike Pence, sempre foi um forte crítico do aborto. Enquanto era governador de Indiana, aprovou diversas leis para restringir o procedimento. Com informações das agências


Padre escandaliza com casos de orgia com 9 mulheres de sua paróquia




Um escândalo sexual envolvendo um padre que promovia orgias chocou a cidade de Pádua, localizada na região do Vêneto, no norte da Itália. Don Andrea Contin, da igreja de San Lazzaro, teria feito sexo com várias mulheres da paróquia. Nas práticas, eram utilizados jogos, acessórios e fantasias.

De acordo com fontes ligadas à investigação, ao menos nove mulheres teriam praticado atos sexuais com o sacerdote. Em depoimento, duas admitiram ter mantido relações com o padre, que está afastado de suas funções. Uma das mulheres contou que o religioso chegou a sugerir que outros homens participassem dos encontros, como orgia.

O padre foi descoberto durante uma investigação de violência privada e favorecimento à prostituição. Isso porque as duas mulheres, uma de 49 anos e outra de 51, contaram ter sido “vítimas” do sacerdote. 
A de 49 anos era “amante” do padre desde 2014. À polícia, ela disse que o sacerdote a obrigou a se prostituir e a manter sexo em condições “extremas”. Já a mulher de 51 anos relatou que o padre se aproveitou de um momento de fragilidade emocional em uma época que passava por um divórcio para tocar suas partes íntimas e propor sexo.

Fonte: http://www.carlinosouza.com.br/

Donald Trump toma posse como o 45º presidente dos Estados Unidos


Donald Trump, o candidato do Partido Republicano que ganhou uma das eleições mais surpreendentes da história norte-americana, será a partir de hoje (20) o 45º presidente dos Estados Unidos. Quase 1 milhão de pessoas são esperadas para assistir à cerimônia no Capitólio, sede do Congresso americano. O juramento de posse ocorrerá às 12h em Washington, 15h em Brasília. Em seguida, Trump fará seu primeiro pronunciamento como presidente.
O custo total das solenidades de posse está estimado em US$ 200 milhões, dos quais US$ 110 milhões serão cobertos pelo contribuinte americano e US$ 90 milhões por doadores privados. O centro de Washington está protegido com grades para prevenir protestos. A segurança está reforçada pela presença de 30 mil agentes. Mesmo assim, protestos são esperados nesta sexta-feira. Amanhã, sábado (21), uma marcha das mulheres está prevista para ocorrer no centro da capital norte-americana em protesto contra Donald Trump.
Agora de manhã, Donald Trump e Melania serão recepcionados com um chá na Casa Branca, oferecido pelo casal Barack Obama e Michelle. Este será o último compromisso de Obama como presidente. Cinquenta e quatro parlamentares do Partido Democrata anunciaram que não vão à posse em protesto contra Trump.
Programação da posse:
8h30 (11h30 em Brasília) – Trump, integrantes de seu gabinete, parentes e amigos assistem a um culto na igreja episcopal de St. John’s, conhecida como “a igreja dos presidentes” porque todos os chefes de governo, desde James Madison, assistiram a serviços religiosos no local.
Saiba Mais
“Vocês não estão mais esquecidos”, diz Trump à multidão em Washington
9h30 (12h30 em Brasília) – Trump e a esposa comparecem a um chá oferecido pelo casal Barack Obama na Casa Branca.
10h (13h em Brasília) – O presidente Obama e o vice-presidente Joe Biden acompanham seus sucessores ao Capitólio para a posse.
11h (14h em Brasília) – Começa o ritual da posse.
12h (15h em Brasília) – Mike Pence presta juramento como vice-presidente. Em seguida, será a vez de Donald Trump fazer o juramento. Logo depois, Trump faz seu primeiro pronunciamento à nação.
13h (16h em Brasília) – Trump, Pence e suas esposas participam de almoço do Comitê de Posse do Congresso, no Capitólio.
14h30 (17h30 em Brasília) – Trump e Pence fazem revista da tropa militar na frente leste do Capitólio e, em seguida, desfilam pela Avenida Pensilvânia até a Casa Branca.
15h (18h em Brasília) – Trump e Pence participam do desfile inaugural de stands fora da Casa Branca. Depois, eles se dirigem à Casa Branca, onde passam a assinar os primeiros expedientes de governo.
19h (22h em Brasília) – Trump, Pence e suas esposas participam de dois bailes no Centro de Convenções de Washington. Haveria também um baile militar, mas foi cancelado.
José Romildo – Correspondente da Agência Brasil

Edifício de 15 andares desaba em Teerã e mata bombeiros que combatiam incêndio

TV pública iraniana transmitia imagens do fogo quando o prédio desabou. Trinta bombeiros que estavam no local morreram.


Um edifício de 15 andares no qual dezenas de bombeiros tentavam apagar um incêndio desabou nesta quinta-feira (19) em Teerã. Dezenas de pessoas ficaram feridas. Trinta bombeiros morreram, de acordo com a Associated Press, citando a TV estatal. As imagens do colapso do prédio foram transmitidas ao vivo pela televisão pública iraniana.
O prédio, construído em 1962 e que abrigava um centro comercial e ateliês têxteis, foi esvaziado momentos antes do desabamento, mas havia dezenas de bombeiros em seu interior tentando apagar as chamas, de acordo com a France Presse.
"Havíamos advertido várias vezes os responsáveis do edifício" de que não era seguro, declarou um porta-voz dos bombeiros, Jalal Maleki, lamentando que não tenham levado em conta as advertências. Contrariando as normas de segurança, roupas estavam armazenadas nas escadas.
Um edifício de 15 andares que havia acabado de ser evacuado após o início de um incêndio desabou em Teerã com vários bombeiros em seu interior, segundo imagens divulgadas ao vivo pela televisão pública iraniana. De acordo com a agência Reuters, ao menos 38 pessoas ficaram feridas (Foto: Reuters/Tasnim News Agency)
O incêndio, que durou quatro horas, começou no 9º andar e se propagou até o 15º, segundo os bombeiros.
Antes do desabamento, a televisão divulgou imagens nas quais enormes chamas saíam dos últimos andares.
O edifício foi construído pelo empresário judeu Habibollah Elghanian, que, depois da revolução islâmica de 1979, foi condenado à morte e executado por seus supostos vínculos com Israel.
Bombeiros fazem buscas para localizar vítimas de desabamento de prédio em Teerã  (Foto: STR / AFP)Bombeiros fazem buscas para localizar vítimas de desabamento de prédio em Teerã  (Foto: STR / AFP)
Bombeiros fazem buscas para localizar vítimas de desabamento de prédio em Teerã (Foto: STR / AFP)
Bombeiros combatiam incêndio quando o prédio desabou  (Foto: STR / AFP)Bombeiros combatiam incêndio quando o prédio desabou  (Foto: STR / AFP)
Bombeiros combatiam incêndio quando o prédio desabou (Foto: STR / AFP)
Edifício Plasco desabou após incêndio. (Foto: Reprodução/PressTV)Edifício Plasco desabou após incêndio. (Foto: Reprodução/PressTV)
Edifício Plasco desabou após incêndio. (Foto: Reprodução/PressTV)
Bombeiros choram após o desmoronamento de um prédio em chamas em Teerã, no Irã. Informações iniciais apontavam que diversos bombeiros ainda estavam no interior do edifício no momento em que ele desabou (Foto: Reuters/Tasnim News Agency)Bombeiros choram após o desmoronamento de um prédio em chamas em Teerã, no Irã. Informações iniciais apontavam que diversos bombeiros ainda estavam no interior do edifício no momento em que ele desabou (Foto: Reuters/Tasnim News Agency)
Bombeiros choram após o desmoronamento de um prédio em chamas em Teerã, no Irã. Informações iniciais apontavam que diversos bombeiros ainda estavam no interior do edifício no momento em que ele desabou (Foto: Reuters/Tasnim News Agency)
FONTE: G1

Donald Trump se instala em Washington nesta quinta e se muda para a Casa Branca na sexta

Empresário deixará de lado seu Boeing pessoal e passará a se deslocar em aeronave presidencial.


O presidente eleito dos EUA Donald Trump (Foto: Mike Segar/Reuters)
Na véspera de prestar juramento como o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump se instala nesta quinta-feira (19) em Washington por quatro anos.
O bilionário republicano deixará durante o dia a Trump Tower, em Nova York, para viajar para Washington, onde vai pernoitar, e se mudará na sexta-feira para a Casa Branca.
Ele deixará de lado seu Boeing pessoal no aeroporto La Guardia, em Nova York, e passará a se deslocar a partir de então em uma aeronave da frota presidencial, o Air Force One.
Às 15h30 local (18h30 de Brasília), Trump depositará flores no Cemitério Nacional de Arlington, onde estão sepultados os veteranos americanos mortos em combate, e depois discursará do outro lado do rio Potomac, no Lincoln Memorial, epicentro da cerimônia de posse, que contará com shows de música country e fogos de artifício.

Posse

A cerimônia de juramento ao ar livre, no Capitólio, começará ao meio-dia (15h de Brasília) de sexta-feira, segundo data e hora estabelecidas na Constituição, e será transmitida pela TV de todo o planeta, em um dia com previsão de chuvas.
Centenas de milhares de cidadãos, entre partidários e opositores ao novo presidente começaram a chegar à capital para participar deste ritual democrático do qual vão participar dirigentes políticos de todo o país, entre eles a adversária de Trump na disputa à Casa Branca, a democrata Hillary Clinton e três ex-presidentes.
"Trump tem pressa real de chegar à Casa Branca e começar a trabalhar para os americanos", disse na quarta-feira seu vice-presidente, o conservador Mike Pence, de 57 anos.
Sem experiência política, nem militar, o septuagenário Donald Trump foi eleito, de certa forma, graças aos maus modos: seus eleitores, egressos das classes populares, o levaram à Presidência para virar a página da era Obama e alterar profundamente o status quo político. O bilionário prometeu por mãos à obra rapidamente.

De Kennedy a Reagan

Depois de se despedir de Barack Obama, o republicano prevê estampar sua assinatura em quatro ou cinco decretos na própria sexta-feira e em muitos outros, mais importantes, a partir de segunda-feira, com a finalidade de desmontar tudo o possível da gestão de seu antecessor sem esperar o Congresso, em temas como imigração, meio ambiente, energia, direito trabalhista.
Trump deve, ainda, terminar o discurso de posse que fará na sexta-feira. Em dezembro, em seu clube privado de Mar-a-Lago, na Flórida, sua "Casa Branca de inverno", ele disse que queria se inspirar em John F. Kennedy e Ronald Reagan.
Em 1961, em plena Guerra Fria, o democrata Kennedy conclamou seus concidadãos, em seu discurso inaugural, a não reivindicar que os Estados Unidos fizessem algo por eles, mas se perguntar o que eles podiam fazer pelo país. Em 1981, Reagan disse que "o governo não é a solução para nossos problemas, o governo é o problema".
Trump consultou vários historiadores, observou discursos de alguns de seus antecessores e tem sido aconselhado por seus assessores, mas o texto que lerá na sexta-feira será "um texto Trump. É ele que o redige, edita e corrige", comentou seu porta-voz, Sean Spicer.
A duração do discurso seria de 20 minutos, como o de Barack Obama em 2009, disse o porta-voz.

Oposição democrata se organiza

O presidente em fim de mandato fez uma espécie de advertência na quarta-feira ao seu sucessor. Com um pé fora da Casa Branca, o democrata, de 55 anos, reiterou que não intervirá regularmente no jogo político, mas não se calará se Trump ultrapassar alguns limites.
A oposição democrata está se organizando sem o atual presidente.
Um terço dos legisladores do partido boicotará a cerimônia de sexta-feira e no Senado, os democratas tentarão dificultar a confirmação de diversos membros do gabinete de Trump.
Os republicanos pretendiam que na mesma sexta-feira pelo menos sete integrantes do novo gabinete fossem confirmados em seus postos pelo Senado, mas é provável que fracassem em sua tentativa.

FONTE: G1

Michelle Obama dá 'adeus' em rede social: 'Ser primeira-dama foi uma honra'


Barack Obama e a mulher, Michelle, já estão se preparando para deixar a Casa Branca, residência oficial do presidente dos Estados Unidos, onde moraram por oito anos com a família. E Michelle fez questão de aproveitar os últimos minutos no local. Em uma rede social, ela publicou uma mensagem de "adeus" e agradeceu aos americanos pela oportunidade que teve.
"Ser a primeira-dama de vocês foi a maior honra da minha vida. Do fundo do meu coração, obrigada", escreveu ela no Twitter, onde também publicou uma fotografia abraçada ao companheiro.






Being your First Lady has been the honor of a lifetime. From the bottom of my heart, thank you. -mo
A publicação, claro, chamou a atenção de internautas, que elogiaram Michelle por ter sido uma ótima primeira-dama e por seu senso de humor. A imagem foi compartilhada mais de 100 mil vezes.
Mais cedo, ela já havia publicado um vídeo no qual aparece brincando com os cães da família na Casa Branca.
Na próxima semana, Donald Trump vai passar pela cerimônia de posse da presidência e, depois, vai se mudar para a residência oficial.

FONTE: EXTRA

'EUA vão ficar bem', diz Obama em última coletiva como presidente

Presidente falou sobre Rússia, Trump, diversidade e democracia e brincou com jornalistas dois dias antes de deixar a Casa Branca.




O presidente dos EUA, Barack Obama, concedeu nesta quarta (18) sua última entrevista coletiva antes de deixar o cargo. Na sexta, ele transfere a presidência a Donald Trump. Usando suas filhas como exemplo para garantir que é otimista em relação às próximas gerações, o presidente se disse confiante em relação ao futuro do país. "Acredito que as pessoas são mais boas do que ruins... é verdade que em privado eu xingo muito mais do que em público. Às vezes fico triste e frustrado, como todo mundo, mas em meu coração acredito que os Estados Unidos ficarão bem", afirmou.

Na última entrevista como presidente, Obama exalta a imprensa livre
Obama elogiou a imprensa e ressaltou a importância de sua liberdade, dizendo que ela pressiona os que estão no poder a serem as melhores versões de si mesmos. Em relação à comutação da pena de Chelsea Manning e o vazamento de informações do governo, ele afirmou não acreditar que a libertação da militar possa animar ninguém que esteja disposto a fazer o mesmo que ela. "Ela passou por um processo muito duro", ressaltou e disse que sua sentença foi desproporcional às que outros acusados por crimes semelhantes receberam.
"Estou confortável que a justiça foi cumprida e que a mensagem foi enviada em relação à segurança nacional", afirmou. Ele acrescentou que a proposta de Assange, fundador da WikiLeaks, que disse aceitar ser extraditado em troca da liberdade de Manning, não foi levada em conta na comutação.

Rússia

As relações com a Rússia também foram discutidas, e Obama disse acreditar que é interesse do mundo e dos EUA ter uma boa relação com Moscou, e que ele buscou fazer isso durante seu governo. Mas, segundo o presidente, após Putin voltar à presidência, um sentimento anti-EUA cresceu naquele país.
Ele destacou que as sanções americanas à Rússia são por causa da ingerência do país na Ucrânia, que teve sua soberania desrespeitada. Ele afirmou que é importante transmitir a mensagem de que países poderosos não podem sair invadindo e dominando países com menos poder.

Transição

Obama prometeu um processo pacífico de transição do poder a Trump, mas dezenas de congressistas democratas já anunciaram que irão boicotar a posse do republicano. O presidente disse que teve conversas "cordiais" e muitas vezes longas com seu substituto, e que ofereceu seus melhores conselhos, mas que não pode afirmar se ele os seguirá e que também não revelará o teor das conversas.
Obama disse ainda acreditar que Trump pode mudar suas posições em relação a alguns assuntos e "chegar às mesmas conclusões que eu cheguei". O presidente reforçou também a importância de uma equipe competente e forte. "Este é um trabalho de tanta magnitude que você não pode fazer sozinho. Você depende muito de um time".
Quanto ao boicote de democratas à posse, ele disse que não iria comentar o assunto, mas garantiu que ele e Michelle estarão lá, brincando que já checou a previsão climática e se assegurou de que não fará tanto frio quanto no dia de sua primeira posse.

Vida após a presidência

Sobre suas prioridades após deixar o cargo, Obama disse que pretende passar mais tempo com suas filhas e a mulher, com quem completa 25 anos de casamento este ano, e que deve escrever, observar os acontecimentos e também absorver com mais calma tudo o que passou em seus oito anos na Casa Branca.
Ele afirmou ainda que pode se sentir impelido a se manifestar se sentir que alguns valores centrais estiverem correndo risco, como por exemplo no caso de uma institulização de alguma forma de preconceito racial, de obstáculos para que pessoas votem, de restrições à liberdade de imprensa ou a rejeição aos filhos de imigrantes.
Obama justificou sua decisão de encerrar a política de "pés secos, pés molhados" em relação a imigrantes cubanos, afirmando que a reaproximação dos países e a abertura de viagens entre eles pesaram no momento de avaliar porque cubanos ainda tinham um programa que não beneficia imigrantes de outros países da América Latina. Segundo ele, a política representava "um antigo modo de pensar que não fazia mais sentido".

Israel

Ao ser questionado sobre o tom de Trump na questão de Israel e Palestina, que sinaliza uma discordância com a opção de dois estados, Obama disse que investiu muita energia, tempo e esforços para conversas de paz, e que se tornou claro que não é possível forçar uma paz, mas sim facilitar, promover uma plataforma, encorajar.
Mas demonstrou preocupação porque o crescimento dos assentamentos israelenses "cria uma situação que torna a solução de dois estados impossível". Ele evitou, no entanto, comentar a posição de Trump. "Acho que minha visão está clara, vamos ver como a abordagem deles irá se desenvolver".
Obama disse, porém, acreditar que é inapropriado para um presidente recém-empossado mudar totalmente a política nesses casos. "Mas se ele for fazer isso, faça com consciência do que pode acontecer", alertou.

Democracia

O presidente mencionou preocupação com a democracia. "Nós somos o único país entre as democracias avançadas que torna mais difícil votar, ao invés de ser mais fácil", disse, lembrando que algumas restrições datam da época das leis racistas de Jim Crow.
Segundo ele, as pessoas precisam prestar mais atenção a isso e a noção de que as pessoas podem votar facilmente e não vão porque não querem é uma "notícia falsa", disse, usando um termo bastante adotado por Trump.

Família

A última pergunta da coletiva foi feita por uma repórter que, segundo Obama, o acompanha desde que ele era senador. "Ela sempre me escutou, então o mínimo que posso fazer é dar a ela minha última resposta como presidente", brincou.
A questão foi sobre a relação dele e de sua mulher com as duas filhas adolescentes do casal, e sobre como a família lidou com o resultado das eleições, especialmente após um discurso esperançoso de Michelle.
Ao dizer que Sasha e Malia o surpreendem, encantam e impressionam sempre, o presidente afirmou que nos últimos tempos também aprendeu muito com elas, e que foi interessante ver como reagiram à eleição. "Elas ficaram desapontadas, prestaram atenção no que a mãe delas disse, e acreditaram naquilo", admitiu.
Mas Obama disse que tenta ensinar resiliência e esperança às meninas. "A única coisa que é o fim do mundo é o fim do mundo", disse. Ele afirmou ainda que não acredita que alguma delas tenha intenção de seguir uma carreira política.

Fonte: G1

Trump responde ameaças de ditador norte coreano: “Nenhum míssel nos atingirá”


O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, respondeu nesta segunda-feira (2) pelo Twitter as ameaças da Coreia do Norte e garantiu que o regime de Pyongyang não desenvolverá uma arma nuclear que possa pôr em perigo a segurança dos americanos.
Trump reagiu assim ao discurso de Ano Novo feito ontem pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un, que anunciou que a Coreia do Norte finaliza os preparativos para lançar outro projétil balístico intercontinental, o que ressalta mais uma vez a aposta da Coreia do Norte em seu programa nuclear e de mísseis.
“A Coreia do Norte acaba de afirmar que está na etapa final para desenvolver uma arma nuclear capaz de chegar a áreas dos Estados Unidos. Não vai acontecer!”, assegurou o magnata no Twitter.
Minutos mais tarde, Trump escreveu outra mensagem no Twitter para atacar a China por seu apoio à Coreia do Norte e por sua política comercial e monetária, já que o milionário nova-iorquino considera que a desvalorização do iuane pelas autoridades chinesas é “devastadora” para a economia americana.
“A China esteve tomando enormes quantidades de dinheiro e riqueza dos Estados Unidos (..), mas não ajudará com a Coreia do Norte. Que lindo!”, ironizou.
Durante a campanha, Trump chamou Kim de “maníaco”, mas não esclareceu se essa descrição era totalmente negativa porque, logo em seguida, disse que era preciso dar “crédito” ao líder norte-coreano.
O sigiloso país stalinista lançou anteriormente, em seis ocasiões, mísseis balísticos intercontinentais, que assegura que emprega para pôr em órbita satélites de observação.
No entanto, os testes norte-coreanos se emolduram em sua meta de conseguir projéteis precisos e com alcance distante e armas nucleares suficientemente pequenas para equipá-las sobre os mesmos.
Caso alcance este objetivo – que parece cada vez mais próximo, segundo os analistas -, a Coreia do Norte teria armamento atômico para atingir território americano e poderia empregá-lo como elemento dissuasório para assegurar a sobrevivência do regime.
Durante décadas, um dos desencadeantes do mal-estar de Pyongyang foram os exercícios militares conjuntos que Coreia do Sul e EUA realizam anualmente, vários como herança da Guerra da Coreia (1950-53), que finalizou com um armistício nunca substituído por um tratado de paz definitivo.
Com informações da UOL

Ponte mais alta do mundo é inaugurada na China

A Beipanjiang Bridge tem 565 metros de altura e 1,3 quilômetros de extensão



Depois de inaugurar a maior escada rolante e reabrir a maior ponte feita em vidro, a China ganha mais um superlativo para sua coleção: a ponte mais alta do mundo, com 565 metros de altura, que foi aberta ao público na última quinta-feira (29/12). Para se ter uma ideia, o tamanho supera o World Trade Center, em Nova York, e é oito vezes maior que a Golden Gate, em São Francisco, também nos Estados Unidos.

E MAISBalanço mais alto da Europa ocupa topo de edifício em Amsterdã
Ponte mais alta do mundo é inaugurada na China (Foto: Reprodução)
ponte de Beipanjiang tem ainda 1,3 quilômetros de extensão e supera o posto da do rio Sidu, também chinesa, eleita em 2009 como a ponte de maior altura. Unindo as províncias de Yunnan e Guizhou sobre o rio Nizhu, a atual construção recordista começou a ser erguida em 2013 e foi finalizada somente em setembro de 2016.

CONFIRALounge de aeroporto em Mumbai é eleito o melhor do mundo

A novidade custou aproximadamente R$ 479 milhões e diminuiu o tempo de viagem entre as cidades de cinco horas para apenas uma hora e meia. 
Fonte: http://casavogue.globo.com/

Os truques sujos da CIA contra a democracia americana


Se apoiado por um Congresso republicano com a coragem de sondar o que realmente aconteceu e chegar ao fundo do que a CIA tem feito, podemos descobrir um escândalo que abalaria as fundações do partido político que ocupou o Salão Oval nos últimos oito anos.

Há uma maneira fácil de determinar quem é um hacker fiel do Partido Democrata na mídia e quem, mesmo à esquerda, mantém pelo menos alguma independência da linha do partido. O antigo democrata Bill Moyers acha que é um caso encerrado que o russo Vladimir Putin interveio na eleição para ajudar Trump e que nossa democracia está em perigo. A publicação de segurança Intercept acha que a evidência é fraca, e que a CIA pode ter uma outra razão para "investir diretamente contra Trump". O que poderia ser isso?
Será que o diretor da CIA, John Brennan, teme que Trump, como presidente, possa ordenar uma investigação sobre o que a CIA tem feito sob o presidente Obama? O que poderia ser? Poderia a CIA ter interferido em eleições estrangeiras e, em caso afirmativo, poderiam tais esforços ter provocado retaliação russa?
Os funcionários da Intercept são da extrema esquerda, mas decidiram manter alguma aparência de objetividade quando se trata de reivindicações sensacionalistas de interferência estrangeira na campanha de 2016. No entanto, a ideia que eles propõem - de que a controvérsia pode ser resolvida pelo presidente Obama, as desclassificar provas - não é prática. 
Obama não o fará, porque as agências de inteligência sempre afirmam que a divulgação revelará suas fontes e métodos. Se eles liberarem "provas", serão vagas e quase sem valor, assim como as histórias no Washington Post e no New York Times, onde essas alegações surgiram inicialmente. Essas histórias são impossíveis de confirmar ou negar.
A CIA vai querer esconder sua digital, não porque a evidência possa implicar a Rússia na interferência eleitoral, mas porque as evidências que temos demonstram que é a CIA que está interferindo nos resultados das eleições presidenciais dos EUA de 2016. Essa é a história que não pode ser contada, e aquela que ameaça nossa democracia. O Times e o Post são os principais veículos para este esforço insidioso.
Sabemos que o diretor da CIA, Brennan, é um extremista de esquerda - assim como Obama - que uma vez votou por um candidato do Partido Comunista e cujas simpatias pelo islamismo radical são bem conhecidas. As perguntas persistem sobre se Brennan, um aluno da Universidade Católica Fordham, se converteu ao Islã e por que ele prestou seu juramento com uma cópia da Constituição dos Estados Unidos e não com a Bíblia (foto acima).
Mas tenha a certeza. Snopes, uma dessas entidades esquerdistas que agora faz parte da operação do Facebook para detectar "notícias falsas", diz que a conversão de Brennan ao Islã é um "boato sem fundamento". 
Snopes, no entanto, relata que é verdade que Brennan "jurou não numa Bíblia, como é habitual nos EUA, mas numa cópia da Constituição (N. do T.: há evidências de que esta cópia da Constituição não contém o Bill of Rights, as primeiras dez Emendas)." Existe uma foto da ocorrência.
A verdadeira "notícia falsa" envolve as afirmações de que Putin interveio para ajudar Trump. Numa sessão de choro pós-eleitoral, Hillary Clinton disse que Putin a odiava porque a associava com protestos contra seu governo na Rússia, e ele queria se vingar. 
Putin a acusou de alimentar os protestos. Mas onde está a evidência de que o suposto ataque hacker foi vingança? Além disso, há evidências de que os protestos na Rússia foram inspirados ou financiados pelos EUA? Talvez essa questão deva ser resolvida.
Já que sabemos que o governo Obama interferiu em eleições estrangeiras no Canadá e em Israel, é incrível acreditar que o Departamento de Estado de Clinton deu uma mão aos protestos anti-Putin? Sabemos, e já publicamos numa coluna, que Obama tentou, mas falhou, tirar o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, mas conseguiu derrubar o primeiro-ministro do Canadá Stephen Harper, do Partido Conservador, um grande defensor de Israel. Por que não houve gritaria da mídia sobre esses fatos?
Uma pergunta adicional é se Obama usou a CIA para interferir também nas próprias eleições estrangeiras como as da Rússia, Canadá ou Israel.
Pode ser que os democratas e seus aliados de mídia tenham aberto uma imensa Caixa de Pandora quando se trata de interferência nas eleições. Não deveríamos "drenar o pântano" aqui antes de focarmos no que os outros nos fizeram?
A questão da interferência dos EUA nas eleições estrangeiras é uma questão que deve ser investigada pelo Congresso, se seguir em frente com uma sondagem sobre o suposto ataque russo à eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016.

Se o inquérito sobre a Rússia determina que Putin queria destruir a campanha de Hillary e eleger Trump, isso não faz de Trump um teleguiado dos russos. Pode ter sido apenas uma vendetta pessoal de Putin contra Hillary.
A verdadeira questão é quais as políticas que esses dois candidatos teriam perseguido. Já sabemos que Obama e Hillary fizeram um reset russo que foi um fracasso espetacular, e que Putin usou esse novo desenvolvimento nas relações entre os EUA e a Rússia para lançar uma agressão militar na Ucrânia e na Síria. Assim, o ex-chefe da KGB, que dirige a Rússia, sabia que poderia extrair o melhor de Hillary se ela se tornasse presidente.
Escrevendo na Forbes, Paul Roderick Gregory mostra ser evidente de que Trump representa uma ameaça muito maior para Putin, não em ameaçar uma ação militar contra o regime russo, mas na busca de independência energética americana. 
Ele diz: "Se o principal objetivo de Putin é, de fato, proteger seu petrostate, ele não ajudaria Trump. A revolução do fracking nos EUA transformou o mercado mundial de energia, de US$ 100 para US$ 50 o barril de petróleo, quebrou o domínio da Rússia sobre o mercado europeu de gás natural e mergulhou a economia em um prolongado "período de estagnação", como os soviéticos costumavam chamá-lo. 
Sob Trump, Putin pode esperar “uma segunda revolução energética, que ameaçará Putin no poder, que parece forte, mas é mais fraco do que pensamos". É por isso que há relatos de que os russos estão subsidiando secretamente grupos anti-fracking no Ocidente .
Gregory diz que se você olhar da perspectiva energética de Putin, ele preferiria as políticas de Obama/Clinton que "bloqueavam oleodutos, impunham regulamentos estritos sobre petróleo e gás não convencionais, congelavam contratos de arrendamento em terras federais e usavam outras ações anti-carbono, o que teve o efeito final de sustentar o valor dos recursos petrolíferos de seu regime instável”.
Se os democratas realmente desejassem derrubar o regime de Putin, abandonariam suas políticas contra os combustíveis fósseis, desistiriam de um acordo de "mudança climática" que beneficiaria nossos adversários e apoiariam as políticas de crescimento e exploração de recursos do presidente eleito. Em vez disso, eles querem ficar num blá-blá-blá sobre o ódio de Putin a Hillary, usando fontes anônimas da CIA na mídia para fazer tempestade em copo dágua.
Iniciemos as investigações, pois. Que elas sejam de longo alcance e muito amplas.
Vamos determinar o que Obama e o Departamento de Estado de Hillary não fizeram apenas com a Rússia, mas também com Israel e Canadá. E vamos descobrir se a CIA fazia parte desse esforço de desestabilização.
Se apoiado por um Congresso republicano com a coragem de sondar o que realmente aconteceu e chegar ao fundo do que a CIA tem feito, podemos descobrir um escândalo que abalaria as fundações do partido político que ocupou o Salão Oval nos últimos oito anos. Esta poderia ser a única maneira de ensinar à CIA uma lição sobre não interferir com os resultados de uma eleição americana.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/


Comissário que sobreviveu à queda de avião diz que seguiu protocolos de segurança


"Coloquei as malas entre as minhas pernas para formar a posição fetal", disse à imprensa local

O boliviano Erwin Tumiri, um dos dois tripulantes que sobreviveram à queda do voo que deixou 71 pessoas mortas na Colômbia, nesta terça-feira (29), disse que conseguiu se salvar porque seguiu os protocolos de segurança. As declarações foram divulgadas pelo jornal boliviano La Razón Digital.
— Dada a situação, muitos subiram nos bancos e começaram a gritar. Eu coloquei as malas entre as minhas pernas para formar a posição fetal, que é recomendada em acidentes
A afirmação foi feita enquanto Tumiri era levado para o hospital onde está sendo atendido e foi divulgada inicialmente pela rádio Caracol da Colômbia.
A outra tripulante que sobreviveu ao acidente é a aeromoça Ximena Suarez. Ambos estão fora de perigo.
Ainda de acordo com o La Razón Digital, os outros bolivianos que morreram no acidente são: os pilotos Miguel Quiroga, Ovar Goitia e Sisy Arias, e os assistentes de Rommel Vacaflores, Alex Quispe, Gustavo Encinas e Angel Lugo.

Fortuna de Fidel Castro pode ter alcançado 900 milhões de dólares

Em 2006, a revista americana 'Forbes' colocou Fidel em sétimo lugar na lista de governantes mais ricos do mundo


Na época da publicação, o caso foi respondido com raiva pelo governo da ilha e por Fidel, que afirmou se tratar de uma “mentira absoluta” e disse que tomaria ações legais contra a revista. “Se eles provarem que eu tenho uma conta no exterior de 900 milhões dólares ou de apenas um dólar, eu renuncio agora a todas as funções que desempenho”, afirmou Castro, em 2006. “É ridículo me atribuir uma fortuna de 900 milhões de dólares. Uma fortuna sem herdeiros”.
Forbes relembrou o episódio após a morte do ditador, que faleceu aos 90 anos, e comentou que Fidel gostava de “acomodações luxuosas”, mas precisava se mudar constantemente por causa de tentativas de assassinato. Depois de sua morte, Cuba entrou em nove dias de luto oficial e prepara homenagens pelo país, com uma procissão das cinzas de Fidel pela ilha.

Fonte: Veja


Donald Trump vence, prometendo proteger cristãos e apoiar Israel



Escolha de vice-presidente evangélico ajudou a conquistar apoio de conservadores

Ao longo de toda a campanha presidencial o então candidato Donald Trump foi repetidas vezes tratado pela mídia como alguém que traria o caos para os Estados Unidos e para o mundo. Contudo, a maioria dos líderes evangélicos que se envolveram no pleito diziam que ele seria o melhor, pois tinha uma agenda mais conservadora, tendo se declarado contra o aborto, por exemplo.
Durante a pré-campanha, quando ainda não tinha sido escolhido como o representante do partido republicano, fez uma afirmação categórica. “Sou evangélico. Eu sou presbiteriano e tenho orgulho disso”. Ressaltouque “eu vou ganhar e serei o maior representante que os cristãos já tiveram em um longo tempo”.
Com um testemunho de vida que contradizia suas afirmações sobre fé, em junho foi anunciado que ele aceitara Jesus e se tornara cristão de verdade, o que aumentou sua popularidade entre os eleitores evangélicos.
Além disso, recentemente teve um encontro com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, onde prometeu que reconheceria Jerusalém como a capital “unificada” de Israel, caso fosse  eleito presidente.
Os Estados Unidos historicamente sempre foram os principais apoiadores do Estado judeu, mas o governo Obama foi um notório defensor do reconhecimento da Palestina como nação independente, o que resultaria na entrega de Jerusalém Oriental à Autoridade Palestina.
As divulgações do perfil dos eleitores que deram a vitória a Donald Trump mostram que essas duas declarações tiveram influências diferentes. Enquanto 60% dos protestantes ficaram com o bilionário republicano, 71% dos judeus preferiram Hillary. A religiosidade de Trump também incomodou os ateus, já que 68% optaram pela sua adversária.
Outro aspecto que contribuiu para essa vitória foi a escolha do evangélico Mike Pence como seu vice-presidente. Intransigente sobre questões como o aborto e o casamento homossexual, Pence esteve 12 anos no Congresso norte-americano  e é governador do estado de Indiana desde 2013. Em entrevista recente, ele se descreveu como “cristão, conservador e republicano, por esta ordem de importância”.

Fonte: Gospel Prime

Obama felicita Trump e convida para encontro na Casa Branca


Encontro entre o atual e o futuro presidente deve acontecer na quinta (10).
Republicano assumirá governo após 8 anos de gestão democrata.



O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, felicitou o republicano Donald Trumppor sua vitória nas eleições presidenciaisdeste ano e o convidou para um encontro nesta quinta-feira (10), segundo a agência Associated Press. Trump assumirá o governo após oito anos de gestão democrata. 
A chefe da campanha de Trump, Kellyanne Conway, disse que Obama telefonou para Trump na madrugada da quarta, quando ele estava em um evento com partidários em Nova York. Ele respondeu à chamada logo depois de descer do palco.
Os dois tiveram o que ela descreveu como um "diálogo muito agradável" e podem se reunir na quinta-feira.
O secretário de imprensa da Casa Branca, Josh Earnest, já havia dito a jornalistas na semana passada, a bordo do avião presidencial Air Forte One, que o presidente tinha sua agenda vaga nesta quarta e quinta para uma possível reunião com o eleito.
Hillary Clinton 
Obama participou ativamente da campanha da democrata Hillary Clinton, fazendo discursos e mesmo criticando a atuação do FBI na investigação dos e-mails da candidata. Ela foi acusada de usar seu servidor particular para tratar de assuntos confidenciais na época em que era secretária de Estado. Ao longo da campanha, Trump criticou a administração de Obama. 
Após a vitória ser confirmada pelas projeções, Trump disse que recebeu uma chamada de sua adversária democrata. "Ela me ligou para me parabenizar por nossa vitória, e eu a parabenizei por uma campanha muito, muito dura. Ela lutou muito forte", afirmou em discurso para seus partidários. O republicano também disse que os americanos têm com Hillary uma dívida de gratidão por seus anos de serviço ao país.







Vitória de Trump
resultado da eleição americana foi definido por volta das 5h30 desta quarta-feira. Ao longo da noite, enquanto a apuração avançava, Trump conquistou vitórias surpreendentes sobre Hillary em estados-chave para a definição, como Flórida, Carolina do Norte e Ohio, abrindo caminho para a Casa Branca.
Os democratas contavam com votos dos estados do Centro-Oeste, como Ohio e Iwoa, por causa do tradicional apoio dos negros e dos trabalhadores brancos. Mas muitos dos brancos dessa região, especialmente os sem formação universitária, decidiram votar em Trump. A importância dessa classe para os democratas tinha sido subestimada em projeções feitas antes do pleito, segundo o jornal "The New York Times". Contrariando sondagens, Michigan, Wisconsin e Pensilvânia votaram em um republicano pela primeira vez desde os anos 1980.
No discurso da vitória, Trump usou um tom conciliador e disse que será presidente para "todos os americanos" (veja trechos no vídeo abaixo). "Trabalhando juntos, vamos começar a tarefa urgente de reunir nossa nação. É isso que quero fazer agora por nosso país." Leia a íntegra do discurso.







Repercussão
A vitória de Trump provocou reações de líderes internacionais. Alguns ministros de relações exteriores e representantes europeus demonstraram apreensão. Já os presidentes da Rússia e das Filipinas falaram sobre a intenção de melhorar as relações com os Estados Unidos.
O resultado da eleição derrubou os mercados de ações pelo mundo. A bolsa de valores de Tóquio perdeu mais de 5% e, na Europa, os principais índices abriram o dia em forte queda. No Brasil, o dólar abriu em forte alta em relação ao real. A Bovespa começou os trabalhos com queda de mais de 3%.
Segundo a Reuters, os investidores estão preocupados com a possibilidade de Trump adotar políticas protecionistas e desistir de acordos de comércio internacional.
"Isso é o mais assustador em se colocar o cargo mais poderoso do mundo nas mãos de um homem que muitos acreditam ser temperamentalmente instável. Seus cortes de impostos podem abrir um enorme rombo orçamentário e suas sanções comerciais podem suspender o comércio mundial. Tudo isso pode gerar uma recessão", disse o estrategista-chefe de mercado da National Securities em Nova York, Donald Selkin.

Fonte: G1

Donald Trump é eleito presidente dos EUA: 'Vamos renovar o sonho americano'







WASHINGTON e NOVA YORK - O magnata republicano Donald Trump fez História e, contra todas as previsões, alcançou delegados suficientes no Colégio Eleitoral para ser eleito o novo presidente dos Estados Unidos, derrotando a democrata Hillary Clinton, ex-secretária de Estado. Ao ser projetado vencedor pela AP em Pensilvânia e Wisconsin, bateu a marca requerida de 270 representantes no sistema distrital para ser eleito.

A mera possibilidade de sua vitória derrubara o mercado futuro em Dow Jones, bolsas na Ásia na abertura do pregão pela manhã no continente, e fez o peso mexicano sofrer sua maior baixa histórica. Hillary não havia admitido abertamente a derrota até a última atualização desta matéria, mas, segundo a CNN, admitiu derrota em ligação ao republicano.

O discurso de vitória foi de união, prometendo trabalhar mesmo com quem não o apoiou. Pediu união até com democratas que nunca o apoiaram.

— A secretária Hillary me ligou e ela nos parabenizou, e eu a parabenizei pela nossa duríssima luta. Hillary lutou duramente por muito tempo. Temos uma grande dívida com ela por seu serviço — disse ele nu mevento de vitória, em Nova York. — Agora é hora de nos unirmos como um povo só. É a hora. Prometo que serei o presidente para todos os EUA. Vamos renovar o sonho americano. Nosso país tem um tremendo potencial. Nossos homens e mulheres não serão mais esquecidos.

Ele prometeu que a infraestrutura e o respeito à população serão priorizados, antes de assumir seu típico jeito brincalhão usado em comícios.

— Vamos sonhar com coisas boas e bem-sucedidas para o nosso país — disse, antes de brincar: — Essa coisa de briga política é dura, não? — fez piada.

Ele depois elogiou e agradeceu vários apoiadores e aliados que o acompanharam durante a campanha, entre generais, políticos republicanos e o Serviço Secreto.

— Para este momento ser histórico, temos que fazê-lo dar certo. Esperamos fazer um trabalho que faça vocês tão orgulhosos. Eu amo este país. Obrigado! — disse, antes de sair ao som de "You can't always get what you want", dos Rolling Stones, música frequentemente tocada em seus comícios.


APURAÇÃO SURPREENDE O MUNDO
Apesar de a apuração começar sem surpresas, a maré começou a virar a favor de Trump após vitórias nos estados-chave de Pensilvânia, Flórida, Carolina do Norte, Ohio, Geórgia e Iowa. Com a conquista de delegados nos locais, muito disputados com Hillary, ele ficou com um caminho cada vez mais aberto para consolidar sua vitória. Os primeiros resultados parciais durante o dia indicavam uma grande participação, o que, em tese, beneficiaria Hillary — analistas indicam que os democratas têm melhores resultados em eleições com grande participação, pois o voto não é obrigatório.
"Essa equipe tem muito do que se orgulhar. O que quer que aconteça esta noite, obrigada por tudo", escreveu Hillary no Twitter, por volta da meia-noite (hora de Brasília) quando os republicanos começavam a ampliar sua vantagem na apuração.
Ao fim da noite, o chefe da campanha de Hillary, John Podesta, apareceu tarde da madrugada, naquele que seria o evento de vitória, apenas para pedir ao público que fosse para casa — sem declarar derrota.
O governador de Indiana e futuro vice-presidente, Mike Pence, disse que esta foi uma noite histórica.
— É difícil para mim expressar. Sou muito grato a Deus por sua graça, minha família, minha mulher, sou profundamente grato ao povo americano por me dar essa oportunidade de servi-lo — disse, elogiando Trump: — Sua liderança e visão farão os EUA grandes de novo.
A contragosto, muitos republicanos que haviam se negado a apoiar Trump comemoraram a escolha popular.
— Uma mensagem que veio alta e clara nesta eleição é que os americanos querem progresso agora — disse o senador reeleito John McCain.

DIA DE TENSÃO
Trump votou em uma escola perto da Trump Tower, em Manhattan, sob vaias de simpatizantes da sua rival, que gritavam "Nova York te odeia!". Com o semblante sério, o republicano votou na cabine ao lado de sua esposa, Melania. "Foi uma escolha difícil", brincou depois. O país dividido em trincheiras opostas surgiu novamente numa ação na Justiça que o Partido Republicano deu entrada em Nevada tentando impugnar votos tidos como favoráveis aos democratas e em relatos de intimidação a eleitores em vários estados. O processo foi vetado por uma juíza.
No comitê de Hillary em Nova York, cada vitória da democrata era comemorada como se fosse uma partida de futebol, enquanto notícias positivas de Trump eram recebidas com vaias. Ao longo da noite, porém, as pessoas foram indo embora sem esperar o resultado final, à medida que a noite avançava.


Hillary e Trump percorrem vários estados em último dia de campanha


Projeção Reuters/Ipsos dá à democrata 90% de chances de ganhar.
Republicano começou o dia na Flórida e encerrou em Michigan.



Na véspera da eleição que irá definir o próximo presidente dos EUA, os dois principais candidatos, Donald Trump e Hillary Clinton, cumpriram uma extensa agenda, atravessando diversos estados e tentando atrair os ainda indecisos.
Também na segunda-feira, uma pesquisa do Projeto Estados da Nação, da Reuters/Ipsos, apontou que a candidata democrata tem 90% de ganhar. Segundo a avaliação, qualquer virada de Trump depende de uma improvável combinação de reviravoltas de eleitores brancos, negros e hispânicos em seis ou sete Estados.
As duas campanhas concentraram suas últimas horas em estados que não são tradicionalmente fieis a um partido específico, os “swing estates”, onde a predominância democrata ou republicana varia a cada eleição.

Trump começou o dia em Saratosa, na Flórida, estado decisivo por seu grande colégio eleitoral, e onde as pesquisas apontam um empate técnico. Ele depois seguiu para Raleigh, na Carolina do Norte, e Scranton, na Pensilvânia. À noite, ainda discursa em mais dois estados, onde tem a companhia de seu vice, Mike Pence. Os dois sobem ao palco juntos em Manchester, New Hampshire, e Grand Rapids, Michigan.

Antes de se encontrar com Trump para os eventos da noite, Pence também fez comícios sozinho, em Duluth, Minnesota, Traverse City, em Michigan e Erie, na Pensilvânia.
Já Hillary contou com diversos colaboradores em seus últimos eventos de campanha. Ela fez quatro comícios, em Oakland, na Pensilvânia, Allendale, Michigan, Raleigh, na Carolina do Norte, onde teve a companhia do marido, Bill, e da filha, Chelsea, e em Filadélfia, na Pensilvânia, onde foi acompanhada pela família e também pelo presidente Barack Obama e pela primeira dama, Michelle Obama.

Já o candidato à vice democrata, Tim Kaine, fez dois comícios na Carolina do Norte e dois em cidades do estado de Virginia. Bill Clinton falou em outra cidade da Carolina do Norte, Al Gore discursou em duas cidades do Colorado, o vice-presidente, Joe Biden, esteve em Tallahassee e St. Petesburg, na Flórida, e Obama fez comícios em Ann Harbor, Michigan, e Durham, New Hampshire.

Na terça, Hillary e Trump irão votar no estado de Nova York, onde permanecerão para acompanhar a votação e o anúncio do resultado, que deve ser feito nas primeiras horas da quarta-feira.
Donald Trump brinca com uma máscara no palco de um comício em Saratosa, na Flórida, na segunda (7) (Foto: Reuters/Carlo Allegri)Donald Trump brinca com uma máscara no palco de um comício em Saratosa, na Flórida, na segunda (7) (Foto: Reuters/Carlo Allegri)
Ambos têm festas programadas na cidade para comemorar a possível vitória. A de Trump está marcada para o hotel New York Hilton Midtown e a de Hillary será no Jacob K. Javits Convention Center.
Pesquisas
Em uma série de pesquisas divulgadas nesta segunda, Hillary Clinton lidera as intenções de voto. O site Real Clear Politics lista oito pesquisas onde os eleitores não consideraram outros candidatos além dos dois, e Trump aparece na frente em apenas uma, do LA Times/USC Tracking, com vantagem de 5 pontos.
Nas outras sete, Hillary lidera por uma margem que vai de 1 ponto (IBD/TIPP Tracking) a 7 pontos (NBC News/SM). CBS News, Fox News dão a ela 4 pontos de vantagem, Bloomberg e ABC/Washington Post apontam 3 e Monmouth 6.
A projeção dos 90% de chances de vitória de Hillary, segundo a Reuters, indica que ela estava a caminho de obter 303 votos no Colégio Eleitoral, ante os 235 de Trump, chegando aos 270 necessários para a vitória.
As chances de Trump estão em sua performance na Flórida, Michigan, Carolina do Norte e Ohio, que tinham a disputa ainda muita acirrada para que se pudesse prever uma definição no domingo, quando a pesquisa foi encerrada, e na Pensilvânia, onde Hillary tem uma pequena vantagem de 3 pontos percentuais. Para que Trump vença, ele precisa vencer na maioria desses Estados.
Qualquer combinação de duas perdas nos três Estados da Flórida, Michigan e Pensilvânia, praticamente garantiria a vitória a Hillary. Ao mesmo tempo, Trump precisa conseguir a vitória no Arizona, Estado tradicionalmente republicano, em que a corrida eleitoral está apertada, e esperar que o candidato independente Evan McMullin não vença em outro baluarte republicano, Utah.
Para vencer, Trump precisa de um resultado maior entre os eleitores republicanos brancos do que a que se materializou em 2012, uma queda no número de eleitores afroamericanos e um aumento menor que o previsto no número de eleitores hispânicos, mostrou a projeção.
O Projeto Estados da Nação é um levantamento feito junto a 15 mil pessoas todas as semanas nos 50 Estados norte-americanos, mais a capital Washington D.C..
Hillary Clinton durante evento de campanha em Pittsburgh, na Pensilvânia, na segunda (7)  (Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP)Hillary Clinton durante evento de campanha em Pittsburgh, na Pensilvânia, na segunda (7) (Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP)
FONTE: G1

Trump supera Hillary por um ponto em nova pesquisa


O candidato republicano Donald Trump supera sua rival democrata Hillary Clinton por um ponto, a primeira vez em que lidera uma pesquisa desde maio, segundo uma pesquisa realizada pela ABC News/The Washington Post e publicada nesta terça-feira.


O magnata reúne uma intenção de voto de 46%, contra 45% para Hillary.



O republicano não demorou a reagir aos novos dados.



"Uau, agora lideramos a pesquisa @ABC/@washingtonpost por 46 a 45. Subimos 12 pontos, a maioria antes do escândalo de Hillary", escreveu Trump, em referência ao escândalo que explodiu na semana passada quando o FBI reabriu a investigação pelos e-mails que Hillary enviou de um servidor privado quando era secretária de Estado.



O jornal The Washington Post destacou que a pesquisa tem uma margem de erro de 2,5%, mas também colocou em evidência a verdadeira queda do entusiasmo que os eleitores de Hillary demonstram pela própria candidata.



De acordo com a pesquisa, o entusiasmo pela ex-secretária de Estado caiu sete pontos como consequência do escândalo.



Neste sentido, 53% dos eleitores de Trump se dizem "muito entusiasmados" com sua candidatura, contra apenas 43% dos eleitores de Hillary.



Há apenas uma semana, este entusiasmo entre os eleitores de Hillary era de 51%, de forma que a pesquisa detectou um claro esfriamento entre seus seguidores.



O jornal lembrou que, faltando uma semana para as eleições presidenciais de 2012, o entusiasmo entre os eleitores de Obama era de 64%, contra 61% dos simpatizantes de seu adversário Mitt Romney.



O diretor do FBI, James Comey, anunciou na sexta-feira passada a descoberta de novos e-mails que transitaram por um servidor privado utilizado por Hillary, contrariando as normas do Departamento de Estado.



O The Washington Post também registrou nesta terça-feira que Hillary tem uma vantagem de 54% a 41% sobre Trump entre os eleitores que votaram antecipadamente, mas Trump está na dianteira por 50% contra 39% entre aqueles que disseram estar certos de que votarão no dia 8 de novembro.



Esta nova pesquisa foi realizada entre 27 e 30 de outubro.



Fonte: Uol




Uma jovem levou 23 chibatadas depois de ter sido vista muito próxima do namorado, em Banda Aceh, na Indonésia. Outros sete casais que foram flagrados juntos fora do casamento foram condenados a chibatadas. A punição tem como base leis islâmicas locais. Dos 14 jovens, 13 levaram as chibatadas em praça pública. Uma garota foi poupada porque descobriu que estava grávida. A província de Aceh é a única autorizada a aplicar a "sharia", lei islâmica, aprovada por unanimidade em 2009. A legislação pune adúlteros com apedrejamento até a morte, proíbe as mulheres de trabalhar e frequentar cafés e locais de ócio depois das 23h, além de relações homossexuais, apostas e consumo de álcool. De acordo com o G1, a aplicação da sharia passou a ocorrer depois de a província ter obtido status de autonomia em 2001 concedido pelo governo de Jacarta para encerrar a rebelião separatista.

Fonte: Bahia Notícias

Pesquisa mostra Hillary e Trump tecnicamente empatados


Sondagem mostra que vantagem da democrata sobre republicano diminuiu. 
Hillary retoma campanha após pausa de três dias devido a uma pneumonia.



Uma pesquisa realizada pelo jornal "The New York Times" e pela rede CBS News e divulgada nesta quinta-feira (15) indicou empate técnico entre os dois principais candidatos à Casa Branca.

Segundo a sondagem, a candidata democrata,Hillary Clinton, tem o apoio de 46% dos prováveis eleitores, com 44% apoiando Trump. Considerando o conjunto de todos os eleitores registrados, a vantagem de Hillary aumenta, com 46% contra 41% para Trump.
Considerando os quatro principais candidatos, Trump e Clinton ficam empatados em 42%. O candidato do Partido Libertário, Gary Johnson, tem o apoio de 8% dos prováveis eleitores, e o candidato do Partido Verde, Jill Stein, de 4%.
A vantagem confortável que Hillary tinha sobre Trump na maioria das pesquisas de opinião vem diminuindo. Estados decisivos, como Ohio e Flórida, já não são mais considerados como certos para a candidata democrata, de acordo com uma projeção da Reuters/Ipsos divulgada no sábado passado.
A sondagem do "New York Times" e da CBS News também revela um grande descontentamento dos eleitores com os dois principais candidatos. Pouco mais da metade deles expressou forte apoio ao seu escolhido. Os demais disseram ter reservas em relação ao próprio candidato, e outros querem impedir o adversário de ganhar, segundo o diário americano.
A pesquisa ouviu por telefone 1.433 eleitores em todo o país, com margem de erro de três pontos percentuais. Para determinar os prováveis eleitores, os pesquisados foram questionados sobre sua participação em eleições, sua atenção à atual campanha e a probabilidade de irem às urnas.
Hillary retoma campanha
Nesta quinta-feira, Hillary retoma a sua campanha presidencial, depois de um surto de pneumonia que a afastou por três dias e levantou dúvidas sobre a sua saúde. Ela tem agendadas participações num comício em Greensboro, na Carolina do Norte, e num jantar com um grupo latino em Washington.
Hillary passou três dias descansando em sua casa em Chappaqua, Nova York, após uma pneumonia ser diagnosticada. A candidata passou mal no domingo passado, durante a cerimônia em homenagem às vítimas do 11 de Setembro, em Nova York.
A campanha de Hillary divulgou nesta quarta-feira uma nova carta de sua médica, que declara a candidata apta para servir como presidente e se recuperando bem de sua doença recente. A carta – a primeira atualização substancial sobre a saúde de Hillary em mais de um ano – detalha os medicamentos que ela está tomando, seus níveis de colesterol e resultados de uma mamografia.
Trump disse que também planeja publicar detalhes de um recente exame médico, embora não tenha deixado claro quando isso acontecerá nem quantas informações vai fornecer. Até agora, o empresário apenas divulgou uma carta, amplamente ridicularizada, de seu médico de longa data, declarando que ele seria o presidente mais saudável da história.
Já Trump entregou um resumo de seu histórico clínico ao apresentador do programa The Dr. Oz Show, durante a gravação do programa, que vai ser transmitido nesta quinta-feira.






















Fonte: G1

Hillary tem 6 pontos de vantagem sobre Trump, mostra pesquisa


Quase 41% dos prováveis votantes apoiam Hillary, 35% apoiam Trump.
Pesquisa Reuters/Ipsos foi feita de 25 a 29 de julho.



A candidata a presidente dos EUA pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, tem uma vantagem de 6 pontos percentuais sobre o seu rival republicano, Donald Trump, de acordo com a pesquisa Reuters/Ipsos, divulgada nesta sexta-feira (29), um dia após ela aceitar formalmente a nomeação do seu partido para as eleições de 8 de novembro.

Quase 41% dos prováveis votantes apoiam Hillary, 35% apoiam Trump, e 25% escolheram a opção “Outro”, segundo a pesquisa realizada de 25 a 29 de julho com 1.043 entrevistados, concomitante com a Convenção Nacional Democrata na Filadélfia.
A pesquisa tem uma intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.
A pesquisa contou com um pequeno ajuste de redação em relação aos levantamentos prévios, substituindo a opção “Nenhum dos Dois/Outro" por apenas “Outro”. Uma revisão interna constatou que a opção “Nenhum dos Dois” estava às vezes tirando apoio de um ou de outro candidato.
A ex-secretária de Estado Hillary Clinton fez um discurso otimista na convenção democrata na noite de quinta-feira, quando ela se tornou a primeira mulher a aceitar uma nomeação presidencial de um dos grandes partidos.
No discurso mais importante dos seus mais de 25 anos de carreira política, Hillary, de 68 anos, se apresentou como uma líder firme num “momento de acerto de contas” para o país e contrastou a sua personalidade com o que ela chamou de temperamento perigoso e volátil de Trump.
Trump, de 70 anos, empresário de Nova York e ex-apresentador de reality show, que nunca teve um cargo político, respondeu numa mensagem de Twitter na noite de quinta: “A visão de Hillary é um mundo sem fronteiras onde os trabalhadores não têm poder, empregos e segurança”.

FONTE: G1

A tentativa frustrada de golpe na Turquia é, na verdade, um autogolpe de Erdogan

É evidente que os serviços de Inteligência do país detectaram a movimentação militar, mas Erdogan pagou pra ver; agora, pode se livrar de mais inimigos e adversários







Digamos que o diabo tivesse acordado de mau humor e resolvesse fazer uma das suas: “Deixe-me ver onde é que vou criar uma confusão para que as coisas fiquem muito complicadas; para que a Europa se sinta ainda mais insegura; para açular as ações terroristas do Estado Islâmico; para levar tensão à Otan; para deixar Obama, uma vez mais, com queixo de estátua e nada a dizer…” E o diabo não poderia ter sido mais certeiro: escolheu a Turquia.
Foi o que se viu com a tentativa desastrada e desastrosa de golpe de estado empreendida por uma parte do Exército na noite desta sexta. Ainda não está claro quais facções exatamente se mobilizaram, mas é possível que, na sua maioria, sejam lideranças laicas das Forças Armadas, que estão sendo progressivamente substituídas, diga-se, por elementos ligados ao  Partido da Justiça e Desenvolvimento, do quase ditador Recep Erdogan, primeiro-ministro entre 2003 e 2014 e, a partir de então, presidente da República. Sim, há uma progressiva islamização das Forças Armadas turcas, e essa é um das raízes, apenas uma, da crise. Enquanto escrevo, fala-se em pelo menos 90 mortos e mais de mil militares presos.
Foi uma tentativa de golpe nos moldes clássicos, com tanques da rua, ocupação de emissoras de TV e ataque às forças leais ao governo. Mas falhou. Erdogan, que estava fora do país, por meio de seus porta-vozes, convocou a população a ir às ruas em defesa da legalidade. Os golpistas chegaram a anunciar o controle do país, apressando-se em dizer que agiam para preservar “a ordem constitucional, a democracia, os direitos humanos e as liberdades”.
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Acrescentaram que a Turquia manteria todos os seus acordos internacionais. Durou pouco. O mundo repudiou a quartelada, Erdogan venceu a parada e, podem apostar, virá um expurgo em massa de militares, e a perseguição certamente se estenderá a lideranças civis.
É evidente que uma ação dessa natureza não se planeja — E MAL, COMO SE VIU — só nos quartéis. É claro que lideranças da sociedade civil também estavam envolvidas na conspirata. E não duvidem: Erdogan vai esmagá-las. E o que sempre fez com os que se opõem a ele, mesmo sem motivos. Imaginem com uma patuscada sangrenta como essa.
Um autogolpe
A literatura política conhece a expressão “autogolpe”, que designa a prática de governantes autoritários que rompem mesmo a legalidade precária que os sustenta para conquistar ainda mais poder e se impor de forma mais discricionária. Não duvidem! A raposa Erdogan está dando um autogolpe. E explico o que quero dizer.
Não! Os que desfecharam a quartelada não são seus paus-mandados — ainda que não se deva descartar que agentes infiltrados tenham ajudado a elevar a pressão dos quartéis —, mas é evidente que a Turquia não é uma república bananeira, em que meia dúzia de fardados tramam um golpe, sem que os serviços de inteligência detectem a movimentação. Acreditar que Erdogan não sabia da fermentação golpista corresponde a assinar um atestado de estupidez. Diria até que ele tanto sabia que, prudentemente, estava fora do país.
É nesse sentido que a quartelada foi um “autogolpe”. Erdogan pode até ter corrido algum risco, mas o fato é que pagou para ver, na certeza de que as forças que lhe são fiéis aguentariam, como aguentaram, o embate. Não é por acaso que, no seu retorno, depois de retomado o poder, ele tenha agradecido aos céus o ocorrido. Agora, sim, ele poderá passar o rodo nas Forças Armadas como nunca antes na história da Turquia. E a Europa e os Estados Unidos vão ficar de bico calado.
O fim do mito turco
O episódio é mais uma narrativa a confirmar — e não digo com satisfação, mas é apenas um fato — a incompatibilidade entre um governo islâmico e a democracia. Erdogan concentra hoje poderes de ditador. A imprensa turca vive sob censura, e jornalistas estão na cadeia, acusados de tramar um… golpe de estado! Adversários do presidente são permanentemente perseguidos por uma Justiça que, progressivamente, se ocupa mais das leis de Alá do que das leis dos homens.
O comportamento de Erdogan em relação ao Estado Islâmico — o país é vizinho da Síria, e mais de dois milhões de refugiados já cruzaram a fronteira — é, para dizer pouco, ambíguo hoje, mas já foi de colaboração. Há a suspeita fundada de que tenha ajudado a armar o EI contra o governo de Bashar Al Assad. A Turquia abrigou, com certeza, células de movimentos terroristas contra o presidente sírio. Erdogan sabe ser implacável é com os curdos.
Se vocês me perguntarem, no entanto, se a maioria da população turca  quer a semiditadura truculenta de Erdogan, a resposta é “sim”.  Ora, “mas a democracia não é o regime da maioria, Reinaldo?” É. Mas a simples maioria não faz democracia, como sabe o fascismo.
Que chances haveria de o mundo democrático, o que interessa — a começar dos países europeus —, apoiar um governo conquistado com os tanques? Inferior a zero. Ainda que as força leais a Erdogan não tivessem reagido, o regime não se sustentaria. A simples suposição de que um golpe nesses termos seja possível na Europa, ainda que esse pedaço da Europa seja a Turquia, já é a evidência de sua inviabilidade.
Erdogan vai se aproveitar para se livrar dos inimigos, golpistas ou não.
Vem ditadura. É o autogolpe.

Fonte: Veja

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