Os truques sujos da CIA contra a democracia americana - Se Liga na Informação



Os truques sujos da CIA contra a democracia americana

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Se apoiado por um Congresso republicano com a coragem de sondar o que realmente aconteceu e chegar ao fundo do que a CIA tem feito, podemos descobrir um escândalo que abalaria as fundações do partido político que ocupou o Salão Oval nos últimos oito anos.

Há uma maneira fácil de determinar quem é um hacker fiel do Partido Democrata na mídia e quem, mesmo à esquerda, mantém pelo menos alguma independência da linha do partido. O antigo democrata Bill Moyers acha que é um caso encerrado que o russo Vladimir Putin interveio na eleição para ajudar Trump e que nossa democracia está em perigo. A publicação de segurança Intercept acha que a evidência é fraca, e que a CIA pode ter uma outra razão para "investir diretamente contra Trump". O que poderia ser isso?
Será que o diretor da CIA, John Brennan, teme que Trump, como presidente, possa ordenar uma investigação sobre o que a CIA tem feito sob o presidente Obama? O que poderia ser? Poderia a CIA ter interferido em eleições estrangeiras e, em caso afirmativo, poderiam tais esforços ter provocado retaliação russa?
Os funcionários da Intercept são da extrema esquerda, mas decidiram manter alguma aparência de objetividade quando se trata de reivindicações sensacionalistas de interferência estrangeira na campanha de 2016. No entanto, a ideia que eles propõem - de que a controvérsia pode ser resolvida pelo presidente Obama, as desclassificar provas - não é prática. 
Obama não o fará, porque as agências de inteligência sempre afirmam que a divulgação revelará suas fontes e métodos. Se eles liberarem "provas", serão vagas e quase sem valor, assim como as histórias no Washington Post e no New York Times, onde essas alegações surgiram inicialmente. Essas histórias são impossíveis de confirmar ou negar.
A CIA vai querer esconder sua digital, não porque a evidência possa implicar a Rússia na interferência eleitoral, mas porque as evidências que temos demonstram que é a CIA que está interferindo nos resultados das eleições presidenciais dos EUA de 2016. Essa é a história que não pode ser contada, e aquela que ameaça nossa democracia. O Times e o Post são os principais veículos para este esforço insidioso.
Sabemos que o diretor da CIA, Brennan, é um extremista de esquerda - assim como Obama - que uma vez votou por um candidato do Partido Comunista e cujas simpatias pelo islamismo radical são bem conhecidas. As perguntas persistem sobre se Brennan, um aluno da Universidade Católica Fordham, se converteu ao Islã e por que ele prestou seu juramento com uma cópia da Constituição dos Estados Unidos e não com a Bíblia (foto acima).
Mas tenha a certeza. Snopes, uma dessas entidades esquerdistas que agora faz parte da operação do Facebook para detectar "notícias falsas", diz que a conversão de Brennan ao Islã é um "boato sem fundamento". 
Snopes, no entanto, relata que é verdade que Brennan "jurou não numa Bíblia, como é habitual nos EUA, mas numa cópia da Constituição (N. do T.: há evidências de que esta cópia da Constituição não contém o Bill of Rights, as primeiras dez Emendas)." Existe uma foto da ocorrência.
A verdadeira "notícia falsa" envolve as afirmações de que Putin interveio para ajudar Trump. Numa sessão de choro pós-eleitoral, Hillary Clinton disse que Putin a odiava porque a associava com protestos contra seu governo na Rússia, e ele queria se vingar. 
Putin a acusou de alimentar os protestos. Mas onde está a evidência de que o suposto ataque hacker foi vingança? Além disso, há evidências de que os protestos na Rússia foram inspirados ou financiados pelos EUA? Talvez essa questão deva ser resolvida.
Já que sabemos que o governo Obama interferiu em eleições estrangeiras no Canadá e em Israel, é incrível acreditar que o Departamento de Estado de Clinton deu uma mão aos protestos anti-Putin? Sabemos, e já publicamos numa coluna, que Obama tentou, mas falhou, tirar o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, mas conseguiu derrubar o primeiro-ministro do Canadá Stephen Harper, do Partido Conservador, um grande defensor de Israel. Por que não houve gritaria da mídia sobre esses fatos?
Uma pergunta adicional é se Obama usou a CIA para interferir também nas próprias eleições estrangeiras como as da Rússia, Canadá ou Israel.
Pode ser que os democratas e seus aliados de mídia tenham aberto uma imensa Caixa de Pandora quando se trata de interferência nas eleições. Não deveríamos "drenar o pântano" aqui antes de focarmos no que os outros nos fizeram?
A questão da interferência dos EUA nas eleições estrangeiras é uma questão que deve ser investigada pelo Congresso, se seguir em frente com uma sondagem sobre o suposto ataque russo à eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016.

Se o inquérito sobre a Rússia determina que Putin queria destruir a campanha de Hillary e eleger Trump, isso não faz de Trump um teleguiado dos russos. Pode ter sido apenas uma vendetta pessoal de Putin contra Hillary.
A verdadeira questão é quais as políticas que esses dois candidatos teriam perseguido. Já sabemos que Obama e Hillary fizeram um reset russo que foi um fracasso espetacular, e que Putin usou esse novo desenvolvimento nas relações entre os EUA e a Rússia para lançar uma agressão militar na Ucrânia e na Síria. Assim, o ex-chefe da KGB, que dirige a Rússia, sabia que poderia extrair o melhor de Hillary se ela se tornasse presidente.
Escrevendo na Forbes, Paul Roderick Gregory mostra ser evidente de que Trump representa uma ameaça muito maior para Putin, não em ameaçar uma ação militar contra o regime russo, mas na busca de independência energética americana. 
Ele diz: "Se o principal objetivo de Putin é, de fato, proteger seu petrostate, ele não ajudaria Trump. A revolução do fracking nos EUA transformou o mercado mundial de energia, de US$ 100 para US$ 50 o barril de petróleo, quebrou o domínio da Rússia sobre o mercado europeu de gás natural e mergulhou a economia em um prolongado "período de estagnação", como os soviéticos costumavam chamá-lo. 
Sob Trump, Putin pode esperar “uma segunda revolução energética, que ameaçará Putin no poder, que parece forte, mas é mais fraco do que pensamos". É por isso que há relatos de que os russos estão subsidiando secretamente grupos anti-fracking no Ocidente .
Gregory diz que se você olhar da perspectiva energética de Putin, ele preferiria as políticas de Obama/Clinton que "bloqueavam oleodutos, impunham regulamentos estritos sobre petróleo e gás não convencionais, congelavam contratos de arrendamento em terras federais e usavam outras ações anti-carbono, o que teve o efeito final de sustentar o valor dos recursos petrolíferos de seu regime instável”.
Se os democratas realmente desejassem derrubar o regime de Putin, abandonariam suas políticas contra os combustíveis fósseis, desistiriam de um acordo de "mudança climática" que beneficiaria nossos adversários e apoiariam as políticas de crescimento e exploração de recursos do presidente eleito. Em vez disso, eles querem ficar num blá-blá-blá sobre o ódio de Putin a Hillary, usando fontes anônimas da CIA na mídia para fazer tempestade em copo dágua.
Iniciemos as investigações, pois. Que elas sejam de longo alcance e muito amplas.
Vamos determinar o que Obama e o Departamento de Estado de Hillary não fizeram apenas com a Rússia, mas também com Israel e Canadá. E vamos descobrir se a CIA fazia parte desse esforço de desestabilização.
Se apoiado por um Congresso republicano com a coragem de sondar o que realmente aconteceu e chegar ao fundo do que a CIA tem feito, podemos descobrir um escândalo que abalaria as fundações do partido político que ocupou o Salão Oval nos últimos oito anos. Esta poderia ser a única maneira de ensinar à CIA uma lição sobre não interferir com os resultados de uma eleição americana.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/

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