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Psicopatas têm inteligência abaixo da média, segundo cientistas

Pesquisa que avaliou 187 estudos sobre a relação entre psicopatia e inteligência sugere que psicopatas não têm mentes tão brilhantes quanto mostra a TV


Sedutores, manipuladores e inteligentes – é assim que psicopatas normalmente são retratados em filmes e programas de televisão. Um estudo publicado este mês por uma equipe de pesquisadores americanos e britânicos, no entanto, revela que a realidade pode não ser exatamente como mostra a ficção. Avaliando estudos que relacionam psicopatia e inteligência, os cientistas descobriram que, na verdade, pessoas que possuem traços psicopatas tendem a apresentar uma inteligência abaixo da média.
“Conforme nós entendemos melhor a psicopatia, seremos mais aptos a desenvolver tratamentos e reabilitação para psicopatas”, afirma o pesquisador Brian Boutwell, da Universidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, em entrevista ao New Scientist.

Fonte: Revista Veja

Eugene Cernan, último astronauta a pisar na Lua, morre aos 82 anos

Cernan completou 566 horas e 15 minutos no espaço - destas, 73 horas foram na Lua, de acordo com a Nasa.



Gene Cernan nasceu em Chicago, Illinois (Foto: Nasa)
O astronauta Eugene A. Cernan, nascido em 14 de março de 1934, morreu nesta segunda-feira (16). Ele foi o último homem a pisar na Lua, de acordo com a Nasa.
O capitão Cernan foi um dos 14 astronautas selecionados pela agência espacial em 1963. Em 1966, participou da missão Gemini IX, comandado por Tom Stafford. Tal contato entre astronatas foi importante, já que ambos participaram na missão Apolo 10, em 1969.
Foto publicada pela Nasa para anunciar a morte do astronauta no Twitter (Foto: Nasa/Twitter)Foto publicada pela Nasa para anunciar a morte do astronauta no Twitter (Foto: Nasa/Twitter)
Foto publicada pela Nasa para anunciar a morte do astronauta no Twitter (Foto: Nasa/Twitter)
Depois, Cernan foi comandante da nave espacial de apoio da missão Apollo 14. Fez seu terceiro voo espacial pela Apollo 17, última missão tripulada dos Estados Unidos para a Lua em 1972.
Ao todo, de acordo com a Nasa, o astronauta completou 566 horas e 15 minutos no espaço. Destas, 73 horas foram gastas na Lua. Cernan se aposentou em 1976 após mais de 20 anos na Marinha dos Estados Unidos - na mesma época, encerrou seus trabalhos na agência espacial.
Gene, como era conhecido, era casado com Jan Nanna Cernan. Tinha como hobbie o interesse pelos cavalos e outras atividades, como caça e pesca. Deixou três filhas e um neto.

Fonte: G1

Desmascarando o aborto e o falso argumento da viabilidade


O argumento da viabilidade confunde a independência física com a independência ontológica.
Um indivíduo humano sempre possui independência ontológica, apesar de sua independência física variar de acordo com diferentes estágios e circunstâncias da vida biológica.

Com a notória decisão do caso Roe vs. Wade em 1973, a Suprema Corte se desligou da realidade para aderir à ficção legal, negando que a vida humana começa no momento da concepção.
Na visão da corte, a vida humana do feto em crescimento, em movimento e sensitivo e perceptivo à dor dentro do útero é uma abstração teórica, nula. Essa visão absurda tem sido imposta a todo juiz federal e previne um grande número de cidadãos, e a própria corte, de ter que encarar o fato mais do que real de que aborto é assassinato.
De acordo com a lei americana atual, a vida humana não começa antes da viabilidade. Mas o que é a viabilidade, afinal? É o estágio do desenvolvimento fetal em que o novo ser está “potencialmente apto a viver [ou seja, sobreviver] fora do útero da mãe, mesmo que com ajuda artificial.” (Roe vs. Wade, n. 45). Agora, será que a viabilidade é uma condição válida para determinar a existência legal da vida humana?
É evidente que o embrião não pode sobreviver por si mesmo fora do útero, embora sua vida seja totalmente distinta da vida de sua mãe. O princípio vital que o faz crescer não vem da mãe, mas de um impulso independente próprio do embrião. Tendo em vista esse fato biológico objetivo e indiscutível, quando um embrião se torna viável? Quando aplicada à vida embrionária, o que viabilidade vem a ser?
Os bebês prematuros não são humanos?
No último século, bebês prematuros nascidos antes do sétimo mês eram normalmente condenados à morte pela falta de meios técnicos adequados para lhes manter vivos. Hoje, é possível salvar um bebê nascido depois da vigésima semana, e os cientistas atualmente estão procurando desenvolver uma placenta artificial que poderia tornar embriões com dez semanas de idade “viáveis”.
“A medicina neonatal”, destaca o Dr. Stuart Kolner, “tem diminuído os riscos associados ao nascimento prematuro. A Organização Mundial da Saúde adotou o padrão de vinte e duas semanas como a linha divisória entre o aborto espontâneo e o nascimento, e recém-nascidos tão jovens quanto a idade gestacional de vinte semanas tem sobrevivido. Visto que abortos são rotineiramente realizados tão tardiamente quanto na vigésima quarta semana, ninguém mais pode justificar tais procedimentos por motivos de não-viabilidade fetal.”[1]
Viável ou não, a vida humana é a mesma. O que tem mudado são os meios técnicos para proteger e melhorar a gestação humana. A viabilidade é mensurada pela sofisticação dos sistemas de apoio à vida ao redor do bebê, e não pela humanidade ou vivacidade do próprio bebê.
Pelo critério da viabilidade, um idoso senil entregue à insuficiência por um derrame, um indivíduo completamente psicótico, ou até mesmo um veterano de guerra tetraplégico não são “viáveis”, já que eles não são capazes de ter uma existência independente.
De um ponto de vista filosófico, o argumento da viabilidade confunde a independência física com a independência ontológica. Um indivíduo humano sempre possui independência ontológica, apesar de sua independência física variar de acordo com diferentes estágios e circunstâncias da vida biológica.
O direito deve reconhecer a realidade natural
O direito, por mais que possa desejar o contrário, não pode criar uma vida humana, nem decretar que uma vida humana não é como tal. O direito deve autolimitar-se ao reconhecer a realidade natural. A fim de verificar se existe vida ou morte, o legislador é obrigado a recorrer ao biólogo e ao médico, nunca ao contrário. Apenas a arbitrariedade poderia fazer a legalidade prevalecer sobre a realidade natural.
O direito inviolável à vida de cada indivíduo humano inocente constitui um dos direitos fundamentais da sociedade civil e de sua ordem jurídica. A partir do momento que uma lei positiva priva uma categoria de seres humanos – a mais inocente delas – da proteção legal, a regra de ouro do direito é ameaçada em seus próprios fundamentos.

Nota:

[1] 
Stuart James Kolner, “Maternal vs. Fetal Rights,” About Issues (American Life League), August-September 1991, p. 35

Por TFP Student Action. 
Debunking Abortion and the False Argument of Viability”.
TFP Student Action, 15 de Setembro de 2015.
Tradução: Direita Realista

TSUNAMI PODE ATINGIR O NORTE-NORDESTE DO BRASIL, DIZ GEÓLOGO



O site Meio Ambiente, relata que o Vulcão Cumbre Vieja pode explodir a qualquer momento “formando um mega Tsunami que pode atingir o Norte e Nordeste do Brasil e a Costa Leste dos Estados Unidos. “É um raro tsunami com ondas de mais de 100 metros de altura.” Acredita-se que o último mega tsunami que atingiu uma área com população ocorreu há 4.000 anos. Geólogos dizem que tal evento é causado por gigantescos deslocamentos de terra, originados por uma ilha em colapso, por exemplo, em um vasto corpo d’água como um oceano ou um mar. Os mega tsunamis podem atingir alturas de centenas de metros, viajar a 900 km/h ao longo do oceano, potencialmente alcançando 20 km ou mais terra adentro em regiões de plataformas continentais/costas de baixa altitude. Em oceanos profundos, um mega tsunami é quase invisível. Move-se em um deslocamento vertical de aproximadamente um metro, com um comprimento de ondas de centenas de quilômetros. Porém, a enorme quantidade de energia dentro deste movimento de gigantesca massa líquida produz uma onda muito mais alta, à medida que a onda se aproxima de águas rasas situadas nas costas litorâneas das plataformas continentais. Documentos mostram que um mega tsunami atingiu a costa brasileira no século XVIII. Uma pesquisa de um geólogo brasileiro mostra que o terremoto que destruiu Lisboa no século 18 (1.755) gerou ondas gigantes que atingiram o Brasil. O ponto de partida da pesquisa, que virou livro, são cartas escritas por autoridades do Brasil na época. Estima-se que 30 mil pessoas morreram no Brasil após uma onda gigante (tsunami) provocado pelo sismo em Lisboa, atingir o Nordeste. Ela pode ter chegado com uma altura que varia de 2 a 6 metros.}

Pernilongo tem o mesmo veneno do Zica, aponta estudo



Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou a presença do vírus Zika em mosquitos Culex quinquefasciatus (nome científico da muriçoca ou pernilongo doméstico) coletados na cidade do Recife. Com isso, o inseto pode ser um potencial transmissor do vírus. Até o momento, nenhuma pesquisa científica comprova essa possibilidade. 
O número total de mosquitos examinados na pesquisa foi de aproximadamente 500. O objetivo do projeto é comparar o papel de algumas espécies de mosquitos do Brasil na transmissão de arboviroses. Foi dada prioridade ao vírus Zika devido à epidemia da doença no Brasil e sua ligação com casos de microcefalia. Apresentou os sintomas como dor de cabeça, febre, tontura ou sensação de vômito a recomendação é procurar o médico.

Fonte: http://www.fabiorobertonoticias.com.br/

Se a Terra gira a mais de mil km/h, por que é que não ficamos tontos?



Quem já girou o corpo muitas vezes, parou e tentou caminhar sabe bem o que é sentir tontura. A mesma sensação pode aparecer quando mudamos de posição rapidamente e algumas pessoas também se sentem tontas por causa do balanço do mar.
Mas nenhuma dessas situações se compara ao movimento da Terra, que gira a uma velocidade que pode chegar a aproximadamente 1.700 km/h na região do Equador. Então, como não sentimos tontura ou nenhum tipo de desequilíbrio se o planeta está se movendo em uma velocidade tão alta?
El Mundo aponta que, de acordo com Antonio Ruiz de Elvira, professor de Física da Universidade de Alcalá, em Madri, na Espanha, a tontura é um efeito secundário de um mecanismo que temos no corpo e serve para manter nosso equilíbrio nas três dimensões. Tal mecanismo é formado pelos canais semicirculares que estão conectados entre os ouvidos.
Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock
Sempre que movemos a cabeça lentamente, o corpo registra essa mudança e aciona diferentes músculos para que possamos nos manter em pé. Mas se o movimento é muito rápido, o cérebro não sabe quais sinais enviar e podemos acabar caindo por falta de coordenação muscular.
O professor ainda relembra as aulas de física e ressalta que o movimento, assim como afirmaram Galileu e Eistein, é relativo, ou seja, só tem significado quando está relacionado a outro ponto imóvel. O especialista ainda exemplifica nossa relação com a Terra a partir de uma viagem de avião:
“Em um avião, à noite e sem turbulências, não sabemos que estamos nos movendo. O mesmo acontece com a Terra: para nossos ouvidos estamos parados, pois tudo o que nos rodeia se move junto conosco”. 
FONTE(S)

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