Vencendo o mal pelo sangue do Cordeiro e a palavra do testemunho - Se Liga na Informação


Vencendo o mal pelo sangue do Cordeiro e a palavra do testemunho

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Testemunho de experiências pessoais sobre o poder de Deus contra as obras das trevas.


Hoje quero falar sobre o início do meu ministério, quando eu comecei a aprender e vivenciar mais experiências sobre batalha espiritual. Primeiramente, eu recebi um chamado de Deus, ainda quando trabalhava na minha padaria e comecei a descer timidamente para evangelizar na favela Cristo Rei, na cidade de Cachoeiro do Sul.
Foi ali que nasceu a nossa primeira igreja, na rua Santiago, número 70. Aquela comunidade era muito conhecida, não somente pelos frequentes casos de violência, as brigas entre facções criminosas e gangues de traficantes de drogas, mas também pelas intensas atividades de feitiçaria.
De fato, a favela era violenta em um nível tal que nem mesmo a polícia adentrava aquelas ruas e ladeiras.
Então, eu comecei a descer, batendo de porta em porta para falar do amor de Jesus àqueles moradores. A cada família que se entregava a Cristo eu pedia para colocar um tipo de marca na porta de sua casa: uma pequena cruz vermelha, simbolizando o sangue de Jesus. Era uma forma de chamar a atenção dos demais vizinhos para o fato de aquela família havia mudado, estava vivendo algo novo.
Aquela marca não era simplesmente algo “da porta para fora” daqueles lares. Todas as famílias a quem eu fazia esse pedido aceitavam a proposta, porque realmente sentiam que suas vidas haviam mudado por completo.
Me lembro que uma das primeiras a se converter foi a mãe do Julião. Na época, ele era um rapaz com muitos problemas psíquicos e também atormentado por demônios. Por diversas vezes que ele foi possuído pelas entidades demoníacas, seus familiares e vizinhos acabaram entendendo que ele estava louco e o internaram no sanatório, precisando usar camisa de força.
Certa vez, eu assisti a uma dessas cenas, nas quais Julião era levado por uma ambulância para um sanatório local. Aquilo me deixou extremamente comovido, desejoso de fazer algo por aquela família. Então, em um ato de fé, pedi à mãe dele uma camisa do rapaz e segurei a peça de roupa firme em minhas mãos.
- Senhora, eu só vou largar essa camisa quando o Julião voltar. Creia que ele vai voltar, batizado pelo Espírito Santo.
Uma semana depois ele voltou, falando em línguas. Foi uma experiência maravilhosa. Eu me entusiasmei ainda mais e continuei evangelizando essas pessoas e falando da bondade de Deus. Aquilo foi contagiando cada vez mais as pessoas da região e as famílias me pediam para colocar a pequena cruz que simbolizava o sangue de Cristo em suas portas. 
Ver aquelas famílias se entregando a Jesus foi maravilhoso. Eu parecia estar no paraíso, espiritualmente falando. Mas esse trabalho não se restringiu apenas às pessoas de bem da comunidade.
Incomodando Satanás
Em pouco tempo comecei a alcançar os bandidos, os chefes do tráfico na região. Até que um dia, eu soube que havia um feiticeiro morando logo na entrada daquela comunidade.
Ele mandou me avisar que faria um feitiço para provocar a minha morte. Até o dia e horário da minha completa destruição já estavam marcados: sexta-feira, às 15h. Eu nunca havia passado por algo parecido, nunca havia sido confrontado pelas forças das trevas nesse nível. Na verdade, não fazia ideia do que eu deveria esperar daquela situação.
Para acrescentar ainda mais ódio ao coração daquele feiticeiro, como se não bastasse toda a região onde morava sendo conquistada por Jesus, ele viu sua própria filha se convertendo ao Evangelho.
Eu soube dessas informações certo dia, enquanto estava descendo para mais um dia de evangelismo na comunidade. A filha do feiticeiro - já convertida - me explicou:
- Cuidado! Meu pai trabalha para Satanás.
Aquele homem era temido por todos na região e as quadrilhas pagavam caro a ele, para que recebessem em troca “proteção” espiritual. Certamente, o fato de eu ter evangelizado os chefes das gangues locais e tantos outros membros desses grupos o deixou enfurecido, pois eu expliquei que a partir dali eles passaram a ser de Jesus e não precisavam mais da proteção dos espíritos malignos.
- Todos aqueles que recusarem a minha proteção irão morrer - disse o feiticeiro, cheio de ódio.
- Negativo! Quem está com Jesus não precisa de macumba - eu respondi.
Esse confronto iniciou um clima de verdadeira guerra espiritual naquela região. Com isso, eu comecei a buscar ainda mais a Deus. Orei e jejuei para me fortalecer espiritualmente nessas batalhas.
- Senhor, agora eu quero a diferença entre aqueles que te servem e os que não te servem - eu disse.
Me lembro que a rua que passava em frente à casa daquele feiticeiro era uma ladeira bem acentuada e sempre que ele me via descendo aquela rua com meu carro, me dizia que faria com que acontecesse um grave acidente para o meu carro capotar naquela descida e eu morrer esmagado entre as ferragens.
Eu não me intimidei, porque sabia que Jesus estava comigo. Continuei descendo aquelas ladeiras para evangelizar na favela, sempre me lembrando de orar, pedindo proteção a Deus e que ele me vestisse com a armadura Dele (Efésios 6). Em minhas orações, eu clamava ao Senhor, para que ele me protegesse de todo o mal.
O confronto decisivo
Certo dia, saí de casa um pouco mais cedo, desci até a comunidade e comecei a evangelizar, como fazia de costume. De repente, o tempo mudou. Vi nuvens se formando com muita rapidez. Eu estava a cerca de 100, 150 metros de distância da casa daquele feiticeiro - o suficiente para testemunhar o que estava prestes a acontecer.
Um vento forte, porém muito rápido, passou por ali, derrubando três grandes árvores sobre a casa daquele homem. Posteriormente, eu soube de mais detalhes sobre o que estava acontecendo naquele exato momento. O feiticeiro não estava em casa, mas sim em seu terreiro - a alguns quarteirões dali - realizando um ritual para pedir aos espíritos malignos a minha morte.


Fato é que naquela casa também havia uma criança acamada, que não podia se mover direito. Quando o feiticeiro voltou para casa e viu sua casa demolida, se desesperou.
- Meu filho! Perdi o meu filho! - gritava o homem em total desespero.
Mas quando removeram os escombros que sobraram daquela casa após aquelas árvores esmagarem tudo, encontraram seu filho, intacto, sem nenhum ferimento.
Diante daquele milagre, aquele homem passou a gritar - agora de alegria - e glorificar a Deus, por ter livrado seu filho da morte. Daquele dia em diante, ele abandonou a feitiçaria, se entregou a Jesus e passou a dedicar sua vida ao Evangelho.
De casa nova e vida nova, aquele ex-feiticeiro deixou de me amaldiçoar quando eu passava em frente ao seu lar. Pelo contrário, desde aquele milagre, ele passou a ter grande consideração por mim e pelo ministério que eu exercia naquela comunidade.
Esse momento marcou fortemente a minha vida, porque o momento em que vi, pela primeira vez, de forma muito concreta, o poder de Deus na batalha espiritual. Eu acreditei que Deus poderia me salvar e ser a minha proteção. Desde então, até os dias de hoje, eu sempre creio que o Senhor é maior que tudo. Maior que a feitiçaria, budismo, Nova Era, seja lá o que for…
Aquele povo passou a acreditar firmemente em Jesus. Mais e mais famílias daquela comunidade carente se mostravam sedentas por ouvir a Palavra de Deus, se entregavam a Jesus e quando eu estava de saída, me diziam:
- Nós também queremos deixar a marca em nossa porta!
A verdadeira proteção
Após já termos alcançado boa parte daquela comunidade com a mensagem do Evangelho e ter deixado aquela marca nas portas de todas essas famílias que se entregavam a Jesus, outra forte ventania atingiu a comunidade, mas nenhuma das casas marcadas pela cruz foi danificada. Esse foi um sinal tão fantástico do poder de Deus que em pouco tempo toda aquela vila acabou se entregando a Jesus.
Nós demos testemunho naquele lugar, cumprimos o chamado de Senhor para nós ali (pregar o Evangelho) e o sangue de Jesus nos protegeu de todo o mal.
"E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho..." (Apocalipse 12:11)
Por Joel Engel, pastor, líder do Ministério Engel, em Santa Maria (RS) e fundador do Projeto Daniel, que ajuda crianças órfãs em países da África.
* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Se Liga na Informação.

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