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Aids
O vírus da Aids é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das pessoas infectadas pelo vírus
O número de mortes em decorrência do vírus da aids no Estado de São Paulo está em queda. Se em 1995, ano de maior mortalidade em decorrência do vírus, ocorreram 7.739 casos fatais em todo o estado; em 2010 o número de casos caiu para menos da metade (3.141 eventos fatais). Os dados foram divulgados  pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), com base em informações obtidas pelo registro civil.
Segundo a Fundação Seade, entre 1985 e 2010, 97.494 pessoas morreram em decorrência da aids em todo o estado. Desse total, 72.033 eram homens. “No início da década de 1990, a aids respondia por 1,5% do total de mortes de residentes no estado de São Paulo e passou a 3,4% em 1995, ano de pico da mortalidade da epidemia. Já em 2010, ela foi responsável por 1,2% dos óbitos”, diz a pesquisa.
A maior proporção de óbitos concentra-se atualmente na faixa etária de 40 a 44 anos, entre homens, e de 35 a 39 anos, para mulheres. Isso indica, segundo a Fundação Seade, um visível envelhecimento no padrão da mortalidade, já que em 1990 o maior número de mortes se concentrava no grupo de 30 a 34 anos, para homens, e de 25 a 29 anos, para mulheres.
Para a Fundação Seade, os avanços da terapia antirretroviral e a distribuição universal e gratuita dos medicamentos assegurada pelo Ministério da Saúde tem contribuído para aumentar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida dos portadores do vírus da aids.

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