Aprovação do governo Dilma é de apenas 37% e 22% de Ruim e péssima, diz CNI-Ibope - Se Liga na Informação





Aprovação do governo Dilma é de apenas 37% e 22% de Ruim e péssima, diz CNI-Ibope

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Para 22% da população brasileira, gestão do governo federal é ruim ou péssima

A presidente Dilma Rousseff em Nova York, nos Estados Unidos, para participar da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) (Foto: AP Photo/David Karp)
A proporção de brasileiros que considera o governo da presidente Dilma Rousseff como bom ou ótimo subiu seis pontos percentuais, de 31% para 37%, entre julho e setembro deste ano, de acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) - Ibope divulgada nesta sexta-feira (27). Contudo, o crescimento não foi suficiente para compensar a queda, de 55% para 31%, registrada de junho a julho deste ano, influenciada pela onda de manifestações populares que ocorreram por todo o país. 
O governo da presidente Dilma Rousseff é ruim ou péssimo para 22% da população, uma redução de nove pontos percentuais na comparação entre julho e setembro. Para 39% dos entrevistados o governo é regular e 1% não soube responder.
O percentual de aprovação pessoal de Dilma Rousseff governa o país registrou um crescimento de nove pontos percentuais, ao passar dos 45% registrados em julho para 54% em setembro. Em março, antes das manifestações do meio do ano, este índice chegou a seu ápice: 79%. Entre os que desaprovam, o índice caiu de 49%, em julho, para 40% em setembro.
O percentual dos eleitores que confiam na presidente também voltou a superar 50%,
subindo de 45% para 52%. Os que não confiam na presidente agora
representam 43% da população, percentual que era 50% em julho e 28% em junho.  
Entre os eleitores ouvidos pela pesquisa, 44% consideraram o governo de Dilma igual ao do antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula. Outros 42% avaliam como pior do que o governo Lula. Dos entrevistados, 13% considera melhor e 2% não responderam à questão.
O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 142 municípios entre 14 e 17 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
NT

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