Segundo o acadêmico, existem estudos científicos internacionais que comprovam que quando os jovens, principalmente os homens, consomem maconha, baixam seus níveis de testosterona, o hormônio sexual que contribui para que os espermatozoides madurem e se fortaleçam, entre outras funções.
Segundo estudos da Universidade Popular Autônoma do Estado Povoa, além da tendência homossexual provocada pelo consumo de cannabis, uma pessoa que recorre à ingestão de maconha, o faz respondendo a fatores como os baixos preços, a solidão, baixa autoestima, pouca coesão familiar e fracassos familiares ou sentimentais.
Ainda de acordo com Narciso, a maconha também afeta aparelhos fundamentais do organismo como: o coração; sistema pulmonar; e o sistema endócrino.
Todos sabem que eu não cometo (e nem vou) a irresponsabilidade de fazer apologia ao uso desta ou de qualquer outra droga, mas algumas caricaturescas afirmações de Narciso Morais, aludindo a suposta evidência científica do consumo de maconha, não só recordam uma postura arcaica e, de certa forma, insustentável em relação à cannabis, senão que imprimem uma conotação essencialmente negativa ao redor da homossexualidade, o que resulta em uma postura duplamente cômica. Sinceramente, Narciso recorda-nos que a evolução, em alguns casos, é um fenômeno particularmente lento.
Fonte: http://www.acaradevitoria.com.br

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