Os doutores Hakishan Sylwanah e Omanidon Thanus encontraram vários documentos antigos nas grutas desérticas do vilarejo de Ulm, Paquistão. Neles há diversas referências ao místico Ierushua Ben Zona que, segundo o Dr. Sylwanah, atestam que o personagem histórico descrito ali é, ninguém mais, ninguém menos que Jesus.
“Vejam só que maravilha de documento em papiro muito preservado! O texto está escrito em uma variante malgaxe do alto paquistanês e se refere a Iherusua, que significa ‘Sou Divino’. Já o sobrenome é um título que significa ‘filho de uma grande’, implicando que era descendente de uma rainha”.
O documento completa uma coletânea antiga chamada Os Suricatas, obras épicas que falam de uma guerra do bem contra o mal, mas que um deus vem à Terra para lutar pela verdade e justiça.
“Nesse ponto, o épico Os Suricatas termina abruptamente”, informa o Dr. Thanus. “Mas este documento – que chamamos Ksilófatro – é a sequência perfeita dele, onde o Enviado chega à Terra e passa um tempo escondido. Depois, vem estudar com sábios místicos paquistaneses e recebe a sua revelação, vai a uma terra distante e luta contra o mal. Morre, mas de seu túmulo continua a ensinar e espalhar a sua Palavra, até que sobe aos Céus numa nuvem produzida por determinadas ervas incineradas”.
A descoberta do Ksilófatro pelos dois cientistas foi problemática, pois os documentos estavam datados de 10 mil anos antes da realidade. Isso devido à presença de tatus selvagens na época. Entretanto, com o auxílio do Dr. Astolfo Araújo da USP, especializado em datações arqueológicas em presença de tatus, Sylwanah e Thanus conseguiram determinar a exata data dos documentos.
“Foi muito bom trabalhar no local”, disse Araújo feliz da vida. “Imaginem que um brasileiro desvendaria o segredo do cristianismo! Tava na cara que os documentos não podiam ter aquela idade toda, posto que qualquer historiador sabe que o documento mais antigo encontrado é o documento inca Rava Naguila, encontrado no México, e que data de 8 mil anos AEC”.
Nem todos estão felizes com o achado. Richard Dawkins, da Universidade de Oxford, alega que não é possível que tal descoberta seja verdadeira. No entanto, seu amigo Christopher Hitchens, ao examinar os documentos, ficou pensativo. Principalmente na parte que descrevia Iherushua como tendo 1,60 metros de altura. “Iherushua reamente não é grande”, disse laconicamente Hitchens.
A descoberta lançou novas luzes a toda história do Cristianismo. Na caverna onde foram encontrados os documentos, há a inscrição Harimat Eheyia, cujo nome os pesquisadores associam a José de Arimatéia.
“Isso é facilmente explicável”, disse Sylwanah. “Harimatan, no alto paquistanês malgaxe, significa ‘trazer’. Já Eheyia significa ‘aquele que mexe com madeira’ e isso evidencia que era ele que taria um carpinteiro, ou deus escultor, que moldaria o mundo, aplainando as diferenças”, completa com júbilo o Dr. Thanus, tornando-se cristão reformado depois dessa experiência.
Sobre a questão do nome e suas co-relações, quem explica é o professor Finkelfrankstein, da Universidade de Upsala, no Oriente Médio.
“Isso é óbvio, meus caros. Óbvio! Na época, Jerusalém era cosmopolita e uma megalópole. Vinham cidadãos de todas as partes. Mas os judeus sempre foram arredios com estrangeiros; logo, era comum os negociantes hebraicalizarem sistematicamente seus próprios nomes. Assim, surgiu o sobrenome ‘Arimatéia’, adotando um pré-nome comum do local: José”.
Ceticismo.net ainda está cético com relação a esta história toda. De minha parte, duvido muito que o Jóquei de Jegue tenha tido olhos puxados, mas depois do artigo das Mil Faces de Jesus, não posso dar certeza. Prefiro esperar as pesquisas continuarem, não esquecendo o sábio cientista português Manuel Venturoso Sabino d’Almeida: “Antes duvidar mil vezes que duvidar 999 vezes.”
Fonte: http://ceticismo.net
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