Devemos celebrar o Nascimento ou a Morte de Jesus? O que a Bíblia orienta? - Se Liga na Informação





Devemos celebrar o Nascimento ou a Morte de Jesus? O que a Bíblia orienta?

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Somos orientados a celebrar o nascimento de Jesus ou a sua Morte!?

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador. Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO - Quando Ele nasceu “… havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.”  (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judeia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol.5, página 370). A Bíblia nos mostra em Esdras 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

Leia mais em: ...em que data Jesus nasceu? 

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra “marad”, que significa “rebelar”. Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9).
Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);

- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);

- fundou Nínive e muitas outras cidades, (o trecho de Gn 10:11 relata como Ninrode fundou Nínive, Reobote-Ir, Calá e Resen);

- organizou o primeiro reino deste mundo.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Sobre este homem, Josefo escreveu: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas." — Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3)

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na “rainha do céu” e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de “a Madona e Seu Filho” (o par “mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe”) se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da “Madona”, da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Leia mais em: A verdade Histórica sobre o 25 de Dezembro 

Nos séculos 4º e 5º os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “cristianismo”, levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a ideia de “a Madona e Seu Filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; João 13:14-17).

AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 (“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”) vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler “E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e…”.

A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isaias 7:14)  que significa “Deus conosco”. Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte  (Mateus 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, com o Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

"Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado" I coríntios 5.7

Leia mais em: Páscoa uma festa genuinamente bíblica

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
_ Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.

_ O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).

_ O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxodo 12:1-2; 13:4; Deuteronômio 16:1; Êxodo 13:4.

_ Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.

Temos a seguinte correspondência:

Mês (número)Mês (nome, em Hebraico)TurnosReferências
1Abibe ou Nissan
= março / abril
1 e 2Êxo 13:4 Ester 3:7
2Zive = abril / maio3 e 41Re 6:13
3Sivan = maio / junho5 e 6Est 8:9
4Tamuz = junho / julho7 e 8 (Abias)Jer 39:2; Zac 8:19
5Abe = julho / agosto9 e 10Núm 33:38
6Elul: agosto / setembro11 e 12Nee 6:15
7Etenim ou Tisri
= setembro / outubro
13 e 141Rs 8:2
8Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro
15 e 161Rs 6:38
9Kisleu
= novembro / dezembro
17 e 18Esd 10:9; Zac 7:
10Tebete = dezembro / janeiro19 e 20Est 2:16
11Sebate = janeiro / fevereiro21 e 22Zac 1:7
12Adar = fevereiro / março23 e 24Est 3:7
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o “turno de Abias” (Tamuz, i.é, junho / julho) (Lc 1:5,8,9).

Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Lc 1:23-24) no final do mês Tamuz (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).

Jesus foi concebido 6 meses depois (Lc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebat (janeiro / fevereiro).

Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel (“Deus conosco”).



...ESTAMOS HONRANDO AO SENHOR?
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". Dt 12:30-31

"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...    Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" Jr 10:2-3

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência": "Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". João 4.24
O que é a verdade?
Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (João 17:17).  E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus. "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mt 15:6).

"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..."  (Dt 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!


Apesar de muitos argumentarem que "não tem nada haver"; estamos em "novos tempos" e não podemos misturar as coisas.
Apesar de ouvir "não confunda" um tempo de paganismo com um tempo atual "hodierno".
Apesar de ser ignorado por alguns, quando o assunto é arvore de natal, papai noel, guirlanda e tudo aquilo relacionado a este período de Grandes ganhos financeiros.
Apesar de alguns se apoiarem em textos também bíblicos, como o de Eclesiastes 7:16-17, para justificarem seus comportamentos.
A intenção é esclarecer de uma forma Apologética.
Lembremos: "Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom." (Lucas 16.13)
"E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós." (ICo 11.19)
Fiquemos atentos aos sorrateiros passos do inimigo na tentativa de persuadir nossas crianças, nosso povo, nossas mentes.  ...e que os sinceros se manifestem!

Leia também: O nascimento de Jesus - Jesus o Homem Perfeito 

Fonte:
SolaScriptura.tt.org - Teólogo Hélio de Menezes Silva - O Natal veio do paganismo
Heresia tô fora Estudos Apologéticos;
Wikipédia-Ninrod; 
Bíblia Defesa da Fé;
Bíblia de Estudo Pentecostal;
Calendário Bíblico

FONTE: http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/12/devemos-celebrar-o-nascimento-ou-morte-de-Jesus.html

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