A delação do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró deixou em alerta o Palácio do Planalto, que teme a influência das denúncias no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff em curso na Câmara. Cerveró declarou, em 7 de dezembro, à Procuradoria-Geral da República, ter ouvido o senador Fernando Collor (PTB-AL) dizer que as negociações para indicar cargos de chefia na BR Distribuidora haviam sido conduzidas diretamente pela presidente Dilma. Segundo Cerveró, condenado na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro, Collor revelou que havia se reunido com Dilma e ela teria colocado à disposição a presidência e todas as diretorias da subsidiária da Petrobrás. Em outra ocasião, Collor negou “ter exercido qualquer ingerência sobre a Petrobrás ou sua subsidiária”. Segundo assessores, Dilma teria ficado irritada com o depoimento de Cerveró que, segundo ela, foi a pessoa responsável pelo “relatório falho” que levou à compra da Refinaria de Pasadena. A reportagem completa está em O Estado de São Paulo. (Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil)
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