Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus. (1 Pedro 3:18).
"Tira! Tira! Crucifica-o!", ressoaram as palavras da multidão em resposta a Pilatos depois que o governador romano tinha dado sua sentença que Cristo deveria ser libertado. Nunca antes um julgamento tão espetacular tinha acontecido na província da Judeia.
O governador estava no limite final do seu juízo. Diante dele estava um artesão judeu da Galileia. Mas Pilatos não podia suprimir sua suspeita que esse Homem não era um judeu comum. Ele O interrogou pessoalmente e isso confirmou sua impressão. O galileu era inocente, e a acusação era uma intriga proposital cuja intenção era livrar-se dEle de forma ardilosa. Os líderes do povo haviam enganado o mesmo para pedir a morte do galileu. Eles queriam que qualquer um que colocasse em risco a autoridade que tinham, fosse removido.
Por três vezes o governador protestou a inocência do acusado diante da multidão, mas em vão. A situação ameaçou escalar. Gritando a multidão exigia a morte do galileu vez após vez. Finalmente Pilatos pronunciou não a Sua inocência, mas a Sua sentença de morte.
"Jesus de Nazaré, o Rei dos judeus", foi a inscrição sobre a cruz romana levantada no Gólgota, o lugar de execução de criminosos perigosos. Ali o inocente, o único sem pecado, sofreu. O Filho de Deus não lançou mão de Seu poder para se livrar. Ele seguiu para a morte voluntariamente; Ele fez isso por outros, por nós, os culpados! "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (1 Timóteo 2:5).
Autor: chamada.com.br
Fonte: chamada.com.br
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