E A GORA, COMO VIVEMOS NA SOCIEDADE DE CONSUMO ? - Se Liga na Informação





E A GORA, COMO VIVEMOS NA SOCIEDADE DE CONSUMO ?

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TEXTO DO DIA
“Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer?” (Is 55.2).

SÍNTESE
Consumo santificado é a chave bíblica para viver com moderação e rejeitar o consumismo.

INTERAÇÃO
Prezado(a) professor(a), você acha estranho falarmos em “consumo santificado?”. Geralmente, pensamos em santidade como algo distante da realidade do cotidiano; ou conforme escreveu John Eldredge, no livro Santidade que Liberta (CPAD), como algo “espiritualmente elitista e, francamente bastante severo. Abrir mão de prazeres mundanos, coisas inocentes como açúcar, música ou pesca; viver uma vida inteiramente ‘espiritual’; orar muito, ser uma pessoa muito boa. Algo que apenas os santos muito antigos conseguiram”. Mas, é preciso recordar que a santidade é algo que abrange toda a maneira de viver de quem se entregou uma vez a Cristo (1Pe 1.15), o que inclui a prática do consumo. Eldredge explica que “o amor de Deus procura nos tornar íntegros e santos a fim de que os seres humanos se tornem o que eles devem ser”. Certamente, Deus não quer que sejamos consumistas compulsivos. A santidade é capaz de nos libertar dos desejos desenfreados da carne.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor(a), escreva no quadro ou em outro recurso visual o termo “Consumo santificado”. Depois, peça para os alunos dizerem o que entendem por santidade e se é possível aplicar a santidade aos hábitos de consumo. Explique que a santidade que Deus espera de seus filhos aplica-se a todas as áreas da vida humana, inclusive na prática de compras, a fim de tornar o crente moderado, resistindo aos apelos das propagandas e dos desejos carnais.

TEXTO BÍBLICO

Isaías 55.1,2.
1 — Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.
2 — Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura.

INTRODUÇÃO
Nesta lição, falaremos a respeito da sociedade de consumo. Além de discorrer sobre os perigos do consumismo e da mentalidade de consumo na igreja, destacaremos a necessidade do crente desenvolver hábitos de consumo santificado.

I. A ERA DO MERCADO DE CONSUMO

1. Sociedade de consumo.
Você já percebeu a quantidade de produtos e serviços colocados à venda na atualidade? Vende-se praticamente de tudo. O mundo parece um grande shopping center. Isso se deve, em grande parte, às mudanças ocorridas após o fim do Século XIX, com o desenvolvimento da industrialização e a produção cada vez maior dos bens de consumo. Vivemos, segundo os teóricos, na “sociedade de consumo”, que se distingue pelos seguintes fatores: economia de mercado, oferta em grande escala e consumo em massa.

2. O papel do marketing.
Dentro da cultura de consumo, a publicidade comercial desempenha papel preponderante. As pessoas são estimuladas pelas campanhas publicitárias, muitas vezes apelativas, a adquirirem novos produtos. Os anúncios estão ao alcance dos nossos olhos em todos os lugares, nos programas televisivos, na internet e nas avenidas das cidades, tentando nos seduzir. A indústria midiática se vale de técnicas psicológicas com o objetivo de induzir a emoção do público, fazendo com que as pessoas comprem sem que tenham necessidade. Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu seduzido por alguma propaganda.

3. Do consumo ao consumismo.
Evidentemente, o consumo faz parte da vida humana. Todavia, há sérios riscos à sociedade e à verdadeira espiritualidade quando o consumo básico e ordinário se converte em consumismo: o desejo desenfreado pelas compras. Tal comportamento inverte as prioridades: transforma o supérfluo em necessário, e o necessário em supérfluo. Homens e mulheres vão às compras pelo simples prazer carnal de comprar, numa prática de verdadeira idolatria ao consumo.

No consumismo, as pessoas nunca estão satisfeitas com o que possuem, e gastam o que têm e até mesmo o que não têm, endividando-se, para comprar algo novo. Embora alguns consigam satisfazer o desejo material, suas almas no fundo ainda permanecem vazias e sedentas por algo mais. E assim nunca se sentem completamente satisfeitas.

II. O PERIGO DA MENTALIDADE DO CONSUMO NA IGREJA

1. Igrejas e a lógica do mercado.
Se por um lado glorificamos a Deus pelo crescimento das igrejas evangélicas nas últimas décadas no Brasil, por outro ficamos apreensivos com a quantidade de modismos e inovações que surgem em decorrência dessas novas expressões de fé. Nem sempre o crescimento quantitativo representa elevação da qualidade espiritual. Afinal, frequentemente denominações são abertas sem o mínimo de discernimento bíblico e orientação divina. Uma reportagem publicada tempos atrás pela BBC Brasil realçava essa realidade. Sob o título “Crescimento evangélico estimula mercado que une consumo e religião” a matéria destacava a sede de prosperar e consumir dos religiosos, assim como as novas estratégias de negócios das igrejas.

2. Igrejas ao gosto do freguês.
Emerge neste contexto a competição religiosa, pela qual as igrejas passam a atuar como verdadeiras agências de mercado, com base no princípio básico da lei de consumo: obter as maiores recompensas por meio dos menores custos. Para sobressair, alguns ministérios passaram a oferecer duas coisas: benefícios terrenos e baixo custo aos fiéis. E o resultado, infelizmente, foi a apresentação do evangelho não como dádiva, obra da graça de Cristo, e sim como produto de mercado. Dentro dessa concepção antibíblica, o crente é visto como mero freguês, cujos desejos devem ser atendidos, e o pastor como um empreendedor, que faz da igreja o seu próprio negócio (2Pe 2.3).

A expressão máxima dessa concepção é percebida na teologia da prosperidade, que centraliza nas bênçãos materiais (ou seja, no consumo) o foco do evangelho. O nível espiritual do cristão é medido em padrões econômicos, como roupas de grife, carros de luxo, mansões e equipamentos de última geração. Infelizmente, muitos crentes estão sendo enganados por essa mentira diabólica.
Não importa, jovem, a sua capacidade de consumo, Deus não o avalia pela quantidade de bens que possui, mas pela comunhão que tem com Ele!

CONCLUSÃO
Neste mundo caído, viveremos de acordo com a vontade de Deus, o que implica resistir e confrontar o pecado, testemunhar o amor de Deus em tudo e proclamar a mensagem simples, mas poderosa do evangelho: Jesus Cristo salva, liberta, cura, santifica e em breve voltará!

ESTANTE DO PROFESSOR
BUENO, Telma. Boas Ideias para Professores de Educação Cristã. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2016.

HORA DA REVISÃO

1. O que distingue a sociedade de consumo?
A “sociedade de consumo” se distingue pelos seguintes fatores: economia de mercado, oferta em grande escala e consumo em massa.

2. Qual o papel da publicidade dentro da sociedade de consumo?
Dentro da cultura de consumo, a publicidade comercial desempenha papel preponderante. As pessoas são estimuladas pelas campanhas publicitárias, muitas vezes apelativas, a adquirirem novos produtos.

3. De que se vale a indústria midiática para seduzir as pessoas ao consumo?
A indústria midiática se vale de técnicas psicológicas com o objetivo de induzir a emoção do público, fazendo com que as pessoas comprem sem que tenham necessidade.

4. O que o consumismo faz com as prioridades?
Ele inverte as prioridades: transforma o supérfluo em necessário, e o necessário em supérfluo.

5. O que alguns ministérios fazem para sobressair na sociedade de consumo?
Para sobressair, alguns ministérios passaram a oferecer duas coisas: benefícios terrenos e baixo custo aos fiéis. E o resultado, infelizmente, foi a apresentação do Evangelho não como dádiva, obra da graça de Cristo, e sim como produto de mercado.

SUBSÍDIO
“Todos os dias você e eu estamos tomando decisões que nos ajudam a construir um ou outro tipo de mundo, estamos nós cooptados pela cosmovisão passageira do mundo da nossa época, ou estamos ajudando a criar um mundo novo de paz, amor e perdão?

E agora, como viveremos?
Abraçando a verdade de Deus, entendendo a ordem moral e física que Ele criou, argumentando amavelmente com nossos vizinhos por amor à verdade, e então tendo a coração de vivê-la em todos os aspectos da vida. Corajosamente, sim, e com alegria” (COLSON, Charles; PEARCEY, Nancy. E agora, como viveremos. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2010, p.566).



LIÇÃO 13 - E  A GORA, COMO VIVEMOS NA SOCIEDADE DE CONSUMO
COMENTÁRIO DC. AILDO FERREIRA - IEADALPE  ITAPISSUMA  III – PE
E-MAIL: AILDO1@LIVE.COM


INTRODUÇÃO


 A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 121.20; Is 55.2).

l - A ERA DO MERCADO DE CONSUMO

1. Sociedade de consumo. A quantidade de produtos colocado a vendas são diversos precisamos ter bastante cuidado ao adquiri os produtos antes das compras, devemos resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil. A nossa sociedade estar cada vez mas materialista valorizar mas o ter, possuir sem necessidades acabam cada vez mas se endividados correndo o risco de ficar negativado, sem dinheiro para cumprir seus deveres e pagar suas dispesas. Muitos se esquecem das coisas essenciais e básica que faz parte do nosso cotidiano e é preciso ter.  comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. um pai de família e chefe de casa não deve descuidar deste. 



2. O Papel do marketing. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc, para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2 Tm 4.5).

3. A Compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1 Tm 6.10). O consumo desenfreado é motivado pela mídia. As propagandas incentivam o consumo do supérfluo em detrimento do essencial, criando nas pessoas uma compulsão doentia pelas compras.

II – O PERIGO DA MENTALIDADE DO CONSUMO  NA IGREJA 

1. Igrejas e a lógica do mercado.  As Igrejas Evangélicas vem crescendo nas últimas décadas no Brasil mas as quantidades de modismos e inovações vem ganhando novas roupagens em decorrência dessas novas expressões. Vem faltando qualidades espirituais diante desses e outros fatos. 

 2. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam o preço dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).

3. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um "ministério" que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, "missionários" e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2 Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só vêem o promissor mercado evangélico à sua frente.

4. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular; por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem "torpe ganância"? (Tt 1.7).

III. COMO FUGIR DO CONSUMISMO

 1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).

2. Economize, poupe e fuja das dívidas! Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Relacionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35,36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia. Fuja das dívidas!

3. Invista no Reino de Deus. O dinheiro não é um mal em si mesmo (1 Tm 6.10), pelo contrário, pode e deve ser uma bênção para a obra do Senhor. Seja fiel nos dízimos e você verá a bênção de Deus sobre sua vida financeira (Ml 3.10,11).

4. Igrejas ao gosto do freguês.  Neste contexto Diante das competições Religiosas as Igrejas passam a atuar como agências de mercado alguns ministérios oferecem benefícios terrenos, e baixo custos aos fiéis. Muitas exigências cobranças para alcançar as metas , pouco serviços de qualidades que atenda as demandas e as necessidades dos membros e congregados. a igrejas de todo estilos algumas não se preocupam com o bem estar e nem com a salvação dos fieis e muito menos com a vida espiritual dos mesmo.

CONCLUSÃO

Não compre fiado! Não peça emprestado! Liberte-se do consumo irresponsável! Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.32,36).

OBRAS CONSULTADAS
SOUZA, B. de. As chaves do sucesso financeiro. RJ: CPAD, 2001.
BARNHILL, J. A. Antes que as dívidas nos separem. RJ: CPAD, 2003, pp. 70-1.
Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos 3º Trimestre de 2008 - Título: As doenças do nosso século - As curas que a Bíblia oferece Comentarista: Wagner dos Santos Gaby 


Resumo Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Jovens da CPAD, pastor Valmir Nascimento





Aula ministrada pelo pastor Natalino das Neves







Aula ministrada pelo Pr. Edvaldo Bueno (Igreja AD ministério Belém em Paulínia/SP)






Aula ministrada pelo professor Adriano Favorelli







Aula ministrada pelo professor Denis






Aula ministrada pelo professor do canal no youtube Moldado





Aula ministrada pelo professor Gabriel Raso





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