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05/11/2018

Escola Bíblica Dominical: Sinceridade e arrependimento diante de Deus

TEXTO ÁUREO 
“E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt 23.12). 


VERDADE PRÁTICA 

Cuidado com o orgulho e a arrogância espiritual, pois ambos são pecados perante Deus e devem ser confessados e abandonados. 


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE 
Lucas 18.9-14. 

9 — E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: 

10 — Dois homens subiram ao templo, a orar; um, fariseu, e o outro, publicano. 

11 — O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. 

12 — Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo. 

13 — O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! 

14 — Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. 


HINOS SUGERIDOS 

77, 88 e 118 da Harpa Cristã. 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR 

Até mesmo as pessoas que não professam a fé cristã sabem do que se trata quando alguém é chamado de “fariseu”. Farisaismo é sinônimo de hipocrisia, postura altamente reprovável por Jesus durante todo o seu ministério terreno. É importante entender que Jesus não reprovava o que era certo do ensinamento dos fariseus (Mt 23.1-3), mas desabonava a conduta deles. Portanto, as boas virtudes devem ser cultivadas, pois estas também são parte da transformação operada pelo Espírito Santo em nós (Ef 2.10). Como aprenderemos nesta lição, as coisas que o fariseu dizia fazer não eram, em si mesmas, erradas, mas a motivação com que ele agia, isto sim, era algo altamente arrogante e mesquinho. 


COMENTÁRIO 


INTRODUÇÃO 

Talvez a parábola do fariseu e do publicano seja uma das mais conhecidas. Ela mostra que a dependência humilde diante de Deus, em vez de justiça própria, é a base para a resposta de oração. Muitas pessoas acreditam que Deus deve responder suas orações com base naquilo que elas fazem para Ele. Contudo, na contramão da meritocracia religiosa, e dentro da gloriosa graça de Deus, que faz cair chuva sobre justos e injustos (Mt 5.45), a lição de hoje nos ensina que o que Deus quer é que nossas orações sejam permeadas de sinceridade e arrependimento. Quando oramos a Deus, devemos confiar em quem Ele é, e não em quem nós somos. Jesus ensina que são felizes os humildes de espírito (Mt 5.3), aqueles que reconhecem a sua real condição diante de Deus. Por isso, hoje vamos falar sobre a sinceridade e o arrependimento para com o Senhor. 


I. INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO 

Estamos diante de uma parábola narrativa indireta simples, ou seja, uma comparação entre dois personagens opostos — o fariseu e o publicano —, colocando-os lado a lado. Depois de haver ensinado a respeito da necessidade e do poder da oração por meio da parábola do “juiz iníquo”, Jesus conta essa parábola com o objetivo de ensinar a atitude correta na hora da oração. Agora somos ensinados que, além de perseverarmos na oração, é preciso uma atitude correta. 

1. O fariseu.
Pertencente a uma das principais seitas dos judeus, muito mais numerosa do que a dos saduceus, e de mais influência entre o povo, os fariseus insistiam no cumprimento rigoroso da Lei e das tradições dos anciãos (Mt 15.1,2). Fariseu significa “separado”. Esta classe de pessoas assim era identificada porque não somente se separava dos outros povos, mas também dos outros judeus. Eles observavam as práticas de forma minuciosa, contudo, esqueciam do espírito da Lei, como se nota na forma como se lavavam antes de fazer as refeições, no lavar dos copos, jarros, os vasos de metal e as roupas de cama (Mc 7.3,4), em pagar cuidadosamente o dízimo (Mt 23.23), na observância do sábado, etc. 

2. O publicano.
Os publicanos, geralmente judeus, eram cobradores de impostos que trabalhavam para os romanos. Os judeus consideravam os publicanos traidores e apóstatas, porque cobravam os impostos para a nação que os oprimia. Eles eram julgados como pessoas de vil caráter, porque alguns também acabavam extorquindo grandes quantias de dinheiro do seu próprio povo (Lc 3.12,13; 19.8). Os publicanos sempre eram classificados entre os pecadores (Mt 9.10,11), os pagãos e as meretrizes (Mt 21.31). O povo murmurava pelo fato de Jesus comer com eles (Mt 9.11; 11.19; Lc 5.29; 15.1,2). Chama a atenção o fato de Jesus ter escolhido um publicano, Mateus, para segui-lo, tornando-se apóstolo (Mt 9.9). 

3. A oração.
Os judeus da cidade de Jerusalém tinham o costume de fazer orações nas horas costumeiras (9 da manhã e 15 da tarde). Entretanto, mesmo fora dos horários regulares havia pessoas orando no Templo (Lc 2.37; At 22.17). Um fariseu e um publicano subiram ao Templo com o fim de orar à mesma hora. Como já foi dito, nos aspectos religioso e moral reinava no judaísmo daquela época uma grande distância entre essas duas classes do povo. O fariseu, como vimos, era tido como um homem que cumpria a Lei com rigor exemplar. O outro, publicano, era considerado uma pessoa que vivia em grandes pecados e vícios, sendo mesmo equiparado aos gentios. Essas duas figuras estão orando juntas à mesma hora no Templo. É o que informa a parábola. 


SUBSÍDIO HISTÓRICO-CULTURAL 

“Dois homens subiram ao templo, a orar; um, fariseu, e o outro, publicano 

(10). Eles não entraram no santuário, mas em um dos átrios do templo onde eram oferecidas as orações. Este era o pátio das mulheres. Ao escolher um fariseu e um publicano para esta ilustração, Jesus escolheu dois extremos. Os fariseus eram a mais rígida, mais conservadora e mais legalista de todas as facções dos judeus. Os publicanos eram oficiais judeus do governo romano, cujo trabalho era recolher taxas para Roma. Eles eram odiados pelos judeus tanto pelas taxas recolhidas para os dominadores estrangeiros, como por serem geralmente desonestos” (CHILDERS, Charles L. Comentário Bíblico Beacon. Volume 6. 1ª Edição. RJ; CPAD, 2006, pp.467,468). 


CONHEÇA MAIS 

Quem Eram os Fariseus 

“Os fariseus, ou perushim, isto é, do ‘hebraico parash, separar, interpretar’, expressão que literalmente significa ‘separados ou separadores’ e pode ser entendida, como ‘intérpretes ou comentadores’, isto é, ‘aqueles que distinguem, separam e expõem a lei’, eram judeus piedosos e, pela sua popularidade, considerados ‘mentores religiosos da ralé‘”. Para conhecer mais, leia O Sermão do Monte, CPAD, p.100. 


II. A HIPOCRISIA DO FARISEU 

1. A postura do fariseu no momento da oração.
Inicialmente a parábola contada por Jesus se detém no fariseu, com o objetivo de dizer como este formulava a sua oração. De acordo com uma das interpretações, o fariseu postou-se em local isolado e ali orou (Lc 18.11). O texto enfatiza a posição distinta, separada, do fariseu. Ele postou-se de maneira que chamava a atenção e atraía sobre si todos os olhares dos presentes (Mt 6.5). Ele ora como todos os devotos judeus: de pé, com os braços erguidos e a cabeça levantada. Ele agradece a Deus. Esta é a forma clássica da oração bíblica judaica: o louvor e o agradecimento a Deus. O fariseu, antes de tudo, agradece a Deus por estar isento dos vícios dos outros homens, e em seguida porque é rico em obras meritórias. 

2. Uma “oração comum”.
Tudo indica que o tipo de oração que encontramos no texto, apesar de transparecer arrogante, não era completamente desconhecido, pois há relatos na literatura rabínica do judaísmo de que tal comportamento era comum. Alguns autores mostram exemplos de orações cujo teor é similar à do fariseu da parábola. Isso, porém, não justifica a atitude e nem a torna aceitável. 

3. A oração arrogante.
O fariseu diz a respeito de si mesmo o que era rigorosamente verdadeiro, mas o que o motivava a orar era completamente errado. Não existe nenhuma consciência do pecado, nem da necessidade, nem da humilde dependência de Deus. O fariseu quase que comete a loucura de “parabenizar” a Deus por ter um servo tão excelente como ele! Depois de suas primeiras palavras, não se lembra mais de Deus, mas apenas de si mesmo. O centro de sua oração é o que ele faz. A oração do fariseu inicialmente mostra quem ele é. Em seguida, ele passa a destacar as obras excedentes, ou seja, “a mais” que ele realiza. Excedia o jejum prescrito na Lei, o “Dia da Expiação”, acrescentando à prática anual (Lv 16.29,31; 23.27), mais dois jejuns semanais. Excedia o dízimo normatizado pela Lei (Lv 27.30,32; Nm 18.21,24), chegando a separar o dízimo dos “temperos” ou condimentos (Mt 23.23). Ele realmente “agradece” por ser quem é, mas, não contente com isso, “agradece” também pelo que supostamente faz para Deus. 


SÍNTESE DO TÓPICO (II) 

O fariseu praticava coisas certas não por isto ser o correto, mas como forma de auto justificação. 

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO 
“O tríplice uso da expressão ‘hipócritas’ [hypokritēs] ([utilizada por Jesus em Mateus 6] vv.2,5,16), termo grego originalmente utilizado no teatro para os atores que representavam, denota a seriedade com que são encarados os que fazem o bem com motivações escusas. É impossível não lembrar-se de Mateus 25.31-46, quando as ovelhas forem separadas dos bodes, justamente por causa das boas obras executadas. Obras que, vale ressaltar, eram praticadas sem nenhum outro interesse por parte de quem praticava a não ser o bem da pessoa necessitada. Aliás, os benfeitores estavam fazendo ao próprio Filho de Deus, mas eles sequer sabiam disso! Nada fora feito para representar, pois eles sequer sabiam que estavam sendo observados e suas obras anotadas e contabilizadas. É assim que, conforme observa Dumais, uma ação praticada diante do Pai ‘em segredo’ (vv.4,6,18) não significa uma ‘ação secreta’; designa toda ação, até pública, que se faz de verdade diante do Pai, ‘que vê o que está oculto’, isto é, que penetra a intenção profunda dos corações. O feito de qualquer um, isto é, qualquer obra, jamais será ‘oculta’ diante dos olhos de quem tudo vê e conhece, inclusive as ações, não precisam ser necessariamente ocultas, escondidas, pois se não houver outra forma ou local, elas podem ser realizadas publicamente” (CARVALHO, César Moisés. O Sermão do Monte. lª Edição. RJ: CPAD, 2017, pp.102,103). 


III. A SINCERIDADE DO PUBLICANO 


1. A oração do publicano.
O cobrador de impostos parece não estar à vontade no local de culto. Ele não está apto nem mesmo para assumir o comportamento normal de quem ora. Bate no peito como aquele que está numa situação de desespero, suplica com a fórmula do pecador que não sabe fazer o elenco de seus pecados (Sl 51.3). É a oração do pobre que confia totalmente em Deus. Com profunda dor ele exclama: “Deus, tem misericórdia de mim, pecador!" ”. Nessa breve, porém, sincera e humilde oração, a ênfase recai sobre a palavra “pecador”. 

2. Sinceridade e arrependimento.
Além de golpear o próprio peito, o publicano nem conseguia levantar os olhos. O termo grego utilizado é uma expressão forte e definida para uma contrição dolorosa e arrependida, tal como aparece em Lucas 23.48. O publicano sequer consegue formular muitas palavras. Nem mesmo fazendo promessas ele conseguiria obter quaisquer direitos. Ele tem consciência de sua condição, por isso, prostra-se em sinal de sinceridade e arrependimento. A sua condição o permite apenas render-se inteiramente às mãos de Deus. É possível notar, pelas palavras do fariseu, que todos os seres humanos eram pecadores e “apenas” ele era justo. De forma contrária, na confissão do publicano, porém, todos eram justos, “somente” ele era o pecador. Nisto também vemos a comparação entre ambos. Na verdade, estamos diante de uma oração que saía das profundezas de um coração completamente dilacerado pela dor. 

3. A oração aceita.
As pessoas que ouvem atentamente a narração de Jesus talvez tivessem esboçado sinais de aprovação inclinando-se para a atitude do fariseu. Porém, num dado momento, o Mestre desconcerta a todos os ouvintes com uma conclusão inesperada. O publicano, que era odiado por todos, isto é, o pecador, recebe o dom de Deus, a justiça, ou seja, o perdão e a misericórdia divina. Já o fariseu, que ostentava a justiça perante Deus como conquista pessoal, não obteve o mesmo favor. O publicano recebeu o favor divino como dom misericordioso de Deus. Esta é a verdadeira justiça, posto ser proveniente de Deus (Rm 1.17). Assim, a oração aceita é a do publicano. Ela vem permeada de sinceridade e arrependimento diante de Deus. Por isso, ele voltou para casa “justificado”, ou seja, perdoado e “inocentado” dos seus pecados. O princípio por trás de toda a parábola está muito claro: aquele que se exalta, será humilhado. Ninguém possui algo de que possa se orgulhar diante de Deus. Quem se humilha, será exaltado (Lc 14.11). O pecador arrependido que humildemente busca a misericórdia de Deus, certamente, a encontrará. 


SÍNTESE DO TÓPICO (III) 

O publicano, a despeito de exercer uma atividade nada honrosa entre os judeus, foi justificado por sua sinceridade e arrependimento. 

SUBSÍDIO DEVOCIONAL 

“A oração que o pecador faz com humildade e arrependimento leva à conversão genuína, que, por sua vez, se evidencia pela conversão comprovada, pela reparação dos erros cometidos e a volta às atividades que honram a obra de Deus e o glorificam. Os atos falam mais alto que as palavras. São os atos da pessoa que atestam a sinceridade da sua conversão. Se você está em falta diante de Deus, quanto maior for seu erro, tanto maior deve ser a humildade e o arrependimento demonstrados em sua oração. Você estará orando a um Deus vivo que conhece tudo e que é rico em misericórdias” (SOUZA, Estevam Ângelo de. Guia Básico de Oração. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2002, pp.124-126). 


CONCLUSÃO 

Na parábola que aprendemos na lição de hoje, o fariseu representa aquele tipo de pessoa que ora bastante, mas não tem uma atitude sincera. O publicano, apesar da classe a que pertence, no momento da oração representa aquele tipo de pessoa que, com sinceridade e arrependimento, se prostra diante do Pai e, por isso, encontra favor. Será que o nosso coração, naturalmente, não é sempre semelhante ao do fariseu? Vê severamente os pecados de outras pessoas, mas esquece dos próprios. O fariseu deixou o Templo da mesma maneira que entrou nele. Devemos orar como publicanos, pois todos somos pecadores. Devemos orar com sinceridade e arrependimento diante de Deus. Quem se humilhando, curva-se até ao pó, será amorosamente conduzido ao coração do Pai (Sl 51.17). 

PARA REFLETIR 

A respeito de “Sinceridade e Arrependimento Diante de Deus” responda: 


O que significa dizer que estamos diante de uma “parábola narrativa indireta simples”? 

Uma comparação entre dois personagens opostos o fariseu e o publicano, colocando-os lado a lado. 


Além de perseverarmos na oração, o que é necessário fazer? 

Além de perseverarmos na oração, é preciso cultivar uma atitude correta. 


Qual foi, de fato, o erro do fariseu? 

Sua arrogância. 


O que era possível notar pelas palavras do fariseu e do publicano? 

É possível notar, pelas palavras do fariseu, que todos os seres humanos eram pecadores e “apenas” ele era justo. De forma contrária, na confissão do publicano, porém, todos eram justos, “somente” ele era o pecador. 


Qual é o princípio por trás de toda essa parábola? 

O princípio por trás de toda a parábola está muito claro: aquele que se exalta, será humilhado. Ninguém possui algo de que possa se orgulhar diante de Deus. Quem se humilha, será exaltado (Lc 14.11). O pecador arrependido que humildemente busca a misericórdia de Deus, certamente, a encontrará. 


SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO 

Sinceridade e arrependimento diante de Deus 


O orgulho e a arrogância espiritual são ciladas certeiras para fazer cair um servo de Deus. O caminho contrário para nos desviarmos deste mal é o da humildade, sinceridade e arrependimento. Para esquadrinharmos esse tripé que a lição desta semana está estruturada em (1) Interpretação da Parábola; (2) A Hipocrisia do Fariseu; (3) A Sinceridade do Publicano. 

Sobre a Parábola 

Basicamente, esta parábola é uma comparação de dois personagens que representam duas atitudes opostas diante de Deus. Se na parábola do juiz iníquo aprendemos que devemos orar com perseverança, na presente parábola aprenderemos que devemos ter uma atitude correta quando falamos com Deus em oração. Aqui, a atitude correta é representada pelo publicano; a incorreta, pelo fariseu. 

A maneira correta de orar 

No contexto atual é muito comum líderes ensinarem aos fiéis formas de orar que em nada têm a ver com as Escrituras. Princípios como “determinar”, “não aceitar” ou “se revoltar” são incompatíveis com os princípios bíblicos de como deve ser feita uma oração. O Publicano nos mostra que a oração deve ser feita com humildade e sinceridade, reconhecendo diante de Deus que somos miseráveis pecadores. Isso significa que devemos ir a Deus em oração humildade. O testemunho da mulher sírio-fenícia, “mesmo os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos príncipes”, confirma esse princípio. A oração do Pai Nosso, “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”, reafirma tal conduta. Logo, devemos rejeitar completamente uma atitude de oração que enalteça a nossa natureza, que nos eleve diante de Deus e que não coloque-nos em nosso devido lugar enquanto falamos com o Criador dos Céus e da Terra. 


A maneira errada de orar 

Tudo o que não gera sinceridade, arrependimento, humildade são atitudes erradas diante de Deus enquanto oramos. O fariseu fazia o que Jesus outrora já condenava: desejava as primeiras posições, orava em praça pública para ser visto. Com essa imagem, nosso Senhor mostra a facilidade de cairmos na hipocrisia religiosa. Por isso, devemos estar conscientes de que o único mérito que temos diante de Deus é o de ser objeto de sua graça. Nada mais! 

Estimule os alunos a pensarem criticamente acerca de uma atitude cristã na devoção de oração.



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Fonte: www.escola dominical - Slides. Elaboração dos slides: Pastor Ismael Pereira de Oliveira. Fonte: CPAD.

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Item Reviewed: Escola Bíblica Dominical: Sinceridade e arrependimento diante de Deus Rating: 5 Reviewed By: Oedimar Oliveira