Escola Bíblica Dominical: A singularidade de Jesus Cristo - Se Liga na Informação


Escola Bíblica Dominical: A singularidade de Jesus Cristo

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Texto Áureo
"Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.", Jo 20.31

Verdade Aplicada
A singularidade de Jesus Cristo é atestada, também, por Sua autoridade, Seus milagres e pelo testemunho das Escrituras.
TEXTOS DE REFERÊNCIA

Jo 1.1-5
1 - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 - Ele estava no princípio com Deus.
3 - Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 - Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
5 - E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
14 - E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

Introdução
Jesus Cristo é o personagem da história da humanidade que mais fascínio tem exercido sobre as pessoas: "Deus se fez carne e "morou" entre nós." (João 1.14 - NTLH).

1. Jesus Cristo, o Ungido de Deus
Quando é utilizado o termo grego "Cristo", em relação a Jesus, que quer dizer "Ungido" em português, é uma referência ao mesmo termo "Messias" em hebraico. Ou seja, essas três palavras, Ungido, Cristo e Messias, fazem menção a mesma pessoa: a esperança de Israel pela unção de um novo rei. Esta era a mais importante expectativa, pois, da descendência de Davi, um rei seria ungido e retomaria o seu trono, e libertaria Israel de seus opressores.

1.1. A Promessa do Messias no Antigo Testamento
O Antigo Testamento declara que o Messias (o Cristo) seria divino. Ele não era uma espécia de ser especial ou mais um profeta, mas o próprio Deus. As profecias do Antigo Testamento enfaticamente confirmam e provam a divindade do Messias. Em Daniel 7.13, encontramos o título "Filho do Homem" não como título de humanidade, mas de deidade. Em Miquéias 5.2, encontramos a profecia do Messias e seu local de nascimento. Temos nas páginas do Antigo Testamento registros que apontam para a natureza dupla do Messias: divina e humana (Sl 110.1; Is 9.6;53).

1.2. Os Evangelhos apresentam Jesus como Messias
O evangelho de Jesus, segundo escreveu Marcos, começa com as seguintes palavras: Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus." (Mc 1.1). Da mesma forma, o evangelho de Jesus, segundo o relato de João, conclui com a explicação de que estava escrito "para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus" (Jo 20.31). Era unânime a convicção dos seguidores de Jesus de que Ele era o Messias, conforme relatos dos evangelhos.
1.3. Jesus Cristo é cultuado como Ungido de Deus
Martin Hengel, da Universidade de Cambridge, afirma que, vinte anos depois da crucificação, já existia uma cristologia completa que pregava Jesus Cristo como Deus que se fez carne e fez morada entre os homens, e, como tal, era adorado como o próprio Deus. Os primeiros cristãos tinham a convicção de que a salvação era obra de um ser que era ninguém menos que o Senho do céu e da terra, e que o Redentor era o próprio Deus. O mais antigo sermão cristão, o mais antigo relato de martírio de um cristão, o mais antigo relato pagão sobre a igreja e a mais antiga oração litúrgica (1Co 16.22) se referem a Cristo como Senhor Deus.

2. Jesus Cristo e Sua autoridade
Jesus Cristo ensinou e realizou muitos feitos como quem tem autoridade divina (Mt 7.28-20; Mc 4.41). O próprio Jesus colocou Sua autoridade no mesmo nível da autoridade da Lei divina. Mais ainda, Ele interpretou a Lei e aplicou com autoridade de quem era, sendo Deus, o próprio Autor da Lei (Mc 10.2-12). Nenhuma outra "autoridade espiritual" teve a ousadia que Jesus

2.1. Autoridade para perdoar pecados
A autoridade de Jesus é plenamente confirmada ao perdoar pecados, ato este, sabidamente, exclusivo de Deus. Ninguém, absolutamente ninguém, exceto Deus, podia perdoar pecados, por isto Jesus perdoou; porque Ele é o Cristo, o Ungido de Deus (At 10.38). Logo, fica evidente que Jesus, ao perdoar pecados, explica Sua autocontemplação; Jesus tinha plena consciência quem Ele era, por isso perdoa.

2.2. Autoridade sobre forças espirituais do mal
A autoridade para expulsar demônios também é um sinal para que as pessoas cressem em Jesus como o Cristo, pois, assim, demonstrava Sua autoridade sobre as forças do mal. A expulsão de demônios sinalizava a queda do reino de Satanás e a chegada de um novo reino, o Reino de Deus. Jesus Cristo é o Rei deste novo Reino, com autoridade absoluta sobre o reino das trevas.

2.3. Autoridade para ensinar
Os mestres do judaísmo, nos dias de Jesus, citavam outros mestres famosos para fortalecer seus ensinos sobre as Escrituras Sagradas, mas Jesus pregava diferente, Ele ensinava com autoridade própria. Jesus falava e ensinava de modo diferenciado, tanto no conteúdo como na forma. Só mesmo o próprio Deus, em Cristo Jesus, que poderia ter tal autoridade. (Mateus 7.28-29).


3. Jesus Cristo e Seus milagres
Quando Jesus foi interrogado pelos discípulos de João Batista se Ele era realmente o Cristo (o Messias), Ele dá como resposta a realização de uma série de milagres e a informação de que aos pobres estava sendo anunciada a salvação (Mt 11.4-5). Ora, estes feitos, cura e salvação, atestam a cristologia de Jesus, ou seja, Ele fazia milagres e salvava porque era o Cristo, o Ungido, o Messias prometido ao povo de Israel. Assim, deviam crer nEle e não esperar pela vinda de outro.

3.1. O que é um milagre?
Milagre é definido como sendo “um ato especial de Deus que interrompe o curso natural dos eventos”. Por esta definição podemos concluir que: Se milagre é um ato de Deus, e Jesus operou milagres, logo, Jesus é Deus. Por isso é importante entender o que é milagre e o porquê do ministério de Jesus ter tantos milagres.

3.2. Por que Jesus realizou milagres?
Jesus operou milagres de uma forma especial (foram muitos milagres de Jesus, conforme registrado em Mateus 4.23-24 e Marcos 1.34), pois, para os judeus, milagres eram um dos grandes sinais da chegada do Messias (Is 35.5-6). A confissão de Nicodemos atesta esta expectativa judaica: "Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele" (João 3.2). Milagres eram indicações claras da aprovação de Deus para com o mensageiro. Assim, os milagres de Jesus comprovam que Ele era realmente Deus.

3.3. O Maior dos milagres: a ressurreição de Jesus
Esta série de estudos dedica uma lição exclusiva para tratar sobre a ressurreição de Jesus (consulte a referida lição). Porém, é importante ressaltar que a ressurreição de Jesus Cristo é um dos maiores milagres e, quiçá, a maior prova da Sua divindade. Em se tratando de milagres, nada é comparado à ressurreição de Cristo. Interessante que as autoridades religiosas lembravam que o Senhor havia dito ressuscitaria (Mt 27.62-66). Porém, após ouvirem o relato dos soldados que guardavam o túmulo sobre o que havia acontecido, não creram.

CONCLUSÃO
A doutrina da divindade de Jesus Cristo é crucial, pois, como escreveram Kreeft e Tacelli: "Se Cristo é divino. Ele tem direito sobre toda nossa vida, incluindo nosso íntimo e os nossos pensamentos (...) sendo a doutrina que destranca todas as outras portas doutrinárias do cristianismo (...)".

QUESTIONÁRIO

1. O termo grego "Cristo", atribuído a Jesus, equivale a que termos em hebraico e em português respectivamente?
2. O que encontramos em Miquéias 5.2?
3. Qual a definição de milagre?
4. O que representava os milagres operados por Jesus para os judeus?
5. Qual é o milagre que pode ser considerado o maior de todos?

Fonte: Revista Betel

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