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09/11/2018

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: VOCÊ PODE TER PAZ INTERIOR!

Texto Básico:  Habacuque 3.18 

“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”. (Fp 4.7 – NVI).
Nós, cristãos, sabemos que Jesus disse que nos daria a sua paz (Jo 14.27). Mas, o que é paz?
E tem mais: Jesus disse que não nos daria a sua paz como o mundo a oferece às pessoas. Então, há diferença entre a paz do Senhor e a paz do mundo. Mas, qual é a diferença?

1 - COMPREENDENDO A DIFERENÇA ENTRE A PAZ DE DEUS E A PAZ DO MUNDOÉ comum, vez por outra, haver passeatas pela paz. De vez em quando, vemos pessoas clamando pela paz, em resposta a alguma crueldade reportada pelas emissoras de TV. Tem gente
que compra um imóvel distante das grandes cidades, alegando que deseja paz. Ainda tem aqueles que usam todo o pagamento para quitar suas dívidas e dormirem em paz.
Os cristãos são orientados a viverem pacificamente (2Co 13.11). Jesus afirma que aqueles que promovem a paz serão chamados de filhos de Deus (Mt 5.9), cujo Reino é constituído de justiça, paz e alegria no Espírito (Rm 14.17)! A Igreja primitiva, apesar dos contratempos e das perseguições, vivia em paz (At 9.31). Afinal, o cabeça da Igreja é chamado de Príncipe da Paz!
Se temos paz com Deus (Rm 5.1), podemos experimentar a paz em nós (Fp 4.7), trazendo tranquilidade à nossa mente e ao nosso coração.
E isso vai resultar em paz com os outros (Rm 12.18). A maioria dos cristãos já leu passagens bíblicas
e ouviu pregações que tratam da paz do Senhor. No entanto, o que precisamos fazer para viver essa
realidade? Como lançamos sobre o Senhor toda nossa ansiedade? (1Pe 5.7).
2 – DESFRUTANDO DA PAZ DE DEUS!
O fruto do Espírito é... paz (Gl 5.22). E a palavra grega traduzida por paz1 significa tranquilidade, serenidade, harmonia. A paz do Senhor independe da ausência de guerra entre países, violência urbana e brigas. Não depende da ausência de problemas, de perturbações e de sofrimentos. A paz, fruto do Espírito, é uma tranquilidade de alma que não depende dos fatores externos. É uma serenidade mental, uma calma, uma quietude, que resulta da confiança em Deus e do descanso em sua Palavra.
A nossa harmonia com os outros vai ser consequência do nosso andar no Espírito. Assim, mesmo que haja guerras, violência e brigas ao nosso redor, nós podemos repousar em Deus e em seus planos, crendo que Ele tem o controle de toda e qualquer circunstância.
Quando essa paz que não tem explicação natural nos envolve, a ansiedade e a preocupação não nos controla.
A paz do Senhor em nós é resultado da nossa reconciliação com Deus. E essa reconciliação com Deus contribui para a nossa reconciliação com o nosso semelhante. A paz que o Espírito gera em nós não está relacionada à ausência de problemas, mas à presença de Deus que às vezes, desfrutamos muito; outras vezes, desfrutamos pouco.
Considerando que a paz é o fruto do Espírito em nós, desfrute da paz de Deus nas circunstâncias da vida, tomando a decisão de se alegrar nEle (Fp 4.4) e no que Ele tem feito por você. Pensando em quem Ele é e que a sua vida está dentro dos propósitos dEle. Por isso, você pode descansar em meio às tempestades da vida!
Se a paz do Senhor está em você, desfrute dessa paz no relacionamento com os outros, evitando se agarrar tanto aos seus direitos e aos seus interesses (Fp 4.5).
Se fizermos uma “tempestade num copo d’água” por cada interesse nosso que não foi contemplado ou por algum direito nosso que não foi respeitado, vamos brigar diariamente com os outros.
A paz de Deus está em você. Então desfrute dela no relacionamento consigo mesmo, ocupando-se em vez de se pré-ocupar (Fp 4.6). Muitas vezes, nossa paz não flui porque estamos ruminando pensamentos inúteis, tentando controlar o que está fora do nosso controle, quando a Bíblia recomenda
viver um dia de cada vez (Mt 6.34) e fazer o que aguentamos! (Ec 9.10).
Você pode desfrutar da paz de Deus, que excede todo o entendimento, no relacionamento com o próprio Deus, clamando em vez de reclamar. Experimente, em vez de ficar se preocupando e murmurando, apresentar seus pedidos a Deus em tudo o que acontece, através da oração, numa conversa franca com Ele (Fp 4.6)!
Quando reconhecemos que não temos o controle sobre muita coisa em nossas vidas e confiamos que
Deus sabe o motivo das coisas ruins acontecerem e é poderoso para nos sustentar e nos livrar nos momentos difíceis da vida, nossos corações descansam e os problemas não nos assustam mais! Sabemos que eles surgem e vão embora, mas Deus permanece!
1 - Gr. Eirene. 
3 – INVESTINDO NA SUA ESPIRITUALIDADE
“O Senhor dá força ao seu povo; o Senhor dá a seu povo a bênção da paz” (Sl 29.11). Embora o livro
de Salmos não pertença ao gênero profético, pois é poético, o salmista registra que Deus é alguém que abençoa o seu povo com a paz.
E o desejo de Deus, revelado na orientação paulina, é que a paz de Deus domine os nossos corações
(Cl 3.15). E essa paz o Espírito já produziu em nós!
Por mais que pareça estranho, podemos viver com paz e em paz.
Entretanto, como um fruto não é fabricado pela capacidade humana, não temos como produzir a paz de Cristo em nós. Mas seu crescimento e amadurecimento dependem do investimento que fazemos neste fruto e esta é a parte que nos cabe: semear no Espírito! Vamos semear?
Considerando que você encontrou o caminho (Jo 14.6) da paz com Deus (Rm 5.1), você pode experimentar a paz de Deus, que está em você. E se a paz de Deus dominar o seu coração (Cl 3.15), isso vai contribuir para que você tenha paz com os outros, se possível (Rm 12.18).
Geralmente, sofremos muito por nos relacionarmos com pessoas tóxicas. Pessoas que só veem o pior,
que reclamam de tudo, sempre são as vítimas, não se importam se nos ofendem e não usam de sinceridade. Isso contribui para conflitos nos relacionamentos.
Entretanto, quando estamos de bem com a vida, desfrutando da paz do Senhor, que excede o entendimento, nossos corações e mentes ficam blindados e os vampiros emocionais não drenam nossa energia. Pelo contrário, conseguimos contagiar o ambiente e, talvez, conquistar até a amizade daqueles que nos causam sofrimento psíquico. Porque se os nossos corações estiverem em paz, seremos pacíficos e pacificadores. Pessoas assim, todo mundo quer por perto!
Problemas surgem. Enfermidades, violência urbana, desemprego, tragédias provocadas pela força da
natureza e outras coisas alheias à nossa vontade, que não dependem dos nossos esforços, não vão roubar a paz de Deus em nós, porque sabemos que nEle podemos descansar, mesmo em meio às tempestades da vida!
Deus opera o milagre da frutificação das virtudes. No entanto, temos que cuidar do ambiente onde esse fruto vai crescer e amadurecer, atendendo as orientações bíblicas. Admitir as falhas e ser gentil consigo mesmo é importantíssimo nesse processo. Pois, se eu creio que Ele me aceita e me perdoa, isso vai me ajudar a perdoar os outros e a mim mesmo, trazendo paz ao coração!
CONCLUSÃO
Manter o foco em Deus e no seu propósito para as nossas vidas nos ajuda a transformar nossa ansiedade em motivo de oração. Vamos verbalizar o que nos angustia, pondo para fora o que nos contamina e transformando a preocupação em planejamento. Além de usar o medo
para investir na proatividade!
PARA PENSAR E AGIR
Ser pacífico não é ser frouxo.
Qual a diferença entre o pacífico e o covarde?
Decida falar bem de todo mundo e tentar reconciliar pessoas diferentes!
Encha a mente de mensagens de fé e de esperança. Evite o pessimismo!
Fonte: Revista EBD Palavra e Vida


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