O Dízimo no Novo Testamento - Se Liga na Informação




Por que não vemos no Novo Testamento claras instruções com o uso da palavra – dízimo – à Igreja?

A Bíblia diz que Deus havia ordenado que 11 tribos de Israel mantivesse a tribo de Levi que não havia recebido herança. Do montante deixado à tribo de Levi, 90% ficavam com os levitas comuns e 10% com os levitas sacerdotes (o dízimo dos dízimos).


Na época de Jesus e em parte da Igreja primitiva, ainda havia levitas e sacerdotes, os quais eram mantidos pelos dízimos deixados no templo o qual só veio ao chão a partir do 70 dC pelas ordens do general Tito. Desse modo, não haveria como Jesus ter instruído os cristãos a desviarem aquilo que havia sido ordenado por Deus Pai para o mantimento daqueles que não tiveram herança (Nm 18.21-32).
Jesus respeitou o ato de levar dinheiro aos levitas. Basta lembrarmos da falta de oposição no episódio da viúva pobre a qual estava no Templo depositando no gazofilácio (Mc 12.41-44; Lc 21.1-4; Jo 8.20). Do contrário, Ele teria recebido acusações como de ladrão (Ml 3.10), algo que não vemos no NT vindo da parte dos seus odiosos acusadores. Aliás, desviar o sustento daqueles sacerdotes certamente culminaria na morte de Jesus antes mesmo de pedirem sua crucificação. Afinal, o dinheiro mexe com muitas pessoas.
Diante do raciocínio presente, podemos entender o motivo pelo qual não vemos no NT o dízimo sendo instruído às claras à Igreja sobretudo pelo Grande Sumo Sacerdote Jesus; senão sua continuidade (Gn 14.20; Nm 18.26-28; Ml 3.10; Mt 23.23).
Todavia, o dizimo foi depois colocado em prática no meio da Igreja tendo a mesma aplicabilidade do AT, isto é: além de manter os que atuavam diretamente na Obra, socorrer os necessitados (Dt 24.17-21, 26.12; 27.19; Ml 3.5; 1Tm 5; Tg 2.14-26).
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa…” Ml 3.10.

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