Escola Bíblica Dominical: Os Cônjuges e Suas Responsabilidades - Se Liga na Informação



Escola Bíblica Dominical: Os Cônjuges e Suas Responsabilidades

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"Vós, maridos, amai a vossas mulher e não vos irriteis contra ela"
Colossenses 3.19

Texto Bíblico Básico: Colossenses 3.18-25


CASAMENTO: PESSOAS ALIANÇADAS PELO AMOR


Deus criou o homem e a mulher com estruturas física, emocional e psíquica diferentes, dando papéis bem definidos a cada um. Muitos problemas no casamento são causados pela falta de conhecimento dos papéis dos cônjuges. Para que haja harmonia na vida familiar, é necessário que marido e mulher conheçam e aceitem seu próprio papel e o de seu cônjuge. A ideia de que homem e mulher são iguais e têm o mesmo papel é diabólica e está destruindo a família. Essa mentalida­de tem produzido homens egoístas, dominadores, omissos e covardes e mulheres atrevidas, levianas, independentes e frustradas. Homem e mulher são diferentes em muitas coisas e, por isso, se complementam. Um não é maior ou melhor do que o outro. Ambos têm o mesmo valor, mas características e funções diferentes, como as três pessoas da Trindade – o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Não devemos ignorar as diferenças nem competir, mas admirar a graça, delicadeza e capacidade que Deus deu à mulher, e a visão, fortaleza e atitudes que deu ao homem.

O papel do cabeça

Ser cabeça significa assumir a responsabilidade geral pela família diante de Deus. O marido prestará contas a Deus por tudo o que acontece em sua casa. Ele deve esforçar-se para que a família seja encaminhada para o propósito de Deus. O homem é responsável por:
a. Governar o lar (1Tm 3.4,12). Governar com graça e amor, dar direção, liderar e ser o representante de Jesus para a família. Expressar o caráter de Cristo em sua conduta e não usar de sua autoridade para impor os seus próprios caprichos (Mc 10.43).
b. Trabalhar para prover o sustento familiar (Gn 3.19).
c. Amparar, cuidar e proteger a família (Ef 5.29). Solucionar todas as dificuldades que surjam, com a ajuda do Senhor. Guiar a família a uma convivência amorosa e feliz.
d. Ser sacerdote para a família (Gn 18.19). Ensinar a palavra de Deus, instruir, animar, edificar, repreender e corrigir. Ensinar principalmente com o exemplo.
e. Suprir e atender necessidades da esposa.
f. Assumir a responsabilidade principal no ensino e disci­plina dos filhos (1Sm 3.12-13; Hb 12.7-9).
g. Ter o papel principal na formação dos filhos homens. Afirmar os valores de sua masculinidade. Ensinar-lhes habilidades e trabalhos, orientá-los na área profissional, praticar esportes, dar educação sexual, etc.
h. Ser presente e atencioso com as filhas mulheres. A educação das filhas não é responsabilidade exclusiva da mãe. A presença, carinho, afeto e proteção do pai são muito importantes na formação das emoções e caráter das filhas. Uma filha bem suprida pelo pai ficará mais resguardada de investidas de homens inescrupulosos.
i. Ocupar funções de liderança na igreja (1Tm 2.8,12).
Ser cabeça significa governar, suprir e proteger com graça e amor. É ser o responsável pela família diante de Deus.

O papel da ajudadora idônea


Ser ajudadora idônea significa colocar-se ao lado e estar pronta para cooperar com o cumprimento da mis­são que Deus confiou ao marido. Ela deve reconhecer que o marido tem a autoridade principal no lar. Não com­petir com ele, mas ajudá-lo. Deus a fez idônea, ou seja, competente e capaz para cooperar e não para governar. Quando a mulher governa, traz graves danos. (Gn 3.6,17). Quanta benção e alegria o marido e os filhos recebem de uma esposa e mãe sábia e graciosa. Em seu papel, a mulher é responsável por:
a. Ocupar-se mais na criação dos filhos (1Tm 2.15; 5.14). Ser mãe é a sua principal missão.
b. Atender a família e cuidar da alimentação (Pv 31.13-15).
c. Cuidar do vestuário da família (Pv 31.21-22).
d. Cuidar da casa (Tt 2.5).
e. Se necessário, ajudar no sustento financeiro (Pv 31.16-18,24). Isso somente se for necessário e possível, evi­tando sair do lar.
f. Ensinar as Escrituras e também cuidar da disciplina dos filhos (2Tm 1.5; 3.14-15).
g. Cuidar da formação integral das filhas. Ensinar-lhes sobre: caráter, feminilidade, comportamento social, tarefas domésticas, habilidades manuais, conduta com rapazes, educação sexual, etc.
h. Ser presente e atenciosa com os fi­lhos homens. A criação dos filhos não é responsabilidade exclusiva do pai.
i. Instruir as mulheres jovens a res­peito do desempenho do seu papel de esposa e mãe (Tt 2.3-5).
Ser ajudadora idônea significa colocar-se ao lado do marido e cooperar com o cumprimento
da missão que Deus confiou a ele.

Atitudes erradas do homem


a. Não assumir seu papel como cabeça. Quando é assim, a casa fica desamparada e a esposa pode ultrapassar o seu papel e ficar so­brecarregada pelo peso de tantas obrigações familiares.
b. Anular a mulher. Alguns querem fazer tudo sozinhos. Não conversam com suas esposas nem buscam a opinião delas. A mulher fica frustrada e amargurada.

Atitudes erradas da mulher

a. Tomar o lugar do marido. Algumas mulheres assumem a liderança da família e anulam o marido. A mulher não foi feita por Deus para levar essa carga. Assim, ela quebra a ordem de Deus.
b. Ser independente do marido. Há mulheres que tomam as decisões de sua vida e da casa a revelia de seus maridos. Algumas buscam a própria realização e dão prioridade à sua profissão.

O sustento da casa e o trabalho da mulher

Desde a criação, no Éden, o homem recebeu o encargo de prover o sustento e a proteção (Gn 2.15). Depois da queda do homem, o juízo de Deus não alterou estas funções. O homem continua sendo provedor (Gn 3.17-19) e sua mulher sendo mãe e ajudadora (Gn 3.16).
Portanto, o normal é que o homem ocupe a maior parte do tempo no trabalho e a mulher com a casa e os filhos. Se não tiverem filhos, a mulher terá mais liberdade para sair, trabalhar e ajudar economicamente. Mas quando ela for mãe, seu lugar é o lar (Mq 2.9; Sl 128.3). A maternidade é a grande missão que Deus lhe deu e ela deve consagrar-se à tarefa de criar filhos.

Qualquer profissão que a mulher tenha deve estar subordinada ao seu papel de mãe.
Há situações extremas, nas quais o marido não está con­seguindo suprir o sustento da casa. Em algumas famílias, esposas têm cometido o erro de trocar o cuidado e atenção a seus filhos por um padrão de vida mais elevado (moradia, car­ro, escola, etc.). A ausência da mãe é muito prejudicial para o desenvolvimento dos filhos e para o bem estar da família.

Cada um deve conhecer e assumir o seu papel

A palavra do Senhor é muito clara quanto à conduta que Deus espera de cada cônjuge. Não são papéis opcionais, são determinações do Senhor: o marido é cabeça da esposa e a esposa é sua ajudadora idônea. Muitos cônjuges anotam os deveres do outro, vivem co­brando o seu cumprimento, mas não cumprem os seus pró­prios deveres. Dentro do casamento, cada um deve assumir a sua responsabilidade, independentemente do comportamento do outro. Se colocarmos em prática os princípios do reino de Deus no lar, haverá paz, harmonia e bom exemplo para os filhos e suas futuras famílias.

PADRÃO DE DEUS PARA A ESPOSA


Submeter-se ao marido como a Cristo

Aspectos sobre a submissão:

a. Submissão é o reconhecimento da autoridade estabelecida. Não é ape­nas uma obediência externa, mas uma atitude interior de submissão e respeito.Submeter-se ao marido, como ao Senhor, significa reconhecer nele a autoridade de Deus.
b. A submissão não anula a mulher; ela proporciona as condições para que a mulher cumpra o seu papel.
c. A submissão não rebaixa a mulher, mas sim a protege. Deus é bom. Ele quer que a mulher esteja coberta e prote­gida sob a autoridade do marido. Não deseja que a mulher esteja sobrecarregada e nervosa, mas tranquila e feliz.
d. A submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, se submeteu a ele em tudo. A mulher não é menor, nem o homem maior. São iguais, mas em funções diferentes, segundo o plano de Deus. A submissão da esposa não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, submeteu-se a Ele em tudo.
e. A mulher deve ser submissa em tudo (Ef 5.24). O marido é o responsável geral por todas as áreas da vida familiar. A mulher só deve desobedecer ao marido se ele lhe der uma ordem claramente contrária à vontade de Deus, conhecida nas escrituras. Se ele quiser obrigá-la a pecar ou a deixar o Senhor, nesse caso, ela deve obedecer a Deus e não ao marido; ainda que sofra consequências (At 4.18-20).
f. As irmãs com maridos incrédulos devem ser submissas a eles. Devem se comportar de tal maneira que, vendo eles o comportamento delas, se convertam (1Pe 3.1-2).
g. A submissão não implica em que a mulher não fale, não opine e não tenha influência nas decisões da família. Ela não tem que dizer sim para tudo. Ela é a ajudadora, portanto deve opinar, concordar, discordar, etc. Mas sempre deve mostrar uma atitude de submissão ao marido e ter disposição para deixar as decisões finais em suas mãos, sem amar­gura nem rebelião interior.
h. Quando uma esposa considera que seu marido está abusando da autoridade, deve falar-lhe a sós, com respeito e mansidão. Se ele não a escutar, deve falar-lhe novamente, diante de irmãos espirituais e maduros (Mt 18.15-17). No caso do marido não crente que abusa da autoridade, a esposa deve buscar o conselho da igreja quanto ao que fazer, e buscar a proteção da justiça em casos de violência.
PADRÃO DE DEUS PARA OS MARIDOS

Amar a esposa, como Cristo amou a Igreja

O Senhor estabelece o mais alto pa­drão de amor para o marido amar a sua esposa: “como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. Nada poderia ser mais elevado. É o mais alto nível de amor, entrega e renúncia. Sig­nifica perder, para a esposa ganhar, ser envergonhado, para que ela seja honra­da, morrer para que ela viva.
A palavra grega “amor”, que aparece em Efésios 5, é “ágape”. Refere-se ao amor de Deus. É um amor puro, sacrificial, perfeito e permanente. Esse tipo de amor está descrito em 1Co 13. Amar é ser paciente e bondoso. É não buscar seus próprios interesses. É não ser inconveniente. Amar é ser perdoador e ter domínio próprio (1Co 13.4-8). Amar é também servir, proteger, instruir, santificar. É o amor que não depende do sentimento.
Esse amor envolve sacrifício em favor da esposa “…a si mesmo se entregou por ela”. É o negar a si mesmo, abrir mão da tranquilidade, da comodidade e do prazer, em favor da pessoa amada. Isso é amar. Foi isso que Cristo fez pela igreja. Amar a esposa é perder para ela ganhar, morrer para que ela viva. É sacrificar-se a si mesmo e buscar o bem-estar dela.
O contrário disso é o egoísmo. O marido egoísta busca sua própria comodidade, usa a autoridade para seu próprio bem e sempre espera ser servido. Sua atitude é de “senhor”, não de “servo”. Nunca renuncia à comodidade para ajudar a mulher. Esse marido está longe da vontade de Deus.
Deus quer que o marido negue a si mesmo, pareça com Je­sus e aja como Ele. Deve sacrificar-se a si mesmo pela esposa, buscar a felicidade e bem-estar dela, tanto no físico como no emocional e no espiritual. O marido deve dizer como Jesus: “eu não vim para ser servido, mas para servir”.
Romance e afeto (Ct 7.10-13)
O “amor sentimento” também deve estar presente no casamento (Ct 7.10-13). Tudo que dissemos anteriormente estabelece bases sólidas para que esse amor se desenvolva e cresça. O romance não é apenas para a lua de mel, mas para toda a vida.
Os discípulos do Senhor devem ser os maridos mais “enamorados” por suas esposas. O amor dos mundanos se perverteu em egoísmo. Entretanto, o “amor sentimento” de um marido cristão nasce do verdadeiro amor de Deus que vive nele. Por isso, os discípulos de Jesus devem ser os melhores maridos, os mais românticos de todos. 
Cultive em seu coração esse amor. Enamore-se de sua es­posa, valorizando, apreciando e elogiando-a. Seja expressivo com ela. Demonstre seus sentimentos, mandando-lhe flores, chocolates e cartões. Assim fará sua esposa feliz e a você mesmo também! E Deus participará dessa alegria.
O homem que trata a sua esposa com amor faz um bem a si mesmo e fortalece a unidade do casamento. Aquele que trata mal a sua esposa destrói a si mesmo.

Não tratar a esposa com amargura

Esse parece ser um erro comum dos maridos no exercício de sua função. Muitas vezes, quando se iram, os maridos tratam a esposa asperamente. Outros são ásperos o tempo todo.
Não tratar com amargura significa tratar sempre com ama­bilidade, doçura e bondade e nunca com rudeza e grosseria. Essa ternura para com a esposa deve ser prática nas palavras dirigidas a ela nas diversas situações que envolvam o trato cotidiano.
a. Amabilidade e carinho
A mulher foi feita com características emocionais diferentes do homem. Isso não é uma debilidade, mas uma característica dada por Deus para, por exemplo, desempenhar sua nobre função de mãe, a fim de criar os filhos com ternura e delicade­za. O marido deve entender e não desprezar sua sensibilidade e não a tratar como se fosse um homem. Há maridos que são amáveis com os outros e descuidados e duros com sua esposa. Isso é hipocrisia, incoerência e falta de inteligência. A esposa tratada asperamente acaba se embrutecendo. Deus quer que o marido a trate com ternura, respeito, suavidade, paciência, carinho, doçura, delicadeza, bondade e amor.
b. Firmeza e ternura
Ser amável não quer dizer ser frouxo. O homem terá que ser firme ao corrigir erros ou tomar decisões. Muitas vezes, o tratamento áspero é por falta da firmeza correta. O marido deve ser firme e terno: firme nas decisões e terno no tratamento. Quando não acontece, frequentemente ele se torna frouxo e grosso: frouxo na decisão e grosso no tratamento.
Quando o marido perceber que tratou mal a sua esposa, deve consertar imediatamente, confessando seu erro com humildade e arrependimento.
c. Compreensão
O marido deve também conhecer e compreender a sua mulher. É necessário escutar com atenção o que ela diz. Saber escutar é uma das qualidades mais valiosas que se pode ter. Quando o marido entende o que a mulher pensa e sente e quais são as suas cargas, pode animá-la, conduzi-la e protegê-la com sabedoria. Um abraço e uma palavra amável e terna mostram à mulher que ela tem ao seu lado alguém que a compreende e a ama. Uma mulher que se sente compreendida e atendida pelo marido, dificilmente será rebelde e opositora.
Alguns homens têm dificuldade de serem afetuosos porque não têm esse costume. É necessário romper com as barreiras e ver que essa é a vontade de Deus para o relacionamento com a sua mulher.

Tratar a esposa com dignidade (honra)

Dignidade é igual a respeito e honra. Não é só a esposa que deve respeitar ao marido. Ambos são, igualmente, filhos de Deus. O versículo acima diz que, se o marido não trata a esposa com dignidade, suas orações são interrompidas.
Tratar com dignidade, como parte mais frágil, significa honrar a esposa, cuidá-la, protegê-la e não sobrecarregá-la. O homem deve ter cuidado e proteção reais e práticos com sua esposa. Ela precisa sentir-se segura e confiante em seu marido. Quando ele não cumpre o seu papel, ela se vê desprotegida. O desamparo e as preocupações sobrecarregam e agitam a mulher. O homem deve assumir seu papel, atender os assuntos da casa, resolver todos os problemas que lhe com­petem e não passá-los para sua esposa. A mulher deve poder dizer: “meu marido é o meu pastor, nada me faltará”, como a igreja diz de Cristo: “O Senhor é meu Pastor…”.
Tratá-la com dignidade também é admirá-la e tê-la em máxima conside­ração, como o presente de Deus para ele (Pv 19.14; Ec 9.9). É fazê-la sentir-se especial e única todos os dias. No livro de Ezequiel, Deus se refere à esposa do profeta como “a delícia dos teus olhos” (Ez 24.15-18). A esposa é uma demonstração da bondade de Deus para com o homem.

O homem deve representar a Jesus no lar

O homem é responsável por:
a. Manifestar a vida de Cristo na família
Assim como Cristo é a imagem de Deus, o homem deve ser a imagem de Cristo no lar. Deve andar no Espírito, ser santo, manifestar alegria constante, dar graças por tudo, deixar fluir o amor, a graça e a paz do Senhor.
b. Estabelecer o governo de Cristo
O homem é o cabeça da mulher e Cristo é o cabeça de todo homem. Portanto, o homem deve estabelecer a autoridade de Cristo no lar e não a sua. Se um homem não está sujeito a Cristo, como vai governar sobre sua mulher e filhos? Quando o Senhor delega autoridade ao homem, não lhe dá “carta branca” para fazer o que quer, mas estabelece critérios específicos e concretos.
Toda autoridade sujeita a Cristo deve agir com firmeza, mas também com ama­bilidade e humildade. Sem fazer conces­sões indevidas, mas com disposição para dialogar e escutar. É importante que saiba discernir a vontade de Deus e que cuide para que ela se cumpra no seu lar.
c. Ministrar a graça salvadora de Cristo
O homem deve exercer o sacerdócio em sua família. Não basta abençoá-los com orações superficiais, deve se interessar por cada um. Dar tempo a cada um, conhecer suas necessi­dades, lutas e aflições. Dar a cada um dos filhos uma atenção particular. Constantemente ajudar a esposa a ver a dimensão eterna e grandiosa de sua função como esposa e mãe e cuidar para que ela não se desanime em suas tarefas que, às vezes, parecem triviais e insignificantes.
d. Doutrinar e edificar sua família
É importante usar as circunstâncias ocasionais da vida para ensinar, mas isso não é suficiente. O homem é responsável por ensinar toda a verdade de Deus, de forma ordenada e metódica a sua esposa e filhos. São seus primeiros discípulos. Deve deter­minar horários concretos para sentar com eles e compartilhar a palavra (Culto familiar). Deve haver lugar para a participação de todos e tudo deve ser cheio de oração.
O homem deve considerar a esposa como ajudadora para isso. Não deve anulá-la, mas tampouco deve passar para ela toda a responsabilidade pela edificação dos filhos. Devem trabalhar juntos.
FONTES DE PESQUISA

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