Reflexões em Efésios 1.1-6 - Se Liga na Informação



Reflexões em Efésios 1.1-6

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Por Djesniel Krause
A autoria do livro de Efésios é geralmente atribuída a Paulo, mas não de forma unanimidade. Assim como Eclesiastes, há alguns críticos que questionam a autoria paulina da carta aos Efésios.
Embora o autor se identifique já no início do texto conforme ele faz em outras epístolas, os críticos indagam, por um exemplo, de que sabemos que Paulo viveu em Éfeso durante 3 anos, conforme pode-se verificar em Atos 20:31, entretanto, a carta aos Efésios não faz qualquer menção a esta estadia de Paulo lá, sem mencionar nenhum conhecido de lá e sem dar nenhuma notícia pessoal à Igreja.
Tudo muito estranho, argumentam eles.
Ainda assim, a autoria paulina de Efésios é muito mais aceita do que a autoria salomônica de Eclesiastes; eu particularmente, novamente assumo uma postura conservadora e considero Paulo como o autor original da carta aos Efésios.
Assim, uma vez aceita a autoria paulina da Carta aos Efésios, os estudiosos afirmam que a carta foi escrita por volta do ano 60 d.C., enquanto Paulo está preso em Roma, mais ou menos no mesmo período em que o apóstolo escreveu também Filipenses, Colossenses e Filemon, conhecidas como cartas da prisão.
Efésios, Colossenses e Filemon teriam sido enviadas pelo mesmo mensageiro, Tíquico, que aparece no verso 21 do capítulo 6.
Levando em conta a data de composição da carta, por volta do ano 60 d.C., Paulo começa a se aproximar da sua morte.
Paulo, assim como Pedro, foi martirizado sob comando do Imperador Nero.
Nero, por sua vez, morre em 68 d.C., impondo um limite para a data possível de morte dos dois apóstolos.
A maioria dos estudiosos coloca a morte deles entre o ano 64 ou mais tardar 67 d.C.
Sabemos da relação entre o martírio de Paulo e Pedro com as ordens de Nero por causa de Eusébio de Cesareia, o primeiro historiador da Igreja, que escreveu a obra História Eclesiástica no século IV.
Ou seja, é uma carta procedente de um período em que Paulo já refletiu muito, ela contém as mais significantes e profundas afirmações sobre os eternos propósitos de Deus concernentes aos homens, Francis Foulkes afirma que a Carta aos Efésios “é, acima de tudo, uma das últimas e mais maduras produções”[1] de Paulo.
Paulo, apóstolo de Jesus Cristo; aqui, Paulo mostra para o que veio, lembra os efésios da sua autoridade apostólica, não para se vangloriar de tal título, muito pelo contrário, ele sempre deixou claro que era o pior dos pecadores, mas sim para que sua mensagem fosse devidamente recebida.
Paulo é apóstolo, não pela sua vontade, mas pela vontade de Deus.
Vê-se aqui a vontade Deus se sobrepujando à vontade do ser humano, se sobressaindo.
Hoje, alguns líderes de igrejas assim chamadas evangélicas se autodenominam apóstolos a fim de dar autoridades ao que eles têm a dizer.
O que é um apóstolo? O que faz de Paulo um apóstolo?
Pode-se mencionar como alguns requisitos ter andado com Jesus desde o início de seu ministério terreno, ter sido chamado e enviado pessoalmente pelo próprio Jesus e ser uma testemunha da sua ressurreição.
Paulo tem um encontro pessoal com Jesus a caminho de Damasco, tornando-se assim uma testemunha de que Jesus estava vivo, mas não acompanhou Jesus em seu ministério terreno, e isso levantou algumas críticas sobre o apostolado de Paulo, por isso, constantemente ele precisou defender tal título; um apóstolo nascido fora do tempo.
Augusto Nicodemus, em sua obra Apóstolos, conclui: “Considerando que muitos destes modernos apóstolos têm introduzido, em nome de revelações e visões do Senhor, doutrinas e práticas contrárias ao Cristianismo histórico […]. É nossa firme convicção de que não existem mais apóstolos como os doze apóstolos de Jesus Cristo e o apóstolo Paulo”[2].
E a quem Paulo se dirige? Aos santos que vivem em Éfeso.
É necessário definir o que Paulo queria dizer por “santos”.
Estaria ele afirmando que os cristãos de Éfeso não possuíam pecado algum? Tal comunidade seria o sonho de qualquer pastor!
Mas o ser humano é capaz de tal façanha? Somos capazes de não possuir pecado algum? O texto dá a entender que uma vida de completa retidão é possível? Chegaremos ao ponto de sermos santos durante a vida terrena?
A seguir mencionarei duas antigas heresias: o Donatismo e o Pelagianismo.
Ambas são correntes teológicas que surgiram já nos primeiros séculos da história do cristianismo.
Logo em seus anos iniciais, o cristianismo muitas vezes enfrentou perseguição, confisco de bens, prisão e martírio; eram tempos difíceis!
E nós costumamos imaginar os cristãos como verdadeiros heróis, dando a sua vida com alegria pela causa de Cristo, porém nem sempre foi assim.
Tempos de perseguição também foram tempos de apostasia, pessoas deram suas vidas corajosamente, sim, mas pessoas também negaram a Cristo sob a pressão da perseguição.
McGrath relata que em fevereiro de 303 houve um édito em que “os líderes cristãos receberam a ordem de entregar seus livros para serem queimados. Os que enfrentaram essa ação destruidora passaram a ser chamados de traditores (traidores), ‘aqueles que entregaram [seus livros]’”[3].
Em 313 d.C. entretanto, Constantino declara o Édito de Milão que põe fim à perseguição e garante liberdade religiosa no império romano.
Como a Igreja olharia agora para aqueles que negaram a Cristo? Irão acolhe-los novamente? São traidores!
Logo a Igreja estava dividida em ao menos dois partidos.
Durante as discussões, ocorreu uma eleição para o bispado da cidade de Cartado, e os cristãos mais acolhedores elegeram rapidamente a Ceciliano, antes que o partido mais linha dura fizesse qualquer coisa.
Como um agravante, “a consagração de Ceciliano foi efetivada por três bispos, inclusive Félix, o bispo de Aptunga – um traditor”[4]. Estava feita a confusão!
Os mais rígidos não aceitaram a eleição de jeito nenhum, e esses foram os donatistas, passaram a afirmar que a validade dos sacramentos dependia da santidade pessoal de quem os realizava.
McGrath explica:
Os donatistas acreditavam que todo o sistema sacramental da igreja católica tinha sido corrompido em razão do lapso de seus líderes. Como os sacramentos poderiam ser administrados de forma válida por pessoas que eram de tal modo corrompidas? Logo, era preciso substituir essas pessoas por líderes mais aceitáveis, que se haviam mantido firmes em sua fé durante a perseguição. Era necessário também rebatizar e reordenar todos os que tinham sido batizados e ordenados por aqueles que tinham decaído[5].
Assim, “a graça e o poder de cura do evangelho cristão foram interpretados como dependentes da pureza da igreja e de seus ministros”[6].
Obras, lei!
A outra heresia ficou conhecida por pelagianismo, foi fortemente combatida por Agostinho de Hipona.
Pelágio também teve uma forte ênfase na moralidade e nas obras, mas ele extrapolou todos os limites.
Pelágio negou a doutrina da depravação total do homem, negou a ideia de que os seres humanos nascem em pecado, e chegou a afirmar que além de Jesus houve outras pessoas que foram capazes de uma vida sem pecados.
Pelagio, explicitamente, transfere a responsabilidade da salvação para a santidade do ser humano, o homem é capaz de uma vida sem pecados, e só será salvo se alcançar tal vida.
O texto não parece dar suporte a isso? Por que Paulo os chama de santos?
Martinho Lutero, que foi um ávido leitor de Agostinho, afirma que todo cristão “é simultaneamente pecador e justo”[7].
Assim, também nós somos santos, não por nossa justiça, pois permanecemos com nossa natureza caída, mas por que nos é imputada a justiça de Cristo.
Somos santos justificados.
Paulo prossegue, eles não são apenas santos, são também fiéis em Jesus Cristo.
João Calvino, o reformador suíço, faz um comentário aqui: “Ninguém pode ser crente se não for também um santo […], ninguém pode ser um santo se não for também um crente”[8].
Eles são fiéis em Jesus Cristo, toda a sua vida está ligada ao seu Senhor.
“Assim como a raiz dentro da terra, o ramo ligado à videira, o peixe no mar e o pássaro no ar, assim o lugar da vida do cristão é em Cristo”[9].
Diante desta convicção o cristão pode viver e pode também morrer. Pois o estar em Cristo é também um consolo diante da morte.
O verso 3, Bendito o Deus e Pai denosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de benção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.


Um comentário de Lutero sobre este trecho:
Deve, pois, ser distinguida a bênção espiritual e celeste da bênção terrestre que consiste em ter um bom governo e uma boa economia, em ter filhos, paz, produtos da terra e outras vantagens materiais. A benção espiritual, porém, consiste em estar libertado da lei, do pecado e da morte, em ser justificado e vivificado, em ter um Deus reconciliado, em ter um coração confiante, uma consciência alegre, um consolo espiritual, em ter um conhecimento de Cristo, da profecia e da revelação das Escrituras, em ter os dons do Espírito Santo, em alegrar-se em Deus, etc. Essas são as bênçãos celestiais da Igreja de Cristo.[10]
Nem todos estão interessados em bênçãos espirituais, os olhos brilham mais diante das bênçãos materiais.
Não é à toa e nem por acaso que bênçãos materiais, e não espirituais são prometidos principalmente pelos ditos apóstolos modernos.
Não é errado se alegrar com as bênçãos materiais, elas são dádivas de Deus, mas de nada adianta ganhar o mundo e perder a sua alma.
João Crisóstomo, teólogo patrístico, comenta o seguinte:
“Ainda te falta alguma coisa? Tu te tornaste imortal, livre, filho, justo, irmão, coerdeiro. Simultaneamente reinas, conjuntamente serás glorificado. Deu-te tudo grátis”[11]
Os versos quatro e cinco trazem um tema que tem gerado diversas polêmicas ao longo do desenvolvimento teológico no cristianismo: a predestinação
O texto aqui é muito claro, nos escolheu nele antes da fundação do mundo […] em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos.
E não apenas neste texto, mas em muitas situações esta verdade é novamente afirmada, Romanos 8:29, 2 Tessalonicenses 2:13, 2 Timóteo 1:9, João 6:44 e o texto clássico de Romanos 9.
Nossa salvação é do início ao fim uma obra soberana de Deus, ele nos convence de nosso pecado, nos converte a ele próprio pela ação do seu Espirito Santo.
Lutero em sua resposta à Erasmo de Roterdã, Da Vontade Cativa, afirma que:
Se cremos que o pecado original nos corrompeu de tal forma que inclusive cria gravíssimas dificuldades àqueles que são guiados pelo Espírito, porquanto luta contra o mal, fica claro que nos homens que carecem do Espírito nada restou que pudesse voltar-se para o bem, mas tão-somente para o mal[12].
Nos escolheu antes da fundação do mundo, antes que tivéssemos qualquer mérito, por que a nossa salvação não se baseia no nosso mérito, mas na soberana vontade de Deus, no beneplácito da sua vontade, como o texto coloca.
Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia.
Algumas pessoas podem argumentar que tal afirmação faz Deus parecer injusto; pois afinal, por que ter misericórdia de um e condenar o outro, uma vez que nenhum deles tem mérito?
A primeira observação a ser feita é que Deus não tem obrigação nenhuma de parecer justo para você.
Ele é quem nos julga, e não o contrário.
C.S. Lewis em sua brilhante obra Cristianismo Puro e Simples comenta sobre sua época de ateísmo, “meu argumento contra Deus era de que o universo parecia injusto e cruel. No entanto, de onde eu tirara essa idéia de justo e injusto? […] Com o que eu comparava o universo quando o chamava de injusto?”[13].
Tal acusação é o tipo de afirmação que se for verdadeira, é falsa, já que a acusação de injustiça por parte de Deus requer um padrão moral absoluto quer será utilizado para tal julgamento, a existência de tal padrão, entretanto, depende do próprio Deus e Sua retidão.
Com qual senso de justiça será julgado Aquele que é a própria base para todo julgamento?
R.C. Sproul acrescenta que “uma coisa eu sei. Se agrada a Deus salvar alguns e não a todos, não há nada de errado com isso. Deus não é obrigado a salvar ninguém” (Tradução nossa).[14]
Deus permaneceria sendo completamente justo ainda se mandasse a cada um de nós, sem exceção, ao inferno.
Mas Deus não é apenas justo, ele é também bom e misericordioso.
Na confissão de Augsburgo, preparada pelos luteranos em 1530 para apresentar ao Imperador Carlos V em que creem os luteranos, no artigo 18, Do Livre-arbítrio, encontra-se:
Quanto ao livre-arbítrio se ensina que o homem tem, até certo ponto, livre-arbítrio para viver exteriormente de maneira honeste e escolher entre aquelas coisas que a razão compreende. Todavia, sem a graça, o auxílio e a operação do Espírito Santo, o homem é incapaz de ser agradável a Deus, temê-lo de coração, ou crer, ou expulsar do coração as más concupiscências inatas. Isso, ao contrário, é feito pelo Espírito Santo, que é dado pela Palavra de Deus.[15]
A predestinação levanta questões difíceis de serem respondidas, por um lado vemos que Deus quer salvar a todos, mas é Ele próprio quem nos alcança com Sua salvação, e em contrapartida Ele não estende essa salvação a todos, por quê?
A Bíblia não diz o porquê, e onde a Bíblia se cala, nós nos calamos.
Conforme Foulkes, este “é um paradoxo que o Novo Testamento não procura resolver, e que nossas mentes finitas não podem compreender em sua profundidade”[16], ele prossegue; Deus “tomou o evangelho da graça e o ofereceu a todos. Então para aqueles que aceitaram o evangelho, ele apresentou a doutrina da eleição”[17].
Filipe Melanchthon, reformador alemão e companheiro de Lutero, afirma que “é melhor adorar os mistérios da divindade do que investigá-los”[18].
A doutrina da eleição pode também levantar suposições de que o cristão poderia então desfrutar livremente de todos os prazeres carnais sem qualquer pudor ou temor, uma vez que sua salvação não depende de suas obras.
Entende-se, entretanto, que o texto não abre esta margem, ao contrário, deixa claro que a eleição ocorreu antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis.
Além do mais, mesmo que nossa eleição e nossa salvação não tenham dependido das nossas obras e da nossa santidade pessoal, ainda assim elas são uma evidência da nossa eleição, a ordem das coisas é que é alterada.
O próprio Paulo em Romanos também nos responde sobre isso, Romanos 6:1,2: Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?
Nós caímos, isto é inegável, mas que não nos rendamos.
É comumente atribuída a Agostinho a citação que diz, o pecado tem sido o motivo da sua tristeza, deixe agora que a santidade seja o motivo da sua alegria.
Um desafio diário para miseráveis pecadores como nós.
Para finalizar, nós somos predestinados, somos salvos para graça de Deus, sem méritos ou obras, para louvor da glória de sua graça.
Tal afirmação remete ao quinto sola das cinco solas da reforma protestante, Sola Gratia, Soli Fide, Sola Scriptura, Solus Christus, e Soli Deo Gloria.
Por isso a salvação é do início ao fim uma obra soberana de Deus, para que não haja espaço para a glória humana, para que ninguém se glorie.
E assim, toda a gloria seja dada a Deus, que é digno!
A verdade é que nós somos mendigos.
NOTAS
[1] FOULKES, Francis. Efésios: introdução e comentário. 2. ed. São Paulo: Vida Nova, Série cultura bíblia, 1983, p. 27.
[2] LOPES, Augusto Nicodemus. Apóstolos: a verdade sobre o apostolado. São José dos Campos: Fiel, 2014, p. 333.
[3] MCGRATH, Alister. Heresia: uma história em defesa da verdade. São Paulo: Hagnos, 2014, p. 192.
[4] MCGRATH, 2014, p. 193.
[5] MCGRATH, 2014, p. 194.
[6] MCGRATH, 2014, p. 198.
[7] LUTERO, Martinho. A Epístola do Bem-aventurado Apóstolo Paulo aos Romanos. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.8. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2003, p. 276.
[8] CALVINO, João. Gálatas – Efésios – Filipenses – Colossenses. São José dos Campos: Fiel, Série comentários bíblicos, 2015, p. 208.
[9] FOULKES, 1983, p. 38.
[10] LUTERO, Martinho. Comentário à Epístola aos Gálatas. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.10. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2008, p. 412.
[11] CRISÓSTOMO, São João. Comentário às Cartas de São Paulo/1: homilias sobre a Carta aos Romanos, comentários sobre a Carta aos Gálatas, homilias sobre a Carta aos Efésios. São Paulo: Paulus, Coleção Patrística Vol.27/1, 2010, p. 665.
[12] LUTERO, Martinho. Da vontade cativa. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.4. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 1993, p. 215.
[13] LEWIS, C.S. Cristianismo puro e simples. 3. Ed. São Paulo: Editora WMF Martin Fontes, 2009, p. 51.
[14] “One thing I do know. If it pleases God to save some and not all, there is nothing wrong with that. God is not under obligation to save anybody”. SPROUL, R.C. Chosen by God. Carol Stream: Tyndale House Publishers, 1986, p. 25.
[15] WACHHOLZ, Wilhelm; DREHMER, Darci. (Coords.) Confissão de Augsburgo. São Leopoldo: Comissão Interluterana de Literatura; São Leopoldo: Editora Sinodal; Porto Alegre: Editora Concórdia; Curitiba: Encontro Publicações, 2005, p. 18.
[16] FOULKES, 1983, p. 40.
[17] FOULKES, 1983, p. 40.
[18] MELANCHTHON, Filipe. Apud SCHEIBLE, Heinz. Melanchthon: uma biografia. São Leopoldo: Sinodal, 2013, p. 33.
REFERÊNCIAS
CALVINO, João. Gálatas – Efésios – Filipenses – Colossenses. São José dos Campos: Fiel, Série comentários bíblicos, 2015.
CRISÓSTOMO, São João. Comentário às Cartas de São Paulo/1: homilias sobre a Carta aos Romanos, comentários sobre a Carta aos Gálatas, homilias sobre a Carta aos Efésios. São Paulo: Paulus, Coleção Patrística Vol.27/1, 2010.
FOULKES, Francis. Efésios: introdução e comentário. 2. ed. São Paulo: Vida Nova, Série cultura bíblia, 1983.
LEWIS, C.S. Cristianismo puro e simples. 3. Ed. São Paulo: Editora WMF Martin Fontes, 2009.
LOPES, Augusto Nicodemus. Apóstolos: a verdade sobre o apostolado. São José dos Campos: Fiel, 2014.
LUTERO, Martinho. Da vontade cativa. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.4. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 1993.
_____. A Epístola do Bem-aventurado Apóstolo Paulo aos Romanos. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.8. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2003.
_____. Comentário à Epístola aos Gálatas. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.10. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2008.
MCGRATH, Alister. Heresia: uma história em defesa da verdade. São Paulo: Hagnos, 2014.
SCHEIBLE, Heinz. Melanchthon: uma biografia. São Leopoldo: Sinodal, 2013.
SPROUL, R.C. Chosen by God. Carol Stream: Tyndale House Publishers, 1986.

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