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Escola Bíblica Dominical: O Espírito do Homem

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EM CONSTRUÇÃO


                                                   
                                                  CAPÍTULO 6

O ESPÍRITO

O homem (físico, emocional, espiritual) aparece nas Escrituras Sagradas de Gênesis ao Apocalipse. O tempo espiritual destaca-se por sua originalidade, unicidade, especificidade e singularidade. O homem tem um componente espiritual em sua estrutura: Há um espírito no homem (Jó 32.8). A verdade bíblica afirma que Deus formou o espírito do homem dentro dele (Zc 12.1). A iluminação dos nossos corações nos possibilita alcançar entendimento e revelação (1 Co 2.14). Paulo destacou:

Porque qual dos homens 
sabe as coisas do 
homem, senão o espírito 
do homem, que nele
 está?
1 Coríntios 2.11

Saber a importância e o significado deste tempo é fundamental para o crescimento em conhecimento, sabedoria e maturidade. O espírito é a parte superior mais relevante, suprema e importante na natureza humana. O homem, a despeito de gênero, é um ser tridimensional: biológico, psicológico e teológico (espiritual). Na dimensão biológica o homem fisicamente é composto de pó, matéria e carne (corpo). No aspecto psicológico ele tem emoções, sentimentos, vontade e intelecto (alma). Na terceira parte, a mais importante, os termos sopro divino, Espírito divino e imagem divina significam o homem (espírito) mencionado na Bíblia como o homem interior. O espírito, portanto, a parte não material, é a dimensão sobrenatural do homem colocada por Deus no corpo. Com seu espírito o ser humano tem o privilégio de comunicar-se com Deus (1 Co 14.14).

A palavra espírito vem da raiz hebraica, ruach, da qual se deriva o vocábulo grego pneuma, e do latim, spiritus, onde, respectivamente, ocorrem 389 e 385 vezes, aproximadamente, nas Escrituras. O significado primário desta palavra é uma força invisível, um elemento não material, o conjunto das faculdades espirituais que estão dentro do homem e o fazem entrar em contato com o mundo espiritual. É a sua verdadeira identidade pessoal, o seu homem interior:

Por isso, não
 desfalecemos; mas, 
ainda que o nosso 
homem exterior (corpo) 
se corrompa, o interior (espírito),
 contudo, ser 
renova de dia em dia.
2 Coríntios 4.16

Nas três línguas clássicas, o termo espírito significa “sopro, hálito, vento e princípio de vida”. Porém, o significado teológico vai além. Espírito é a parte imaterial que Deus insuflou no ser humano, dando-lhe vida e semelhança com a divindade. O espírito é o âmago e a fonte da vida. É a sede das qualidades espirituais, e os traços de personalidade habitam na alma. O cântico de Maria estabeleceu diferença entre espírito e alma (Lc 1.46,47).

O tabernáculo como figura do homem 

O tabernáculo (Êx 26.30) designado à adoração a Deus, onde os descendentes de Abraão se encontravam com o Senhor, era constituído de três partes: átrio, santuário e lugar santíssimo, figurativamente como o homem — corpo, alma e espírito. No átrio, o lugar do holocausto (oferta queimada), a luz natural do sol brilhava; no santuário, iluminava a luz de azeite; e no lugar santíssimo, a luz que resplandecia era a luz de Deus, revestida da glória divina. Sacrifício, oferta, oração e louvor aconteciam nas duas primeiras partes do tabernáculo, porém, no santo dos santos a adoração plena e total era oferecida a Deus.

No santíssimo, o lugar mais importante, indescritível e incomparável do tabernáculo, o sumo sacerdote, devidamente paramentado com as vestes santas, comparecia uma vez por ano para apresentar o sacrifício oferecido por si mesmo e pelos pecados do povo. No altar de ouro, onde estava a arca da aliança com o maná, as tábuas da Lei, a vara de Arão (que floresceu) e os querubins — seres espirituais relacionados à glória e a santidade de Deus —, no propiciatório, o sumo sacerdote rendia a Deus sua adoração pessoal e a adoração dos filhos de Israel que o aguardavam com perdão e os estatutos concedidos pelo Senhor (Lv 16.32-34).

O Átrio representa o corpo, o santuário é um tipo da alma, o santo dos santos, ou o santíssimo, é uma figura do espírito, parte individual do homem. É no espírito que o ser humano adora a Deus, e essa adoração é responsável pela comunhão com Deus. Através da nova natureza dada ao homem, ela se manifesta independente da ação natural. Ser adorador é uma condição para quem nasce de novo.

No espírito do homem acontece a inspiração, a iluminação e a revelação. Neste lugar especial, único e individual do homem, a luz de Deus brilha trazendo entendimento, respostas e fatos do mundo espiritual.

O espírito humano

Neste estudo precisamos deixar claro que o espírito humano não é a alma nem o Espírito Santo. A falta do conhecimento da verdade bíblica vem gerando confusão acerca dos conceitos sobre o espírito do homem. O espírito não é o corpo feito de material visível, mas, sim, é a parte mais importante do ser humano. Ele é a vida imortal, inteligente e invisível que procedeu de Deus.

A vertente teológica denominada dicotomia afirma que o homem é constituído apenas de corpo e alma. Outros grupos mencionam o termo alma-espírito. Eles dizem que os dois termos se misturam nas Escrituras; e, tendo como base este ponto de vista, utilizam as duas designações sempre associadas. Entretanto, a verdade bíblica menciona que a natureza humana é constituída de corpo, alma e espírito. Tricotomia é o estudo teológico desta matéria.

Cada parte na composição humana, corpo, alma e espírito, cumpre funções específicas estabelecidas pelo Senhor. Quando alguém descarta a revelação bíblica procurando negar uma dessas partes, ou associar uma a outra na constituição do homem, a confusão é estabelecida. Devemos aceitar sem questionar a natureza tríplice do ser humano segundo as Escrituras:

E o mesmo Deus de paz 
vos santifique em tudo; e 
todo o vosso espírito, e 
alma, e corpo sejam 
plenamente conservados 
irrepreensíveis para a
 vinda de nosso Senhor 
Jesus Cristo.
1 Tessalonicenses 5.23

Porque a palavra de 
Deus é viva, e eficaz, e
 mais penetrante do que 
qualquer espada de dois 
gumes, e penetra até à 
divisão da alma, e do
 espírito, e das juntas e
 medulas, e é apta para
 discernir os pensamentos 
e intenções do coração.
Hebreus 4.12

A “morte” do espírito

O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, revestido da glória divina e da autoridade para governar e liderar toda a criação. É um ser completo, com todas as suas necessidades supridas pelo Senhor. Ele foi abençoado com o Jardim do Éden, um lugar especial e perfeito. Deus chamou o primeiro homem Adão e o abençoou pela segunda vez criando a mulher, Eva, mãe de todos os viventes. A presença constante de Deus e a comunhão com o Senhor superavam em todos os aspectos as demais bênçãos (Sl 89.15).

No Éden, eles tinham tudo o que precisavam e podiam usufruir de tudo o que o Senhor criou para eles. Havia apenas uma proibição: não podiam comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal (Gn 2.16,17). Ao comerem do fruto o pecado foi gerado. O homem afundou nas trevas e na separação de Deus. As consequências da queda foram imediatas no primeiro julgamento estabelecido na história da humanidade. Adão, Eva, a serpente e a terra foram julgados e receberam as suas respectivas sentenças. Deus, claramente, advertiu o homem de que a morte seria a consequência imediata pelo pecado. O espírito do homem, mortificado espiritualmente, foi destituído da presença divina, da luz, da glória, da autoridade, do poder e do No jardim, Deus chamou Adão e perguntou onde ele estava; Adão estava perdido. O resultado do pecado foi a perdição espiritual, emocional, social e física do ser humano. Perdição é o estado do espírito que morre ao rebelar-se em desobediência e pecado contra Deus. O salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Deus disse:

Porque, no dia em que
 dela comeres, 
certamente morrerás. 
Gênesis 2.17b

Aviso divino

Deus sabia que, como consequência do pecado, o homem morreria espiritual e fisicamente. A morte do espírito ocorreu na queda do ser humano. Conforme a declaração de Deus ela seria imediata, logo após o pecado. A morte do espírito significa a separação espiritual de Deus. Após o pecado, Adão e Eva foram separados espiritualmente da presença de Deus perdendo a comunhão perfeita com o Senhor; eles foram, também, separados fisicamente do ambiente em que viviam. O texto bíblico utiliza expressões fortes como lançado fora para determinar que ambos foram expulsos pelo Senhor. Podemos conjecturar que eles não desejaram sair do jardim, então, Deus os expulsou e fechou a entrada do caminho da árvore da vida (Gn 3.23,24).

O homem recebe o julgamento divino no seu espírito recebendo nele, portanto, a sentença de morte, em consequência do pecado (Gn 2.17). Sendo atacados diretamente no espírito, a alma e o corpo, consequentemente, foram atingidos. O homem e a mulher tiveram medo de encontrar o Senhor face a face. Esse medo era a representação da morte espiritual, a “separação de Deus”. O espírito do homem está morto no pecado (Ef 2.1-8), não compreende as coisas espirituais (1 Co 2.14), é insensível ao Espírito de Deus e vive na prática pecaminosa (Sl 1.4-6).

Observe o comentário da Bíblia de Estudo Plenitude:

A tragédia da tentativa humana de se autogovernar é vista na advertência de Deus: certamente morrerás. Nesta advertência, o autogoverno do ser humano inclui tudo, de modo que a morte está incluída na existência espiritual, moral, social e relacional do ser humano e, principalmente, na sua existência física.

Plano regenerador

Deus não abandona o homem na condição deplorável de morto espiritual. Imediatamente após a queda, Ele estabelece o plano de regeneração, inicialmente no espírito, o aspecto de maior importância e significado da natureza humana. Por que no espírito? A razão principal indica a superioridade do espírito sobre a alma e o corpo. O espírito influencia a alma, e esta governa e habilita o ser humano a pensar, imaginar, valorizar, ver além do exterior e penetrar no mais profundo da existência humana descobrindo o sentido real da vida.

Na verdade, há um
 espírito no homem, e a
 inspiração do Todo-
Poderoso os faz sábios.
Jó 32.8

Porque, assim como o 
corpo sem o espírito está 
morto, assim também a
 fé sem obras é morta.
Tiago 2.26

Assim como pelo sopro de Deus o primeiro ser humano recebeu vida, tornando-se alma vivente, habitando no corpo constituído de carne, na pessoa bendita do Senhor Jesus, o homem se torna nova criatura em Cristo (2 Co 5.17). O espírito nasce de novo pela ação direta e exclusiva do sopro de Deus (Jo 3.3; Rm 6.4). Após a aceitação de Jesus Cristo, o Espírito Santo de Deus se une com o nosso próprio espírito. O espírito é a essência do ser humano, a qual o faz ser semelhante ao seu criador (1 Co 6.17).

Esta obra espiritual não pode ser realizada pelo homem por meio das obras, da sabedoria e do conhecimento humano. O próprio Deus é quem a efetua tornando-a real, literalmente sem nenhuma alteração na pessoa bendita do Senhor Jesus. Ele veio para dar vida quando afirmou que todos os mortos podem renascer mesmo na condição de falecidos (Jo 11.25,26). Quando o ser humano crê e aceita a obra salvadora divina, unicamente em Cristo, ele se torna imortal de acordo com plano original da imortalidade, estabelecido no início da criação e formação do homem (Jo 3.16).

...

O alimento do espírito

Antes de considerarmos o alimento necessário ao espírito, consideremos o homem como um ser biológico formado por um corpo físico que precisa de cuidados especiais na área da alimentação, desde o seu primeiro dia até o último. Todo corpo físico, biológico, precisa de alimentos essenciais à boa saúde do corpo humano.

Durante o crescimento, outros alimentos, além do leite, fazem parte da alimentação, pois o organismo necessita de nutrientes para seu mantimento. Os alimentos precisam preencher os seguintes grupos: construtores, energéticos e reguladores. A criança passa a consumir alimentos mais sólidos que darão energia e regularizarão as funções orgânicas. Para uma vida saudável, a alimentação deve conter carboidratos, proteínas, sais minerais, vitaminas e outros nutrientes.

Pois fartou a alma 
sedenta e encheu de bens 
a alma faminta.
Salmo 107.9



Sentidos múltiplos do
 Espírito

Na verdade, o espírito está pronto (Mt 26.41)
Adorarão o Pai em espírito e em verdade (Jo 4.23)
Tendo Jesus dito isso, turbou-se em espírito (Jo 13.21)
Sede fervorosos no espírito (Rm 12.11)
Cantarei com o espírito (1 Co 14.15)
E temos, portanto, o mesmo espírito de fé (2 Co 4.13)
O espírito de sabedoria e de revelação (Ef 1.17)




O homem é um ser biológico, psicológico e espiritual; junto com o corpo físico ele possui alma e espírito. Assim como é necessário alimentar o corpo para desfrutar de uma saúde física plena, na dimensão espiritual é indispensável alimentar o espírito. Na condição do espírito não receber os nutrientes necessários à sobrevivência, a alma e o corpo são seriamente afetados. O espírito e a alma precisam do verdadeiro alimento espiritual que livra da morte eterna, como consequência do pecado.

A alimentação do espírito é de natureza espiritual. No espírito o ser humano recebe a inspiração, a iluminação e a revelação de Deus. Observe a declaração do apóstolo Paulo:

O mesmo Espírito (de Deus) 
testifica com o
 nosso espírito que somos 
filhos de Deus.
Romanos 8.16

Por esta razão suprema, o espírito precisa de saúde espiritual para cumprir suas principais funções: sensibilidade, percepção, intuição, comunhão e consciência. Qual é o alimento do espírito? A resposta encontra-se em ambos os Testamentos:

[...] Para te dar a 
entender que o homem 
não viverá só de pão, 
mas que de tudo o que 
sai da boca do
SENHOR viverá o homem.
Deuteronômio 8.3

E Jesus lhe respondeu, 
dizendo: Escrito está que 
nem só de pão viverá o 
homem, mas de toda 
palavra de Deus.
Lucas 4.4

A Palavra de Deus

A Palavra de Deus supre todas as necessidades espirituais do ser humano. Ela é o verdadeiro pão da vida que revigora, fortalece e sustenta o espírito e a alma. Durante o caminhar terreno, todos enfrentam tempos de escassez espiritual, e o espírito tem fome e sede de Deus. Algumas expressões bíblicas indicam situações em que o ser humano vive, na dimensão espiritual, um período de angústia, perturbação, quebrantamento, abatimento e contrição.

Lembrava-me de Deus e 
me perturbava ; 
queixava-me, e o meu
 espírito desfalecia.
Salmo 77.3

Neste texto, Asafe confessa a perturbação que tomou conta da sua alma no dia da angústia, e, desanimado, angustiado e oprimido queixava-se da sua situação e sentia seu espírito perdendo as forças, esmorecendo, desfalecendo. Neste ponto crucial, a Palavra de Deus é o alimento fundamental para a renovação da vida do espírito. Como espada afiada de dois gumes, a Palavra de Deus penetra até a divisão da alma, e do espírito, para levantar, alimentar, fortalecer e dar vida ao espírito desfalecido (Hb 4.12).

Sustentando o profeta

E o anjo do Senhor
 tornou segunda vez, e o 
tocou, e disse: Levanta-te 
e come, porque mui 
comprido te será o caminho.
1 Reis 19.7

Elias, um dos maiores profetas do Antigo Testamento foi um exemplo da provisão de Deus no exercício da Palavra divina nas áreas do ser humano. Ele foi sustentado em sua natureza física três vezes, alimentado pela provisão divina: por corvos (1 Rs 17.6), pela despensa da viúva (1 Rs 17.15) e por um anjo (1 Rs 19.5-8). Deus cuidou dele em seu estado emocional durante as crises espirituais, políticas, sociais e morais que abalavam profundamente a nação de Israel. Deus tratou o profeta através da Sua Palavra (1 Rs 18.1; 19.5,7,9,15).

O conceito de Jó

Do preceito de seus
 lábios nunca me apartei
 e as palavras da sua
 boca prezei mais do que
 o meu alimento.
Jó 23.12

A fala é um dos instrumentos mais poderosos que surgiram antes da escrita, na origem da civilização. Quando falamos, permitimos que o outro conheça nossos pensamentos, sentimentos e necessidades, e, com isso, passamos a conhecê-lo também. É impossível dimensionar o poder, o alcance e a influência da comunicação verbal. Um dos princípios e fundamentos básicos da vida de Jó foi jamais ser indiferente, 

esquecer ou abandonar a Palavra do Senhor. Entretanto, no conceito de Jó, seguido pelo apóstolo Paulo, toda palavra articulada e proveniente dos lábios de Deus é profícua, divinamente inspirada e suficiente para suprir qualquer necessidade.

O salmista declara que a Palavra que procede da boca de Deus está acima do Seu próprio nome, significando que nada é maior do que o que Ele diz (Sl 138.2). O espírito humano depende inteiramente da Palavra de Deus. Ela alimenta e dá sustentabilidade ao espírito do homem.

Palavras doces

Oh! Quão doces são as
 tuas palavras ao meu
 paladar! Mais doces do 
que o mel à minha boca.
Salmo 119.103

O salmista exclama com alegria a doçura das palavras divinas ao paladar do seu espírito. O espírito humano tem a capacidade sensitiva de reconhecer o sabor e a qualidade dos alimentos na esfera espiritual.

Favo de mel são as
 palavras suaves: doces
para a alma e saúde 
para os ossos.
Provérbios 16.24

A Palavra de Deus contém os ingredientes espirituais, emocionais e biológicos do alimento que sacia a fome e a sede sustentando e mantendo o espírito vivo. O Senhor Jesus declara:

As palavras que eu vos 
disse 
são espírito e vida.
João 6.63

Comendo as palavras

Achando-se as tuas
 palavras, logo as comi, e
 a tua palavra foi para 
mim o gozo e alegria do 
meu coração; porque 
pelo teu nome me 
chamo, ó SENHOR, 
Deus dos Exércitos.
Jeremias 15.16

“Você é o que você come”. Este ditado é uma verdade e pode ser aplicado perfeitamente nas áreas física e espiritual. O alimento divino atua basicamente no espírito não apenas saciando a fome e a sede do homem interior, mas, dando alegria e gozo no coração.
Quando o espírito do homem está abatido e quebrantado, a palavra de Deus ministra ânimo e esperança. Na fraqueza, ela fortalece, defende e dá vitória; na escassez, ela libera o pão do céu para saúde espiritual; na aflição, ela acalma gerando a paz; na doença, seu poder balsâmico refrigera e cura; e na depressão, elimina a tristeza e a amargura.

O leite espiritual

Sejam como criancinhas
 recém-nascidas, 
desejando sempre o puro
 leite espiritual, para que, 
bebendo dele, vocês
 possam crescer e ser salvos.
1 Pedro 2.2 NTLH

Após profundas pesquisas, estudos têm mostrado efeitos maravilhosos no consumo regular do leite. A ciência presta o seu testemunho acerca da importância deste alimento como uma das principais fontes de cálcio. A caseína, encontrada no leite, é uma proteína de alto valor biológico, com aminoácidos essenciais ao crescimento e manutenção do organismo.

O leite possui proteína que auxilia na construção de tecidos e preserva músculos, cabelos, unhas etc. É dotado das vitaminas A, B e D que protegem os olhos, dão energia, ajudam na concentração, combatem a anemia e fortalecem os ossos. Os minerais ajudam na cicatrização e aumentam a imunidade. Outro benefício observado é a prevenção de doenças neurológicas.

O leite materno é o melhor alimento para o recém-nascido. No caso de uma infecção, ele ajuda na produção de anticorpos. Por este motivo, ao questionarem sobre o que é o leite materno, especialistas adotam a explicação de que o leite é a medicina mais personalizada existente.

O aleitamento materno preenche as necessidades orgânicas do bebê, pois contém proteínas, imunoglobulinas e substâncias imunizantes. Além disso, combate a obesidade e fornece anticorpos.

Puro leite

Pedro, em sua Carta, escreve aos cristãos recém-nascidos em Cristo mencionando o leite como alimento indispensável para o crescimento e fortalecimento espiritual. Figurativamente, o leite é a Palavra de Deus que alimenta o espírito humano de forma genuína. A Palavra é verdadeira, sem misturas, é pura e autêntica. Sua nutrição protege e desenvolve o espírito, a alma e o corpo.

TRECHO DO LIVRO 
CORPO ALMA E ESPÍRITO - JOÁ CAITANO

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